Bolsas asiáticas: Nikkei e Kospi fecham opostos com feriado chinês no radar
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O que a comunidade está dizendo
Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados
Rodrigo de Assis Dutra Costa
@rodrigoadcosta
· 27 de jan.
$KOSPI | $NIKKEI | $HSI | $SSEC | $ASX ÁSIA SOBE EM BLOCO, COREIA LIDERA E MERCADOS RELATIVIZAM RUÍDO TARIFÁRIO As bolsas asiáticas encerraram o pregão majoritariamente em alta, com a Coreia do Sul assumindo o protagonismo ao romper a marca histórica dos 5 mil pontos. O movimento chamou atenção não apenas pelo patamar alcançado, mas pelo fato de ter ocorrido apesar das ameaças de elevação tarifária por parte dos Estados Unidos. Na Coreia, o avanço foi puxado principalmente por empresas ligadas à tecnologia e semicondutores, enquanto setores mais expostos a possíveis sanções comerciais, como o automotivo, ficaram para trás. A leitura predominante entre investidores foi de que o discurso protecionista, embora relevante, não alterou de forma imediata os fundamentos das companhias líderes do mercado local. Autoridades e parlamentares em Seul reforçaram a avaliação de que não há ligação direta entre o processo legislativo interno e a política tarifária americana, argumento que ajudou a reduzir o peso do risco político no curto prazo. Veículos locais, como o Korean Times, destacaram que acordos e memorandos firmados anteriormente seguem válidos, o que contribuiu para um ambiente mais construtivo. No Japão, o mercado também avançou, sustentado por ações ligadas à indústria de tecnologia e equipamentos, enquanto na China o desempenho foi mais misto. O índice mais amplo de Xangai registrou leve alta, apoiado pela melhora sequencial dos lucros industriais, ao passo que o mercado de Shenzhen apresentou ajuste marginal. Hong Kong acompanhou o tom positivo, beneficiado pelo apetite por risco regional, e Taiwan também fechou em alta moderada. Na Oceania, a bolsa australiana subiu na volta de feriado, refletindo um ambiente externo mais favorável e fluxo positivo para ativos de risco. Em conjunto, o pregão asiático mostrou um mercado mais focado em fundamentos e resultados corporativos do que em ameaças políticas pontuais. A reação sugere que, ao menos por ora, investidores preferem esperar sinais concretos antes de reprecificar ativos com base em discursos e ruídos geopolíticos.
Júlio Vieira
@juliovieiraa
· 10 de dez.
**THREAD CALL 10.12 - PRAY FOR CHINA, INFLAÇÃO AMERICANA NO RADAR & BRASÍLIA EM BUSCA DE CREDIBILIDADE** Na China ($SSEC), os ativos de risco entregaram boa parte do ímpeto visto na madrugada passada, com o mercado de olho nas medidas de estímulo à economia que foram prometidas pelo PCC na segunda. No front de dados econômicos, as exportações e importações chinesas ficaram abaixo das expectativas - destaque negativo para as importações que surpreenderam o consenso. Em Seoul ($KOSPI), o ministério das Finanças da Coréia do Sul revelou planos de injetar mais 70 bilhões de wons no mercado acionário local até o fim desta semana. O objetivo é conter a volatilidade deflagrada pela crise política instaurada devido à controversa decisão do presidente do país de decretar lei marcial temporariamente. Na Austrália ($ASX200), o banco central manteve os juros inalterados em 4,35% ao ano, mas reforçou estar confiante de que a inflação caminha de forma sustentável em direção à meta.
Júlio Vieira
@juliovieiraa
· 10 de dez.
**THREAD CALL 10.12 - PRAY FOR CHINA, INFLAÇÃO AMERICANA NO RADAR & BRASÍLIA EM BUSCA DE CREDIBILIDADE** Na China ($SSEC), os ativos de risco entregaram boa parte do ímpeto visto na madrugada passada, com o mercado de olho nas medidas de estímulo à economia que foram prometidas pelo PCC na segunda. No front de dados econômicos, as exportações e importações chinesas ficaram abaixo das expectativas - destaque negativo para as importações que surpreenderam o consenso. Em Seoul ($KOSPI), o ministério das Finanças da Coréia do Sul revelou planos de injetar mais 70 bilhões de wons no mercado acionário local até o fim desta semana. O objetivo é conter a volatilidade deflagrada pela crise política instaurada devido à controversa decisão do presidente do país de decretar lei marcial temporariamente. Na Austrália ($ASX200), o banco central manteve os juros inalterados em 4,35% ao ano, mas reforçou estar confiante de que a inflação caminha de forma sustentável em direção à meta.
