BOFA MANTÉM RECOMENDAÇÃO 'NEUTRA' PARA MÉXICO EM PORTFÓLIO
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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados
Otavio Filho
@otavioscafe
· 02 de jul.
**Ibiuna projeta dólar fraco e mantém apostas táticas em juros no Brasil** A Ibiuna avalia que o dólar deve seguir pressionado, influenciado pela expectativa de corte antecipado de juros pelo Fed, possível alternância de poder nos EUA e incertezas com Trump. A gestora vê continuidade do movimento de desvalorização da moeda americana, e está exposta ao dólar fraco por meio de euro, peso mexicano e real. Do lado das posições, mantém exposição tática a índices futuros de ações nos EUA e Brasil e foco em posições aplicadas em juros nominais no Brasil e em emergentes. Mesmo com escassez de sinais de melhora na condução política, a Ibiuna vê tendência global e Selic estável como suporte para ativos locais.
Júlio Vieira
@juliovieiraa
· 22 de jan.
$USDMXN MILITARES DOS EUA SE PREPARAM PARA ENVIAR QUASE MIL TROPAS EM ATIVIDADE, PARA AS FRONTEIRAS DO MÉXICO - REUTERS
Júlio Vieira
@juliovieiraa
· 17 de set.
**MORNING CALL 17.09 - A DANÇA DA VOLATILIDADE NO CÂMBIO E NOS MERCADOS GLOBAIS** Os mercados asiáticos continuam a funcionar em câmera lenta, com baixa liquidez devido aos feriados locais que mantiveram as bolsas da Coreia do Sul ($KOSPI), Taiwan ($TAIEX) e China ($SSEC) fechadas. Já o Japão ($N225), de volta ao jogo após seu descanso, viu o índice Nikkei cair 1,03%, enquanto os traders se preparavam para uma semana de suspense monetário com as decisões do Federal Reserve (Fed) e do Banco do Japão (BoJ) no horizonte. O iene ($USDJPY), sempre ansioso para se destacar, atingiu seu nível mais alto em relação ao dólar desde julho de 2023, antecipando o possível estreitamento do diferencial de juros. E o mercado? Bem, este parece estar em modo otimista, já precificando um corte de 50 bps na taxa básica pelo Fed amanhã. Enquanto isso, o BoJ, nosso eterno conservador, deve ficar na sua e manter a política monetária inalterada na sexta-feira – embora os rumores digam que ele pode acabar cedendo a alguma pressão e apertar a política antes do final do ano. Na Europa ($STOXX), os mercados amanhecem com um sorriso otimista, com os principais índices de ações registrando altas consideráveis. Tudo isso embalado pela expectativa de que o Federal Reserve, em um raro momento de generosidade, anuncie um corte de juros mais robusto amanhã. Esse entusiasmo com os juros acabou ofuscando os dados preocupantes vindos da Alemanha ($DAX), onde o índice ZEW de expectativas econômicas despencou de 19,2 para apenas 3,6 pontos — uma queda que, em outros tempos, teria tirado o sono dos investidores. No entanto, o foco do dia está no potencial movimento estratégico do banco italiano UniCredit ($UNCFF), que busca autorização dos reguladores para adquirir até 30% do Commerzbank ($CBK). Essa possível investida tem mexido com os nervos do mercado, aumentando a volatilidade das ações envolvidas. Afinal, em tempos de juros baixos, quem pode culpar os bancos por procurar oportunidades de expansão, mesmo que isso signifique um salto arriscado no tabuleiro do xadrez europeu? Olho nesse deal! No mercado de câmbio ($DXY), o dólar segue praticamente estável, sem uma direção clara frente às principais moedas globais. A história muda um pouco quando olhamos para as divisas emergentes, onde o cenário é mais diversificado. O peso mexicano ($USDMXN), por exemplo, mostra fraqueza e recua 0,7% frente ao dólar. Já o nosso realzinho ($USDBRL) parece estar no centro das atenções, com um aumento significativo na ponta vendedora da moeda americana — movimento impulsionado tanto por investidores estrangeiros quanto por fundos locais. Fica a pergunta: será que todos estão se preparando para um possível corte de 50 bps nos juros pelo Fed? Parece que o mercado não quer ser pego de surpresa, ajustando suas posições com uma dose de cautela e uma pitada de desconfiança sobre o que vem pela frente.
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