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AÇÕES DE FABRICANTES DE SEMICONDUTORES OPERAM EM ALTA NA SESSÃO

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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

QCOM

· 17 de mar.

$CRWV $NU $ROXO34 $BABA $BABA34 $QCOM $QCOM34 **SNAPSHOT - GLOBAL STOCKS** 🔴 **CoreWeave [ - ] A Structural Business Model Risk, Not a Timing Call** A Bernstein não está fazendo uma call de curto prazo, pois está questionando o modelo de negócios inteiro da CoreWeave. A CoreWeave construiu um negócio de US$ 43,5 bi de market cap sobre contratos que, por definição, são não exclusivos, renegociáveis e motivados por escassez, uma escassez que já mostra sinais incipientes de desaceleração. Com NVIDIA GTC acontecendo esta semana, **qualquer anúncio de expansão de capacidade dos hyperscalers funciona como catalisador de queda para CRWV**, exatamente como a Bernstein antecipou. A empresa segue em modo de destruição de caixa estrutural por pelo menos 4 anos, sustentado exclusivamente por dívida e pela premissa de que os contratos de receita vão se renovar daqui em diante. 🟢 **Nubank [ + ] IBBA: Initiating at a Technical Trough — Asymmetric Risk/Reward as Brazil Core Outperforms Market Concerns** O contexto para a underperformance recente gira em torno das preocupações com expansão nos EUA, AI de-rating sobre fintechs e SG&A mais alto em 2026. E **nenhum altera o Brasil core**, que segue forte com crescimento de carteira e retornos ajustados ao risco sólidos. O detalhe que merece atenção é o posicionamento em relação à IA: o BBA vê AI como opportunity, não disruption risk, leitura correta dado que **o Nubank está usando LLMs para redução de custo de atendimento e para personalização de crédito**, não concorrendo contra modelos de AI. O Nubank em seus melhores momentos negociou a 40-60x earnings. A compressão para 17x P/E 2026E reflete ceticismo sobre a velocidade de maturação do modelo americano e sobre a capacidade de manter crescimento de lucro em ambiente de Selic alta no Brasil, **preocupações legítimas mas precificadas de forma excessiva na visão do Itaú.** [ ! ] O gatilho de alta poderá aparecer com o 1T26 mostrando estabilidade de NPL e qualquer sinalização de rentabilidade da operação EUA. 🟢 **Alibaba [ + ] Alibaba Positioned as the Dominant Beneficiary of an Unprecedented Repricing Cycle** Top pick do Morgan Stanley. A nota reforça e quantifica o que já havíamos discutido nas sessões anteriores com o research do Morgan Stanley e do Citi sobre Alibaba. **O número novo e relevante é o CAGR de 72%** para o mercado de AI cloud chinês até 2029, chegando a 218 bilhões de yuan. A projeção de crescimento de receita cloud da Alibaba de 45% (a mais alta entre todos os players) é consistente com a tese de que o Aliyun está capturando share de forma desproporcional no ciclo de AI agents, exatamente o que o Citi havia sinalizado com os dados de adoção do lobster nos seus últimos relatórios. Se o preço médio de cloud sobe 10-15% em um ciclo de repricing, a margem incremental vai quase integralmente para EBITDA. **A tese de repricing de preços de cloud é o catalisador de margem** que transforma BABA de growth story em compounding story. 🟡 **Qualcom [ = ] US$20B Buyback Signals Valuation Floor, Not a Bullish Inflection — Staying Sidelined Until Cycle Clarity Emerges** Qualcomm anunciando US20 bi em recompra de ações é um sinal de que a gestão acredita que o papel está barato, mas é também um sinal de que não há usos mais produtivos para esse capital no curto prazo. A diversificação para data centers e veículos autônomos está acontecendo mais devagar do que o mercado precificava, e o aumento de dividendo de 3% é simbólico, não move o needle de retorno total. Acho que a recompra sinaliza floor técnico no valuation, **mas não justifica posicionamento ativo sem mais clareza** sobre o ciclo de smartphones e sobre a velocidade de execução nos segmentos de diversificação. 🔴 **Boeing [ - ] Negative Margins Through 2027 Confirm a Structural Recovery Still Out of Reach — Downside Risk to Consensus Estimates Remains Elevated** A declaração da Boeing no BofA conference é mais grave do que o mercado estava precificando no curto prazo. Margem negativa de -7% a -8,5% no BCA para o 1T26, **com a gestão explicitamente sinalizando que margens positivas no segmento comercial não chegam antes de 2027.** É uma revisão de expectativa que afeta o valuation de pelo menos dois anos de earnings. O problema estrutural da Boeing não é novo, mas a persistência está surpreendendo. O BCA é o coração do negócio de longo prazo da empresa (737 MAX, 787 Dreamliner) e o pipeline do 777X são os ativos que justificam o múltiplo. **[ ! ] Os três drivers do problema persistem simultaneamente:** ramp-up de produção ainda abaixo do nível necessário para diluir custos fixos, defeitos de qualidade e inspeções adicionais que consomem horas de engenharia que ainda não foram totalmente absorvidos. A Boeing tem um backlog robusto de mais de 5.000 aeronaves, mas o timing de conversão desse backlog em lucro continua sendo empurrado para frente.

