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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados

Rodrigo Costa

Rodrigo Costa

@rodrigoadcosta

VIVT3

· 13 de mar.

📊 CORPORATIVO 2 $MGLU3 - Magazine Luiza registrou lucro ajustado de R$ 124,7 mi no 4T25, queda de 10% a/a, acima do dobro do consenso de R$ 55,7 mi. Receita líquida cresceu 3,4% para R$ 11,1 bi e Ebitda ajustado somou R$ 867 mi (+2,5%). CEO anunciou novo ciclo focado em IA e rentabilidade. $NEOE3 - Conselho de administração da Neoenergia manifestou apoio à OPA da Iberdrola para compra de todas as ações e cancelamento da listagem no Novo Mercado da B3. O leilão está marcado para 9 de abril de 2026. O registro da empresa passaria da Categoria A para a Categoria B. $PETR4 - Petrobras aprovou adesão ao programa de subvenção econômica ao óleo diesel, instituído por Medida Provisória, com assinatura condicionada à análise da ANP sobre o preço de referência. A empresa ressalta que preserva flexibilidade em sua estratégia comercial e de refino. $RAIZ4 - Juízo da 3ª Vara de Falências de São Paulo deferiu a recuperação extrajudicial da Raízen, com suspensão de 180 dias de ações e execuções sobre créditos abrangidos, incluindo principal e juros. A empresa tem 90 dias para demonstrar quórum de homologação do plano. $RAPT4 - Randoncorp registrou prejuízo de R$ 231,2 mi no 4T25, revertendo lucro de R$ 117,7 mi do 4T24. Ebitda ajustado somou R$ 329,5 mi (-21,3% a/a) e receita recuou 1,5% para R$ 3,2 bi. Guidance 2026: receita entre R$ 12,5 bi e R$ 14 bi, com margem Ebitda de 12% a 14%. $VALE3 - Conselho da Vale aprovou o cancelamento de cerca de 100 mi de ações em tesouraria, equivalente a 36,9% do total retido. Após a operação, a empresa mantém 170 mi ações em tesouraria, representando 4% do capital, com base de 4,4 bi de ações ordinárias em circulação. $VIVT3 - Acionistas da Telefônica Brasil aprovaram redução de capital de R$ 4 bi em AGE, sem cancelamento de ações, com restituição parcial de valor aos acionistas no montante de R$ 1,25 por ação ordinária. Após a operação, o capital social da empresa passa a ser de R$ 56,07 bi.

Iuri Franceschini

Iuri Franceschini

@iurii_fr

TIMS3

· 25 de fev.

Ações que fecharam hoje em máxima histórica: $TIMS3 $SBSP3 $ALOS3 $CPLE3 $IGTI11 $AURA33.

Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

TIMS3

· 24 de fev.

📡📊 $TIMS3 | Guidance 2026 em linha, mas dividendos surpreendem positivamente A TIM divulgou seu guidance para 2026, amplamente em linha com o outlook trienal (2025–2027) anunciado no ano passado. A principal surpresa veio na remuneração ao acionista 💰. 🔎 Relembrando o guidance 2025–2027: 📈 Crescimento de receita de serviços: ~5% ao ano 📊 Crescimento de EBITDA: 6–8% ao ano 🏗️ Capex nominal estável: R$4,4–4,6 bi/ano 💸 Crescimento do OpFCF: 11–14% ao ano O guidance 2026 basicamente reitera esses números. ���� Dividendos: o destaque positivo A remuneração ao acionista para 2026 foi elevada para R$5,3–5,5 bilhões, acima da nossa estimativa anterior de R$4,8 bilhões. 📊 Isso implica um yield próximo de 8% para 2026, claramente acima do esperado e o principal vetor positivo do anúncio. Em um contexto de tese baseada em geração de caixa e previsibilidade, esse incremento reforça a atratividade relativa do papel dentro do setor. 🤔 Ausência de guidance 2026–2028 gera especulação Um ponto que pode chamar atenção do mercado é a ausência de um novo guidance de longo prazo (2026–2028), tradicionalmente divulgado junto à atualização anual. Desta vez, a companhia apresentou apenas metas para 2026. A administração indicou que o outlook mais longo será divulgado no 2S, mencionando uma questão estratégica em nível de grupo, mas sem detalhamento adicional. Naturalmente, isso pode alimentar especulações. 📶 Estratégia: mobile-centric, mas com opcionalidade Hoje, a TIM é essencialmente uma operadora focada em mobile 📱. O mercado frequentemente debate se a companhia deveria acelerar investimentos em banda larga fixa para construir uma proposta plenamente convergente (mobile + fibra). No material divulgado hoje, a empresa destacou: 🌐 Esforços para fortalecer a operação de broadband 🔄 Avaliação de movimentos inorgânicos 📊 Análise do impacto da convergência no core mobile Ou seja, há reconhecimento explícito da importância estratégica do tema. 🎯 Conclusão O guidance operacional veio em linha com o já esperado, reforçando previsibilidade. O diferencial positivo foi a remuneração ao acionista, acima das estimativas. O foco agora se desloca para: Divulgação do guidance de médio prazo no 2S Eventuais movimentos estratégicos em convergência Sustentabilidade da geração de caixa diante do ambiente competitivo A combinação de disciplina de capex, crescimento moderado e payout elevado continua sendo o principal pilar da história da TIM no curto prazo.

