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ASSAI ON É A 3º MAIOR ALTA DO IBOVESPA; SOBE 3,77%; A R$ 7,99

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Ativos mencionados

O que a comunidade está dizendo

Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados

Bruno Mazzoni

Bruno Mazzoni

@brunomazzoni

ASAI3

· 28 de abr.

$asai3 meu otimismo com assai e g. Mateus com 2036 continua. Difícil será não fazê-lo envelhecer mal

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

ASAI3

· 24 de fev.

$SMFT3 $VIVA3 $LREN3 $CEAB3 $ASAI3 $GMAT3 **BTG Pactual Sector Note - The tax reform is getting closer** A reforma tributária do consumo no Brasil saiu do debate estrutural e entrou em modo de implementação. O modelo de IVA dual, composto pela CBS (federal) e pelo IBS (estadual/municipal), substituirá progressivamente PIS, Cofins, ICMS e ISS entre 2027 e 2033. A fase de testes começa em 2026, a CBS entra em vigor em 2027 e o IBS substitui gradualmente ICMS/ISS a partir de 2029. A alíquota padrão combinada estimada pelo mercado fica próxima de 27 - 28%. O mecanismo mais poderoso da reforma é a **não-cumulatividade plena.** Varejistas poderão creditar o IVA pago sobre praticamente todos os insumos operacionais (logística, frete, aluguel, sistemas de tecnologia, marketing, centros de distribuição, utilities e capex). No regime antigo, a creditabilidade de PIS/Cofins era parcial e os créditos de ICMS eram fragmentados entre estados. Com o novo modelo, a carga tributária efetiva converge para o IVA sobre o valor adicionado apenas. Na prática, um varejista com R$40 bi de receita e 30% de margem bruta gera R$12 bi de valor adicionado. Logo, aplicando 27,9% de IVA, resulta em cerca de R$3,3 bi de imposto líquido, assumindo crédito total sobre a base de custos. **Olhando para as exceções:** Setores específicos se beneficiam de isenções ou reduções. A cesta básica (arroz, feijão, leite) terá isenção ou alíquota reduzida. Medicamentos e produtos de saúde também terão tratamento tributário diferenciado. Pequenos negócios seguem amparados pelo Simples Nacional (receita até R$4,8 mi). Empresas da Zona Franca de Manaus mantêm isenções substanciais sobre ICMS e IPI. **Implicações para varejistas listados:** **Assaí e Grupo Mateus:** operam com alto volume de essenciais e grandes estruturas logísticas. Devem se beneficiar de amplos créditos sobre estoque, frete e distribuição, compensando 80% dos custos de insumos como créditos. **Renner e C&A:** cadeias omnichannel complexas de vestuário. Ganham com tratamento uniforme nacional do IVA e creditabilidade sobre aluguel, marketing e tecnologia. Se recuperarem 40% dos custos de insumos como créditos, compensam totalmente a carga maior do IVA. **Vivara:** margens brutas altas e forte poder de precificação. Bem posicionada para absorver ou repassar o impacto do IVA. Se recuperar 70% dos custos de insumos como créditos, compensará integralmente a carga tributária aumentada. **SmartFit:** caso mais complexo. Negócio intensivo em serviços, com custos concentrados em mão de obra e salários (que não geram créditos de IVA). Receita de assinaturas enfrentará tributação integral do IVA. 📲 Compartilhe este conteúdo com quem investe! Se gostou, deixa o like e ativa as notificações para receber mais conteúdos como este.

Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

ASAI3

· 20 de fev.

🛒🧊 Assaí ($ASAI3) — Créditos de PIS/Cofins em bebidas frias e impactos da reforma tributária O Assaí revelou créditos de PIS/Cofins sobre bebidas frias estimados em ~R$ 1,9 bi (R$ 1,5 bi retroativos + R$ 380 mi em 2026), com VPL de ~R$ 1,1 bi, equivalente a 8,6% do valor de mercado pré-anúncio. A monetização já começou: R$ 100 mi foram realizados em janeiro, com expectativa de ao menos R$ 750 mi em 2026. O impacto no P&L será reconhecido apenas conforme a monetização efetiva (ativo contingente), e a empresa precisa homologar os créditos junto à Receita Federal até dez/2026 para preservar o uso a partir de 2027, quando PIS/Cofins dá lugar à CBS. A partir de 2027, com a reforma tributária, o benefício muda de natureza mas não desaparece: a transição para CBS pode gerar ~15 bps de expansão recorrente na margem bruta consolidada (~6,5% do lucro líquido estimado para 2027), a depender de quanto do ganho será absorvido por fornecedores ou repassado ao consumidor. A ação negocia a 13,3x/9,1x P/L 2026e/2027e (ex-IFRS 16, excluindo créditos não recorrentes), com FCF yield de 14,9%/13,5%. 📊 Riscos no radar: (i) os créditos retroativos ainda não têm jurisprudência consolidada e podem não ser aprovados integralmente; (ii) propostas de mudança na jornada de trabalho (6x1 para 5x2, 44h para 40h) poderiam pressionar custos de pessoal em até ~14% do lucro líquido 2027e num cenário sem mitigação, embora repasse a preços e implementação gradual reduzam esse risco.

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

ASAI3

· 19 de fev.

$ASAI3 | UBS atualizou as estimativas após os resultados do 4Q, **mantendo o lucro líquido pré-IFRS 16 de 2026/27e praticamente flat em R$944/1.440bn.** 🟡**Neutral (=)** Apesar de vendas pressionadas por deflação de commodities e consumo fraco, **4Q traz algum conforto em desalavancagem.** Destaque para a identificação de R$1.5bn em créditos de PIS/Cofins off-balance (12% do market cap), com potencial de monetização ao longo do tempo, além foco em corte de despesa, junto com possíveis fechamentos de lojas e sale & leaseback. Enxergam as margens como o principal risco, dado o aumento do salário mínimo de 7% em 2026 e turnover maior. Com ASAI negociando a 19x/12x 2026/27 PE, seguem com call neutral.

Iuri Franceschini

Iuri Franceschini

@iurii_fr

ASAI3

· 18 de fev.

Pregão esvaziado, operadores ainda no carnaval. Destaques: $VALE3 $ASAI3

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