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

ASML

· 28 de jan.

$ASML $ASML34 A ASML anunciou recompras adicionais para os próximos anos, e a empresa ainda projeta € 44 - € 60 bilhões em receita e uma margem bruta entre 52% e 60% até 2030. Belo crescimento de backlog na empresa.

Otavio Filho

Otavio Filho

@otavioscafe

ASML

· 25 de jan.

$AAPL $MSFT $AMZN $META $ASML | **Temporada de balanços desta semana concentra as atenções em gigantes da tecnologia e semicondutores** A próxima semana marca um dos pontos mais importantes da temporada de balanços, com divulgação de resultados de algumas das maiores empresas do mundo em valor de mercado. Os números e, principalmente, os guidances dessas companhias devem ajudar a definir o tom do mercado no curto prazo, especialmente para tecnologia, semicondutores e consumo. Entre os principais destaques: Apple (AAPL) O mercado deve olhar com bastante atenção para vendas de iPhone, evolução da base de serviços e comentários sobre IA embarcada e ciclo de renovação de aparelhos. Margens e guidance para o próximo trimestre também tendem a ser determinantes para o setor. Microsoft (MSFT) Foco em crescimento do Azure, monetização de produtos ligados a IA (Copilot, Azure AI) e ritmo de investimentos em data centers. Qualquer surpresa nesses pontos costuma ter impacto direto no Nasdaq. Amazon (AMZN) Mesmo não sendo destaque absoluto no calendário da imagem, o mercado segue monitorando AWS, margens do varejo online e eficiência operacional. A empresa costuma ser um bom termômetro de consumo e cloud. Meta (META) Atenções voltadas para crescimento de receita publicitária, evolução do Reels, controle de custos e comentários sobre investimentos em IA e Reality Labs. ASML (ASML) Talvez o balanço mais importante da semana para o setor de semicondutores. Carteira de pedidos, demanda por máquinas EUV e perspectivas de investimento dos grandes fabricantes devem impactar toda a cadeia de chips. No geral, a semana deve ser marcada por alta sensibilidade a resultados e guidances. Não é apenas sobre bater ou não consenso, mas sobre expectativas futuras. Volatilidade tende a aumentar, principalmente nos papéis de tecnologia e semicondutores, e os balanços dessas gigantes devem servir como referência para o sentimento do mercado como um todo.

Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

ASML

· 15 de out.