Iuri Franceschini

Iuri Franceschini

@iurii_fr

VIVT3

· 23 de fev.

$VIVT3 aprovou novo programa de recompra de até 42,86 mi de ações ordinárias, válido por 12 meses.

Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

VIVT3

· 23 de fev.

Telefônica Brasil | $VIVT3 | 4T25 | 🟩 Execução sólida, OpFCF acelerando A Telefônica Brasil entregou um trimestre bastante equilibrado, com receita, EBITDA e lucro líquido praticamente em linha com as estimativas. A receita de serviços cresceu 6,5% YoY, atingindo R$14,3bn (🟨 -0,3% vs. estimativa), impulsionada principalmente pelo desempenho do móvel, enquanto a receita fixa veio ligeiramente mais fraca do que o esperado. O EBITDA alcançou R$6,7bn (🟨 em linha), com margem de 42,9%, expansão de 40bps YoY mesmo contra uma base comparativa exigente — o 4T24 havia sido beneficiado por maiores ganhos com venda de ativos e reversões de contingências. O lucro líquido somou R$1,88bn, também essencialmente em linha. 📱 Móvel: aceleração confirmada A receita de serviços móveis (MSR) cresceu 7,0% YoY (🟩 acima da nossa expectativa de 6,5%), confirmando a aceleração já antecipada após a base distorcida de 2024. O pós-pago, que representa 86% da MSR, avançou 8% YoY, sustentado por crescimento de 6,5% na base e alta de 1,5% no ARPU (ex-M2M), que atingiu R$52,9. O pré-pago continuou recuando (-3,9% YoY), mas em ritmo mais moderado, refletindo a migração estrutural para planos híbridos e pós-pagos. O móvel segue como principal vetor de crescimento e rentabilidade. 🌐 Fixo: crescimento consistente, mas abaixo do esperado A receita fixa avançou 5,4% YoY (🟥 1,7% abaixo da estimativa). A receita de FTTH cresceu 9,8%, com expansão de 12% na base de assinantes, mas o ARPU ainda mostrou pressão (-2,3% YoY). Já o segmento corporativo (Dados, ICT & Serviços Digitais) cresceu 10% YoY, reforçando a diversificação da receita fixa. 💰 Disciplina em leasing impulsiona caixa O grande destaque do trimestre foi o fluxo de caixa operacional. O capex totalizou R$2,36bn (-4% YoY; 🟨 1,7% acima da estimativa), enquanto as despesas com leasing recuaram 9% YoY (🟩 7% abaixo da nossa projeção). Essa combinação levou o OpFCF a R$3,1bn, alta de 30,5% YoY (🟩 2% acima da estimativa). A dinâmica reforça o cenário de expansão estrutural de geração de caixa, sustentado por: - Crescimento orgânico de receita - Ganho de margem - Capex estabilizado - Disciplina financeira 📊 Remuneração e valuation A companhia distribuiu R$6,4bn em 2025 e estimamos R$8,7bn em 2026. Isso implica um dividend yield projetado de aproximadamente 6,6% para 2026, ainda atrativo, embora comprimido após a forte performance recente do papel. O setor segue com fundamentos sólidos: crescimento próximo ou ligeiramente acima da inflação, margens em expansão e ausência de novo ciclo relevante de investimento no curto prazo, sustentando crescimento de dois dígitos no OpFCF. 🧭 Conclusão 🟨 Receita, EBITDA e lucro em linha 🟩 Móvel acelerando 🟩 OpFCF forte 🟨 Yield comprimido após rally Trimestre confirma execução consistente e trajetória saudável de geração de caixa, embora o valuation já reflita parte relevante dessa qualidade.

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