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Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

CTGP34

· 14 de out.

Citigroup ($C) $CTGP34 O Citigroup é um dos maiores conglomerados financeiros globais, com atuação diversificada em varejo, corporate banking e mercados de capitais. Sua estrutura é organizada em unidades como Institutional Clients Group (ICG), Personal Banking & Wealth Management (PBWM) e Legacy Franchises, com presença em mais de 160 países. A instituição é tradicionalmente mais exposta a ciclos de crédito e operações de mercado emergente, mantendo foco em eficiência operacional e adequação de capital — o que tem sido prioridade desde o plano de reestruturação iniciado em 2023 sob a liderança de Jane Fraser. No 3T25, o Citigroup apresentou resultados acima das expectativas, com receita total de US$22,09 bilhões (+5% A/A) e lucro líquido de US$3,8 bilhões. O lucro por ação ajustado foi de US$2,24 (vs. US$1,90 estimado), impulsionado por forte desempenho em FICC (US$4,02 bilhões) e Equities (US$1,17 bilhão), além de expansão do crédito total para US$733,9 bilhões. O banco reportou liberação líquida de provisões de US$236 milhões e despesas operacionais de US$14,3 bilhões, com retorno sobre capital tangível (RoTCE) de 8% e CET1 de 13,2%. Os números reforçam a recuperação gradual da rentabilidade e a eficácia das iniciativas de simplificação e integração tecnológica em curso.

Iuri Franceschini

Iuri Franceschini

@iurii_fr

CTGP34

· 19 de ago.

$CTGP34.

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

CTGP34

· 15 de abr.

$CTGP34 Citigroup surpreende no Q1 com lucro acima do esperado, mas com alerta no crédito. O lucro por ação (EPS) ajustado ficou em USD 1,96, superando o consenso em USD 0,11. Já a receita totalizou USD 21,6 bilhões, crescendo 3% YoY e superando as projeções em USD 310 milhões. O crescimento foi puxado pelas cinco unidades de negócio integradas do Citi, com destaque para o desempenho resiliente mesmo diante de um ambiente macroeconômico desafiador. A consistência na execução operacional das divisões compensou quedas registradas na área “All Other”. Porém, apesar da boa performance em receita e lucro, o custo de crédito subiu 15%, atingindo USD 2,7 bilhões. Essa alta foi motivada por dois fatores preocupantes: - Aumento da provisão para perdas com crédito, em meio à piora do cenário macroeconômico - Crescimento das perdas líquidas com cartões de crédito, especialmente nos portfólios de consumo (USPB)

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