Notícia

Alvo da PF, Banco Digimais, de Edir Macedo, enfrentava problemas de capital e negociava sua venda para BTG

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O banco Digimais, do bispo Edir Macedo e alvo de operação da Polícia Federal nesta terça-feira que investiga possíveis fraudes, já estava na mira do Banco Central há algum tempo. Nos últimos anos, o regulador exigiu reforços de capital no banco, inclusive um aporte de R$ 250 milhões feito pelo controlador, o bispo Edir Macedo, no fim do ano passado.

Ativos mencionados

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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados

Ricardo Cunha

Ricardo Cunha

@ricardo_cunha

BPAC3

· 17 de abr.

Comprado na BPAC3 vai subir 80%

Ricardo Cunha

Ricardo Cunha

@ricardo_cunha

BPAC5

· 17 de abr.

Comprado na BPAC3 vai subir 80%

Ricardo Cunha

Ricardo Cunha

@ricardo_cunha

BPAC11

· 17 de abr.

Comprado na BPAC3 vai subir 80%

Rodrigo Costa

Rodrigo Costa

@rodrigoadcosta

BPAC3

· 17 de mar.

$BPAC11 🏦 ESTRATÉGIA DE SPECIAL SITS DO BTG PACTUAL DEVE GERAR R$ 1 BILHÃO EM 2026 O JP Morgan destaca que o BTG Pactual tem demonstrado solidez na alocação de capital em seu segmento de special situations, transformando ganhos não recorrentes em receitas recorrentes. O banco ressalta que créditos do FCVS, oriundos de bancos liquidados como Nacional e BESA, devem gerar entre R$ 1 bilhão e R$ 1,5 bilhão em receitas anualizadas. Para o JP Morgan, essa estratégia explica parte do aumento no rendimento da carteira de crédito corporativo do BTG nos últimos anos. A análise aponta que cerca de um terço do lucro contábil do BTG no quarto trimestre de 2025 foi proveniente dessas subsidiárias de ativos estressados. O JP Morgan estima que ainda restem entre R$ 0,8 bilhão e R$ 1,4 bilhão em receitas de FCVS para serem reconhecidas em 2026, quando os pagamentos do Tesouro Nacional devem ser finalizados. Apesar da complexidade contábil, o banco vê o segmento como uma peça cada vez mais material para os resultados e o valor de mercado do BTG.

Rodrigo Costa

Rodrigo Costa

@rodrigoadcosta

BPAC5

· 17 de mar.

$BPAC11 🏦 ESTRATÉGIA DE SPECIAL SITS DO BTG PACTUAL DEVE GERAR R$ 1 BILHÃO EM 2026 O JP Morgan destaca que o BTG Pactual tem demonstrado solidez na alocação de capital em seu segmento de special situations, transformando ganhos não recorrentes em receitas recorrentes. O banco ressalta que créditos do FCVS, oriundos de bancos liquidados como Nacional e BESA, devem gerar entre R$ 1 bilhão e R$ 1,5 bilhão em receitas anualizadas. Para o JP Morgan, essa estratégia explica parte do aumento no rendimento da carteira de crédito corporativo do BTG nos últimos anos. A análise aponta que cerca de um terço do lucro contábil do BTG no quarto trimestre de 2025 foi proveniente dessas subsidiárias de ativos estressados. O JP Morgan estima que ainda restem entre R$ 0,8 bilhão e R$ 1,4 bilhão em receitas de FCVS para serem reconhecidas em 2026, quando os pagamentos do Tesouro Nacional devem ser finalizados. Apesar da complexidade contábil, o banco vê o segmento como uma peça cada vez mais material para os resultados e o valor de mercado do BTG.

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