Resultados Americanos de 15/10/2025: Morgan Stanley ($MS) — banco de investimento global com três pilares: Institutional Securities (IB), Wealth Management e Investment Management. Forte presença em mercados de capitais, prime brokerage e gestão de grandes fortunas. Resultados 3T25: receita US$18,2 bi (+18% a/a) e EPS US$2,80, ambos acima do consenso; lucro líquido US$4,6 bi (+45%). Institutional Securities acelerou com IB (+44% a/a) e S&T: ações US$4,1 bi (+35%) e FICC US$2,2 bi (+8%). Wealth Management: receita US$8,2 bi (+13%), margem pré-impostos 30,3%, NNA US$81 bi e ativos com taxa US$2,7 tri. IM: receita US$1,7 bi (+13%), AUM US$1,8 tri. Provisões zero, mas despesas acima do esperado; eficiência 67% (-500 bps a/a). ROE 18% e ROTCE 23,5%; CET1 15,2%. Dividendos de US$1,00/ação e recompras de US$1,1 bi. Bank of America ($BAC) — um dos maiores bancos universais dos EUA, com atuação em varejo, wealth, corporate & investment banking e mercados globais. Operação digital robusta e base de depósitos diversificada. Resultados 3T25: receita US$28,1 bi (+11% a/a), EPS US$1,06; NII US$15,2 bi (+9%) com guia 4T de US$15,6–15,7 bi. Provisões US$1,3 bi (-16% a/a); despesas US$17,3 bi (+5%). Varejo: lucro US$3,4 bi (+28%), gastos cartões +6% e 27º tri seguido de ganho em correntes. GWIM: lucro US$1,3 bi (+19%), saldos de clientes US$4,6 tri. IB fees +43% a/a; Global Markets receita US$6,2 bi (+11%) com FICC +5% e equities +14%. ROE 11,5%, ROTCE 15,4%, CET1 11,6%. Retorno de capital: US$7,4 bi (dividendos + recompras). PNC Financial ($PNC) — banco regional sistêmico com foco em varejo, middle market e corporate & institutional banking nos EUA; perfil de risco conservador e oferta completa de serviços. Resultados 3T25: receita US$5,92 bi (+9% a/a), EPS US$4,35 (+25%). NII US$3,65 bi (+7%), NIM 2,79% (+15 bps a/a). Não-juros US$2,27 bi (+12%); PPNR +17%. Provisão US$167 mi (-31% t/t); NCOs 0,22% dos empréstimos (-37% a/a). Eficiência 59%; empréstimos médios US$325,9 bi e depósitos US$431,8 bi (ambos +2% a/a). CET1 10,6%; TBV/ação +11% a/a. Devolveu ~US$1 bi (div+recompras) e anunciou aquisição da FirstBank (~US$4,1 bi), fechamento previsto início de 2026. ASML ($ASML) — líder global em equipamentos de litografia para semicondutores (EUV e DUV), crítico para nós de ponta em lógica e memória; base instalada relevante com receitas de serviços. Resultados 3T25: receita €7,52 bi (~+1% a/a) e EPS €5,49; margem bruta 51,6%. Bookings €5,4 bi (+105% a/a), com €3,6 bi em EUV. Mix por sistemas: EUV 48% e ArFi 43%; fim-uso: lógica 69%/memória 31%. China 42% das entregas no tri. Guia 4T: receita €9,2–€9,8 bi e GM 51–53%; 2025: vendas +~15% a/a e GM ~52%; 2026 “não abaixo de 2025”. Destaques: primeiro scanner de advanced packaging (XT:260) com até 4× produtividade; parceria estratégica com Mistral AI; buyback modesto no tri e novo programa previsto para 2026. Abbott ($ABT) — conglomerado de saúde com portfólio em dispositivos médicos, diagnósticos, nutrição e farmacêuticos estabelecidos; forte presença global e pipeline diferenciado. Resultados 3T25: EPS ajust. US$1,30 (em linha) e receita US$11,37 bi (+6,9% a/a). Dispositivos Médicos +14,8% (org. +12,5%), com destaque para Diabetes Care (CGM) +~20%, electrophysiology, ritmo e estrutural cardíaco. Diagnósticos -6,6% (org. -7,8%) pela normalização de COVID; núcleo ex-COVID +0,4% org. Nutrição +4% e Established Pharma +7%. Margem oper. ajust. 23% (+40 bps). Guia 2025 reiterada: crescimento orgânico 7,5–8% ex-COVID e EPS ajust. US$5,12–5,18 (meio mantido).

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

ASML

· 14 de out.

$ASML $ASML34 Todos os olhos (amanhã, terça) estarão voltados para a ASML. A empresa vai ser a primeira major de semicondutores a apresentar os resultados referentes ao 3T25. Segue o forecast: Receita estimada: US$ 7,74 bi (+3,6%) Lucro estimado por ação: US$ 5,38 (+1,8%)

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