BB INVESTIMENTO CORTA RECOMENDAÇÃO JALLES MACHADO P/'NEUTRA', PREÇO-ALVO R$5,20
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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados
Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos
@santafeinv
· 26 de fev.
🍬 Açúcar | Índia corta produção e assimetria começa a virar A Indian Association of Sugar Producers reduziu a estimativa da safra 25/26 para 29,3 mi t, ante 31 mi t anteriormente, refletindo menor produtividade agrícola e industrial em regiões-chave. O mercado esperava uma recuperação relevante vs. as ~26 mi t do ciclo passado, inclusive com 2 mi t de quota de exportação. Com a revisão, cresce a probabilidade de que essas exportações não se materializem. A Datagro projeta estoques domésticos em ~2 meses de consumo, nível baixo em termos históricos. 🌧️ O risco climático adiciona viés: há sinais de possível El Niño em meados de 2026, tipicamente negativo para a cana na Índia. 🇧🇷 No Brasil, o spread açúcar/etanol (~15% favorável ao etanol) sugere mix mais alcooleiro na nova safra, limitando a oferta global de açúcar. 📉 Do lado técnico, o açúcar caiu >25% LTM e fundos ampliaram a posição líquida vendida para ~239k contratos (recorde). A assimetria parece inclinada para cima caso fundamentos confirmem aperto. Nas ações, São Martinho ($SMTO3) e Jalles Machado ($JALL3) seguem pressionadas. Com margens comprimidas, cada +1 c/lb no açúcar pode elevar o lucro em ~16% e ~22%, respectivamente. Com paridade ao etanol próxima de c17–18/lb (vs. ~c14/lb), o cenário deixa de apontar para superávit relevante em 25/26 e passa a sugerir balanço mais justo.
Rodrigo de Assis Dutra Costa
@rodrigoadcosta
· 13 de fev.
$JALL3 🎋 HEDGE ROBUSTO SUSTENTA VISIBILIDADE EM MEIO A CICLO DESAFIADOR O BTG manteve recomendação de compra para Jalles Machado e trabalha com preço-alvo de R$ 6 por ação. O papel era negociado a R$ 3,05, com alta de 6,27% no pregão da manhã. A leitura do banco parte de um ponto objetivo: mesmo em um ambiente de preços pressionados e margens comprimidas no setor sucroenergético, a companhia pode atravessar o próximo ciclo com mais previsibilidade que parte dos pares. O principal diferencial está na política comercial. Aproximadamente 75% da produção projetada para a próxima safra já está travada a um preço médio de R$ 2.475 por tonelada, patamar cerca de 56% acima do mercado spot. Em um cenário em que algumas usinas operam com açúcar negociado abaixo do custo unitário, essa proteção tende a amortecer oscilações e preservar margem. No relatório que acompanhei, o BTG reforça que a última safra foi mais fraca do que o inicialmente projetado, com produtividade agrícola abaixo do esperado e consequente desalavancagem operacional. A mensagem é clara: o que define o resultado nesse negócio não é apenas a eficiência industrial, mas o desempenho do canavial. Se o rendimento agrícola reagir, a combinação de hedge bem posicionado e melhora de campo pode colocar a Jalles entre as margens mais altas do setor na próxima safra.
Júlio Vieira
@juliovieiraa
· 13 de fev.
$VALE3 $IRBR3 $JALL3 $XPBR31 $USIM5 $RAIZ4 **SNAPSHOT DOS RESULTADOS - 4T25:** 🟢 IRBR (+) IN LINE com perspectivas melhores à frente em termos de dividendos. Lucro veio em linha (R$ 143mn, +27% a/a) e com melhora relevante do índice combinado (95,2%), ou seja, para 100 reais de prêmio ganho, a resseguradora gasta ~95 com sinistros/despesas etc. No valuation, a empresa está negociando um pouco abaixo de 10x p/e. Apesar de ser uma potencial yield carry nos próximos 2 anos, gostaria de ver um pouco de crescimento nos prêmios para pagar esse múltiplo. 🟡 Jalles Machado (=) IN LINE pela eficiência da empresa durante o low do ciclo do açúcar. No 3FQ26, o EBITDA veio 6% acima do consenso, puxado pela marcação do hedge. Moagem (-) segue abaixo do plano (clima), sendo um fator que joga contra (pode já estar no preço). 🟢 Vale (+) BEAT puxado pela força do EBITDA (+6% vs consenso) com VBM rampando o operacional (+72% vs cons.). FCF Yield de 9% anualizado é bom, mas acho que tem bastante coisa no preço de tela atual. Chama bastante atenção que pelotas veio um pouco abaixo (-) e o custo caixa subiu um pouco no 4T25. Vale já foi uma barganha. 🟢 XP (+) IN LINE. Lucro de R$1,3bn em linha, puxado por Corporate (+49% YoY) e banking (cartões/seguros). NNM varejo R$20bn, mas receitas de investimentos ainda dependem de rotação de mix. No valuation de hoje em 9,8x, o re-rating da tese só ganha mais corpo com um ciclo de queda de juros mais firme. Gosto over B3. 🟢 Usiminas (+) IN LINE pelo resultado levemente positivo na divisão de mineração (+42% t/t), sustentando o EBITDA (+R$42mn vs est.). Guidance indica leve melhora no 1T26 via mix e preço/ton. FCF forte ajudou novamente na desalavancagem, com boa liberação de WK (leverage em -0,2x). All in, resultado consolidado levemente positivo, mas sem catalisadores de curto prazo. 🔴 Raízen (-) MISS pelo prejuízo de R$15,6bn impactado por impairment de R$11,1bn, que expõe fragilidade da estrutura de capital. A dívida subiu para 5,3x EBITDA mesmo com venda de ativos. Foco agora é recapitalização e desalavancagem. Não mexo nesse nome.
Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos
@santafeinv
· 13 de fev.
Jalles Machado | $JALL3 | 3FQ26 | 🟨 Operacional em linha; hedge sustentando Jalles reportou EBITDA ajustado de R$346mn, 🟩 +6% vs. estimativa, com surpresa positiva explicada majoritariamente pelo MTM de hedge. Operacionalmente, o trimestre foi mais morno, volumes já haviam sido previamente revisados por clima adverso. A leitura geral é neutra para a tese, com fundamentos preservados e hedge bem posicionado, mas sem catalisadores de curto prazo. ⸻ 📊 Principais números • EBITDA ajustado: R$346mn 🟩 +6% vs. estimativa • Crush 25/26: 7,1mm ton 🟨 Abaixo do inicialmente esperado (clima + menor volume no 2S) • EBIT ajustado: 🟩 +6% vs. estimativa • Bottom line: impulsionado por MTM de hedge ⸻ 🌾 Produção & Operação • Moagem 25/26 abaixo do plano inicial • Impacto climático já absorvido pelo mercado • Indicadores preliminares 26/27 mais construtivos 📌 Importante: A alavancagem operacional embutida no ramp-up da USV (Unidade Santa Vitória) pode amplificar ganhos caso o cenário de produtividade melhore. ⸻ 🍬 Açúcar – 🟩 Hedge é o destaque • Volumes em linha • Preços acima do esperado • Monetização de hedge sustentando resultado A companhia aumentou a cobertura forward para 27/28 a preços atrativos. 👉 Perfil de hedge mais longo: • Proteção de downside • Preserva opcionalidade para volumes futuros Em ambiente global ainda pressionado para açúcar, isso é diferencial estratégico. ⸻ ⛽ Etanol – 🟨 Volume menor, estratégia mantida • Volume trimestral abaixo • Preço mais forte limitou impacto • Estratégia deliberada de postergar vendas para intercrop 🔎 Não altera visão anual. ⸻ 🎯 Leitura estratégica ✔ Resultado acima via hedge ✔ Produção fraca já estava no preço ✔ Hedge longo adiciona proteção ✔ USV pode ser destravada em cenário 26/27 melhor Por outro lado: ⚠️ Custo de capital elevado no Brasil ⚠️ Tese é de duração longa ⚠️ Investidor pode esperar ponto de entrada melhor ⸻ 🧭 Conclusão 🟩 EBITDA acima 🟨 Operacional sem surpresa 🟩 Hedge bem posicionado 🟨 Tese intacta, mas sem gatilho imediato
Rodrigo de Assis Dutra Costa
@rodrigoadcosta
· 13 de fev.
📊 CORPORATIVO $BRKM5 - Braskem nega inadimplência com Banco do Brasil e diz estar adimplente, após notícias de que um caso específico elevou inadimplência do BB no 4T25. Companhia afirma não ter exposição financeira material com o banco. Ações caem 11% $CSMG3 - Hamilton Amadeo, presidente do conselho de administração da Copasa, renuncia ao cargo com efeito imediato, conforme comunicado pela companhia de saneamento de Minas Gerais ao mercado nesta quinta-feira $IRBR3 - IRB lucra R$ 143,3 mi no 4T25, alta de 27,4% ante o 4T24, com resultado de subscrição de R$ 293 mi, crescimento de 65%. No acumulado de 2025, lucro atinge R$ 505 mi, avanço de 35% frente ao ano anterior $JALL3 - Jalles Machado reverte prejuízo e lucra R$ 55,4 mi no 3T da safra 25/26. Ebitda ajustado recua 10,3% na base anual, para R$ 346,1 mi, e receita líquida totaliza R$ 515,3 mi, queda de 30,4% frente ao mesmo período anterior $RAIZ4 - Raízen reporta prejuízo de R$ 15,6 bi no 3T da safra 25/26, pressionado por impairment de R$ 11,1 bi. Ebitda ajustado cai 3,3%, para R$ 3,15 bi. Dívida líquida sobe 43%, a R$ 55,3 bi, com alavancagem saltando de 3x para 5,3x $USIM5 - Usiminas adota o dólar como moeda funcional a partir de janeiro de 2026. Mudança ocorre após Ternium concluir compra da fatia da Nippon Steel e passar a deter 71% das ações ordinárias. Alberto Ono renuncia à presidência do conselho $VALE3 - Vale reporta prejuízo de US$ 3,84 bi no 4T25, impactado por impairment de US$ 3,5 bi em níquel. Lucro proforma sobe 68%, a US$ 1,46 bi. Ebitda ajustado cresce 21%, para US$ 4,58 bi, e receita avança 9%, a US$ 11 bi $VIVT3 - Telefônica Brasil aprova JCP bruto de R$ 325 mi, líquido de R$ 268,12 mi, equivalente a R$ 0,0839 por ação. Base acionária de 23 de fevereiro, com ações ex-direito a partir de 24 de fevereiro. Pagamento até 30 de abril de 2027 $XPBR31 - XP lucra R$ 1,33 bi no 4T25, alta de 10% ante o 4T24. EBT ajustado cresce 20%, para R$ 1,55 bi, com margem de 31,3%, avanço de 252 bps em 12 meses. Retorno sobre patrimônio líquido ajustado atinge 22,8% no trimestre
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