⚠️ GUERRA SE PROLONGA E AMEAÇA INFRAESTRUTURA GLOBAL
⚠️ GUERRA SE PROLONGA E AMEAÇA INFRAESTRUTURA GLOBAL 📌 Destruição Estrutural: Diferente de conflitos passageiros, a guerra no Irã entrou em uma fase de degradação física de ativos vitais. O ataque ao terminal de Ras Laffan (Catar) eliminou 17% da capacidade de exportação de GNL do país, com reparos estimados em até cinco anos. Economistas do MIT alertam que a destruição de oleodutos e refinarias tornará as consequências econômicas duradouras e de difícil reversão. 📌 Maior Interrupção da História: O fechamento do Estreito de Ormuz paralisou o escoamento de 20 milhões de barris/dia. Segundo a Agência Internacional de Energia (AIE), esta é a maior interrupção de fornecimento já registrada. O petróleo Brent encerrou a sexta-feira a US$ 105,32, acumulando alta de 50% desde o início das hostilidades em 28 de fevereiro, reacendendo temores de uma estagflação global similar à década de 1970. 📌 Ameaça ao Agronegócio: O conflito atinge o coração da produção de fertilizantes. O Golfo Pérsico responde por 1/3 da ureia e 1/4 da amônia mundial. Com o bloqueio de Ormuz, os preços da ureia dispararam 50%. O Brasil é apontado como um dos países mais vulneráveis, dado que importa 85% dos fertilizantes que consome, o que deve encarecer os alimentos e reduzir a produtividade das safras em 2026. 📌 Crise dos Chips e Medicina: Além da energia, a interrupção no Catar afetou o fornecimento de hélio, insumo crítico para a fabricação de semicondutores, foguetes e equipamentos de ressonância magnética. O país fornece um terço do hélio global, e a paralisação das instalações ameaça as cadeias de alta tecnologia e o setor de saúde em escala mundial.
Por Rodrigo Costa (@rodrigoadcosta)