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ARMAC ON RECUA 2,83% A R$3,10, APÓS RESULTADO 2T

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Ativos mencionados

O que a comunidade está dizendo

Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

ARML3

· 02 de fev.

**BTG Pactual -- Prévia de Resultados 4T25 em Capital Goods** Quem deve se destacar e quem pode decepcionar no 4T25: Expectativa geral de melhora sequencial na maioria das empresas cobertas, mas pressão no resultado final por juros altos no pico do ciclo brasileiro. **Locadoras de carros leves devem mostrar resultados sazonalmente fortes**, com destaque para $MOVI3 $RENT3 que devem apresentar tendências fortes t/t, beneficiadas pela sazonalidade positiva do 4T. Continuação do repasse de preços e depreciação mais controlada. **Resultados mais fracos para a maioria das locadoras pesadas:** i) $MILS3 deve entregar números resilientes apesar da sazonalidade mais fraca, ii) $ARML3 e $VAMO3 esperados mais pressionados, com maior desmobilização de ativos e/ou despesas financeiras elevadas. **Trimestre mais suave para a maioria das empresas de Bens de Capital**, com destaque para $EMBJ3, com geração de caixa e margens sazonalmente fortes. $WEGE3, $POMO3, $MYPK3, $TUPY3, $RAPT3 e $FRAS3 devem mostrar tendências mais fracas t/t ou a/a, impactadas por volumes menores, câmbio, tarifas e comparações difíceis. **Trimestre resiliente para empresas de infraestrutura:** i) Operadoras de rodovias MOTV3 ECOR3 devem reportar trimestres sólidos com tráfego positivo e boa execução de margens, ii) RAIL3 com ajustes de preço sequenciais, mas volumes e margens resilientes e, iii) HBSA3 com tendências operacionais em melhora, apesar da sazonalidade mais fraca.

Bruno Mazzoni

Bruno Mazzoni

@brunomazzoni

ARML3

· 06 de jan.

$arml3 Papo de hoje comenta sobre a Armac. Gráfico complementar no comentário deste curta.

Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

ARML3

· 28 de nov.

$ARML3 — Aquisição da Braslift reforça expansão no negócio de empilhadeiras e gera ROIC acima de 20% Armac anunciou hoje (28/nov) a aquisição de 100% da Braslift, empresa com sede em Curitiba que opera um portfólio de mais de mil ativos com idade média inferior a três anos e contratos de longo prazo junto a clientes dos segmentos de Alimentos, Agronegócio e Logística. Para 2026, a Braslift projeta receita bruta de locação de R$75 milhões e EBITDA de cerca de R$45 milhões, o que implica margem de ~65% e ROIC anualizado acima de 20%. A transação reforça o potencial de crescimento da Armac na unidade de Empilhadeiras, combinando a escala e o modelo de gestão da companhia com a especialização operacional da Braslift. A liderança atual será mantida e integrada ao time da unidade de negócios, com ênfase em acelerar a expansão no Sul do país. A empresa destaca oportunidades relevantes de sinergia no custo de capital e na aquisição de equipamentos e peças, o que deve elevar a competitividade no mercado regional. O negócio foi fechado a um enterprise value de R$155 milhões, considerando dívida líquida de R$37 milhões e valor de equity de R$118 milhões. O pagamento será estruturado em duas etapas: 40% à vista no fechamento (R$47 milhões) e o restante em três parcelas anuais consecutivas, corrigidas pelo CDI e sujeitas a mecanismos de holdback relacionados a eventuais contingências. A operação reforça a estratégia de Armac de consolidar fornecedores regionais e ampliar escala em segmentos de alta recorrência e margens robustas.

Lucas Uhlig

Lucas Uhlig

@lucasuhlig

ARML3

· 25 de nov.

$ARML3 Mais uma daquelas teses de crescimento que viraram turnaround, a Armac apresentou bons resultados no 3T25 com volta a lucratividade, queda na alavancagem e aumento relevante de EBITDA: fruto dos esforços da companhia em desmobilizar ativos e focar em ROIC Abaixo, segue alguns insights do conferece call 👇🏻 Confiança na entrega de margens. A administração reforçou a confiança em manter melhorias operacionais, visando margem EBITDA de locação entre 48% e 49% para o exercício de 2025. Essa meta reflete iniciativas contínuas de eficiência em G&A e otimização de processos, que permanecem centrais na estratégia da companhia. Alocação de ativos e tendência de demanda. A Armac está adotando uma abordagem mais neutra em relação aos setores na alocação de ativos, com gestores focados no retorno sobre o capital, e não na exposição setorial. Embora as propostas sejam diversificadas, a demanda está atualmente mais forte em operações portuárias e projetos agroindustriais, o que pode impulsionar crescimento adicional. Expansão de Seminovos e volatilidade. A companhia planeja acelerar a abertura de lojas de equipamentos usados, construindo um modelo de unidade econômica escalável e replicável. A administração alertou que, por se tratar de uma atividade nova no Brasil, é esperada volatilidade de curto prazo nas margens de Seminovos até que as lojas amadureçam e o mix de produtos se estabilize. Perspectiva de desalavancagem. A administração reiterou seu compromisso com uma estrutura de capital mais saudável, sinalizando que uma desalavancagem relevante deve ocorrer ao longo de 2026. Essa trajetória está alinhada à alocação disciplinada de capital e à melhoria na geração de caixa. Tendência do capex de manutenção. O capex de manutenção pode permanecer irregular no curto prazo, à medida que os ativos são preparados para venda, refletindo os esforços de otimização da frota. No entanto, a tendência direcional é de queda, sustentando a resiliência das margens e a eficiência operacional.

Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

ARML3

· 12 de nov.

🟢 $ARML3 | 3T25 — Acima do consenso A Armac reportou resultado acima das estimativas, com receita líquida de R$495 milhões (estável a/a; +5% vs. consenso) e EBITDA ajustado de R$199 milhões (estável a/a; +10% vs. consenso). O lucro líquido ajustado foi de R$29 milhões, 20% acima das projeções internas e 41% acima do consenso, refletindo o avanço do turnaround operacional e a volta das margens de locação acima de 50% — nível não visto desde o 2T23. O segmento de locação teve EBITDA ajustado de R$200 milhões (+7% a/a), com margem de 50,6% (+6,2 p.p. a/a), sustentada por renegociações de contratos, foco em rentabilidade e otimização da frota. A utilização média subiu para 74% (+1,7 p.p. t/t), e a produtividade avançou 3 p.p., apoiada por menor volume de chuvas e gestão ativa do portfólio. A alavancagem financeira caiu levemente para 2,5x ND/EBITDA, enquanto o ROIC anualizado avançou para 18,6% (+4,6 p.p. t/t). A companhia ainda possui R$750 milhões em ativos ociosos que devem ser vendidos até 2026, com potencial de liberar capital e reduzir endividamento.

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