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Ambev: 35% dos bares estão endividados e grande parte sem acesso a crédito

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Companhia amplia programa Bora, iniciativa voltada para geração de renda e inclusão produtiva, que deve mobilizar mais de R$ 100 milhões em soluções de capacitação e renegociação de dívidas ao longo de 2026

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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

ABEV3

· 09 de mar.

$MRVE3 $CYRE3 $DIRR3 $EVEN3 $TRIS3 $RAIL3 $ABEV3 $VIVA3 $PRIO3 $PETR4 $VIST $MELI34 **Brasil — Flash Setorial BTG | 9 de março de 2025** 🟢 **Construção Civil:** O Conselho do FGTS se reúne em 24 de março com pauta substancial para o MCMV, tratando da ampliação de faixas de renda, elevação dos preços máximos (Faixa 3 para R$400k, Faixa 4 para R$600k) e orçamento anual subindo para R$142bi. Potencial adicional de R$50bi via Fundo Social do pré-sal. **Sustentabilidade do programa garantida por 5 - 6 anos segundo as projeções.** 🟢 **Rumo - Recuperação de volumes:** O ajuste tarifário de 2025 comprimiu yields no curto prazo, mas fevereiro entregou 6,9bi TKU (+17% a/a, +23% m/m), com soja no **Corredor Norte como driver.** A leitura é que a estratégia de preços está madura e o volume está respondendo. 4T foi misto (EBITDA abaixo do consenso), mas os volumes deixam conforto para o guidance. Capex 2026 de R$5,5 - 6,1bi permanece alto, mas dentro do que o mercado já precificou. BTG segue com preço-alvo de 23 reais. 🟡 **Alimentos & Bebidas:** Produção de cerveja caiu 0,8% a/a em janeiro após -4,7% em 2025, desacoplando do PIB (+2,3%). Clima adverso e dinâmica de preços explicam o movimento. A visão construtiva para a Ambev **se mantém com o crescimento de volume estimado em 2% a/a em 2026** com Copa do Mundo como suporte. 🟢 **Vivara - Pricing power confirmado novamente:** Monitor de 32,6k SKUs mostra disciplina promocional robusta e capacidade de repasse com ouro +77% e prata +160% em 12 meses. Vivara opera em ticket médio de R$7k (posicionamento premium bem defensável). Life em R$595 compete com Pandora em charms. A tese se sustenta pelo poder de precificação, margem protegida e 11x P/L 2026 ainda oferecendo entrada relativamente atrativa. 🟢 **iFood proxies:** 1,26bi de pedidos em 2025 (+29% a/a), GMV +32%, >70% de market share em delivery de restaurantes. Os números operacionais são impressionantes, **mas o jogo competitivo está mudando:** A disputa deixou de ser sobre delivery de comida e passou a ser entre ecossistemas integrados (Rappi via quick commerce e Mercado Livre via logística ultrarrápida por ex). Farmácias (+78% de pedidos) e supermercados (receita +30% a/a) são os vetores de crescimento, mas ainda consomem caixa. 🟢 **Petróleo & Gás:** Fluxo estrangeiro continua concentrado em três nomes: Petrobras pela resiliência operacional e dividend yield projetado de 10 - 15% em 2027 - 28 (novos FPSOs em Búzios), PRIO3 pelo entusiasmo com Wahoo e potencial de dividendos. Vista como a história de Vaca Muerta com perfil de risco mais controlado. Distribuição de combustíveis doméstica permanece fora do radar estrangeiro. Debate sobre preços da Petrobras segue presente, **mas consenso aponta para ajustes marginais como suficientes.**

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

ABEV

· 09 de mar.