Júlio Vieira
@juliovieiraa
· 09 de dez.
**THREAD CALL 09.12 - CHINA NO RADAR, REVIEW DO NFP E ATUALIZAÇÃO DO FISCAL NO BRASIL** 1 - Na Ásia, os principais índices de ações fecharam mistos após dados de inflação da China ($SSEC) mostrarem desaceleração. Durante encontro liderado pelo Comitê Central do PCC, Xi anunciou uma política fiscal mais proativa e uma postura monetária frouxa para 2025, com foco em impulsionar o consumo, melhorar investimentos e estabilizar setores imobiliário e acionário. Xi Jinping reafirmou o compromisso com metas econômicas, reconhecendo desafios, mas destacando a resiliência da economia chinesa. No Japão, o evento da segunda foi o PIB, divulgado ontem (08/12), que mostrou resultado positivos para e conomia. Crescendo pela primeira vez em 30 anos, o crescimento nominal do Japão anualizado ultrapassou a China. Enquanto isso, a crise política na Coreia do Sul ($KOSPI) ainda reflete instabilidade após o presidente sul-coreano sobreviver a uma votação de impeachment no fim de semana. Promotores sul-coreanos nomearam o presidente como alvo de uma investigação criminal por possíveis acusações de traição e abuso de poder.
Júlio Vieira
@juliovieiraa
· 17 de set.
**MORNING CALL 17.09 - A DANÇA DA VOLATILIDADE NO CÂMBIO E NOS MERCADOS GLOBAIS** Os mercados asiáticos continuam a funcionar em câmera lenta, com baixa liquidez devido aos feriados locais que mantiveram as bolsas da Coreia do Sul ($KOSPI), Taiwan ($TAIEX) e China ($SSEC) fechadas. Já o Japão ($N225), de volta ao jogo após seu descanso, viu o índice Nikkei cair 1,03%, enquanto os traders se preparavam para uma semana de suspense monetário com as decisões do Federal Reserve (Fed) e do Banco do Japão (BoJ) no horizonte. O iene ($USDJPY), sempre ansioso para se destacar, atingiu seu nível mais alto em relação ao dólar desde julho de 2023, antecipando o possível estreitamento do diferencial de juros. E o mercado? Bem, este parece estar em modo otimista, já precificando um corte de 50 bps na taxa básica pelo Fed amanhã. Enquanto isso, o BoJ, nosso eterno conservador, deve ficar na sua e manter a política monetária inalterada na sexta-feira – embora os rumores digam que ele pode acabar cedendo a alguma pressão e apertar a política antes do final do ano. Na Europa ($STOXX), os mercados amanhecem com um sorriso otimista, com os principais índices de ações registrando altas consideráveis. Tudo isso embalado pela expectativa de que o Federal Reserve, em um raro momento de generosidade, anuncie um corte de juros mais robusto amanhã. Esse entusiasmo com os juros acabou ofuscando os dados preocupantes vindos da Alemanha ($DAX), onde o índice ZEW de expectativas econômicas despencou de 19,2 para apenas 3,6 pontos — uma queda que, em outros tempos, teria tirado o sono dos investidores. No entanto, o foco do dia está no potencial movimento estratégico do banco italiano UniCredit ($UNCFF), que busca autorização dos reguladores para adquirir até 30% do Commerzbank ($CBK). Essa possível investida tem mexido com os nervos do mercado, aumentando a volatilidade das ações envolvidas. Afinal, em tempos de juros baixos, quem pode culpar os bancos por procurar oportunidades de expansão, mesmo que isso signifique um salto arriscado no tabuleiro do xadrez europeu? Olho nesse deal! No mercado de câmbio ($DXY), o dólar segue praticamente estável, sem uma direção clara frente às principais moedas globais. A história muda um pouco quando olhamos para as divisas emergentes, onde o cenário é mais diversificado. O peso mexicano ($USDMXN), por exemplo, mostra fraqueza e recua 0,7% frente ao dólar. Já o nosso realzinho ($USDBRL) parece estar no centro das atenções, com um aumento significativo na ponta vendedora da moeda americana — movimento impulsionado tanto por investidores estrangeiros quanto por fundos locais. Fica a pergunta: será que todos estão se preparando para um possível corte de 50 bps nos juros pelo Fed? Parece que o mercado não quer ser pego de surpresa, ajustando suas posições com uma dose de cautela e uma pitada de desconfiança sobre o que vem pela frente.
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