$MRVE3 $CYRE3 $DIRR3 $EVEN3 $TRIS3 $RAIL3 $ABEV3 $VIVA3 $PRIO3 $PETR4 $VIST $MELI34 **Brasil — Flash Setorial BTG | 9 de março de 2025** 🟢 **Construção Civil:** O Conselho do FGTS se reúne em 24 de março com pauta substancial para o MCMV, tratando da ampliação de faixas de renda, elevação dos preços máximos (Faixa 3 para R$400k, Faixa 4 para R$600k) e orçamento anual subindo para R$142bi. Potencial adicional de R$50bi via Fundo Social do pré-sal. **Sustentabilidade do programa garantida por 5 - 6 anos segundo as projeções.** 🟢 **Rumo - Recuperação de volumes:** O ajuste tarifário de 2025 comprimiu yields no curto prazo, mas fevereiro entregou 6,9bi TKU (+17% a/a, +23% m/m), com soja no **Corredor Norte como driver.** A leitura é que a estratégia de preços está madura e o volume está respondendo. 4T foi misto (EBITDA abaixo do consenso), mas os volumes deixam conforto para o guidance. Capex 2026 de R$5,5 - 6,1bi permanece alto, mas dentro do que o mercado já precificou. BTG segue com preço-alvo de 23 reais. 🟡 **Alimentos & Bebidas:** Produção de cerveja caiu 0,8% a/a em janeiro após -4,7% em 2025, desacoplando do PIB (+2,3%). Clima adverso e dinâmica de preços explicam o movimento. A visão construtiva para a Ambev **se mantém com o crescimento de volume estimado em 2% a/a em 2026** com Copa do Mundo como suporte. 🟢 **Vivara - Pricing power confirmado novamente:** Monitor de 32,6k SKUs mostra disciplina promocional robusta e capacidade de repasse com ouro +77% e prata +160% em 12 meses. Vivara opera em ticket médio de R$7k (posicionamento premium bem defensável). Life em R$595 compete com Pandora em charms. A tese se sustenta pelo poder de precificação, margem protegida e 11x P/L 2026 ainda oferecendo entrada relativamente atrativa. 🟢 **iFood proxies:** 1,26bi de pedidos em 2025 (+29% a/a), GMV +32%, >70% de market share em delivery de restaurantes. Os números operacionais são impressionantes, **mas o jogo competitivo está mudando:** A disputa deixou de ser sobre delivery de comida e passou a ser entre ecossistemas integrados (Rappi via quick commerce e Mercado Livre via logística ultrarrápida por ex). Farmácias (+78% de pedidos) e supermercados (receita +30% a/a) são os vetores de crescimento, mas ainda consomem caixa. 🟢 **Petróleo & Gás:** Fluxo estrangeiro continua concentrado em três nomes: Petrobras pela resiliência operacional e dividend yield projetado de 10 - 15% em 2027 - 28 (novos FPSOs em Búzios), PRIO3 pelo entusiasmo com Wahoo e potencial de dividendos. Vista como a história de Vaca Muerta com perfil de risco mais controlado. Distribuição de combustíveis doméstica permanece fora do radar estrangeiro. Debate sobre preços da Petrobras segue presente, **mas consenso aponta para ajustes marginais como suficientes.**

Rodrigo de Assis Dutra Costa

Rodrigo de Assis Dutra Costa

@rodrigoadcosta

ABEV3

· 04 de mar.

$ABEV3 🍻 BTG VÊ AMBEV MAIS ESTÁVEL, MAS SEM CATALISADOR DE LONGO PRAZO ✔️ Recomendação: Neutra (mantida) ✔️ Preço-alvo: R$ 17,00 (novo) ✔️ Potencial de valorização: alta de 9,2% em relação ao último fechamento O BTG Pactual afirma que a Ambev recuperou sua estabilidade operacional após uma década marcada por perda de participação de mercado e compressão de margens. Segundo o banco, a empresa reconstruiu market share, estabilizou margens e elevou o retorno sobre o capital investido para cerca de 30% a 31%, mas ainda abaixo dos níveis históricos acima de 35%. Para o BTG, a companhia hoje opera mais próxima da média global do setor, com margens entre 25% e 33%, em um ambiente mais competitivo e com maior elasticidade da demanda. O banco avalia que o potencial de valorização depende de três fatores: capacidade de repassar preços sem perder volume, fortalecimento das marcas com maior disposição do consumidor a pagar e uma política de dividendos mais robusta, apoiada pela posição de caixa líquido. O BTG fixou novo preço-alvo de R$ 17 por ação e manteve recomendação neutra. Na avaliação do banco, o risco de queda é limitado pela geração de caixa e pela força do balanço, mas uma reprecificação mais positiva exige sinais claros de crescimento sustentável e retorno sobre o capital acima de 35%.

Rodrigo de Assis Dutra Costa

Rodrigo de Assis Dutra Costa

@rodrigoadcosta

ABEV

· 04 de mar.

$ABEV3 🍻 BTG VÊ AMBEV MAIS ESTÁVEL, MAS SEM CATALISADOR DE LONGO PRAZO ✔️ Recomendação: Neutra (mantida) ✔️ Preço-alvo: R$ 17,00 (novo) ✔️ Potencial de valorização: alta de 9,2% em relação ao último fechamento O BTG Pactual afirma que a Ambev recuperou sua estabilidade operacional após uma década marcada por perda de participação de mercado e compressão de margens. Segundo o banco, a empresa reconstruiu market share, estabilizou margens e elevou o retorno sobre o capital investido para cerca de 30% a 31%, mas ainda abaixo dos níveis históricos acima de 35%. Para o BTG, a companhia hoje opera mais próxima da média global do setor, com margens entre 25% e 33%, em um ambiente mais competitivo e com maior elasticidade da demanda. O banco avalia que o potencial de valorização depende de três fatores: capacidade de repassar preços sem perder volume, fortalecimento das marcas com maior disposição do consumidor a pagar e uma política de dividendos mais robusta, apoiada pela posição de caixa líquido. O BTG fixou novo preço-alvo de R$ 17 por ação e manteve recomendação neutra. Na avaliação do banco, o risco de queda é limitado pela geração de caixa e pela força do balanço, mas uma reprecificação mais positiva exige sinais claros de crescimento sustentável e retorno sobre o capital acima de 35%.

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

ABEV3

· 03 de mar.

$ABEV3 No bolso, corrigindo os exageros.

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