BTG: ADMINISTRAÇÃO DO INTER PROJETOU QUE ROE DEVE CONTINUAR MELHORANDO
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O que a comunidade está dizendo
Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados
Rodrigo de Assis Dutra Costa
@rodrigoadcosta
· 02 de mar.
📈 BTG PACTUAL – SMALL CAPS DE MARÇO: SMARTFIT ENTRA E INTER SAI O BTG Pactual atualizou a carteira de Small Caps para março com uma mudança. Smart Fit [$SMFT3] passou a integrar o portfólio do mês. Segundo o banco, a ação combina crescimento consistente de receita, ganho de alavancagem operacional e negocia a 13 vezes o lucro estimado para 2026. A casa projeta expansão média de 32% ao ano no lucro por ação entre 2025 e 2028. ▪️ Permanecem na carteira Aura [$AURA33], Copasa [$CSMG3], Sanepar [$SAPR11], GPS [$GGPS3], 3tentos [$TTEN3], Pague Menos [$PGMN3], C&A [$CEAB3], Tenda [$TEND3] e Vitru [$VTRU3]. ▪️ Em contrapartida, Inter [$INBR32] deixou o portfólio.
Júlio Vieira
@juliovieiraa
· 28 de fev.
$ITUB4 $BBDC4 $BBAS3 $BPAC11 $ROXO34 $SANB11 $INBR32 **Bancos brasileiros: ROE de primeiro mundo. Imposto tupiniquim!** Os bancos brasileiros estão, sim, entre os mais rentáveis do planeta, e em alguns casos, com ROE acima de 20% e chegando perto de 30% em períodos específicos. E isso acontece mesmo com uma carga tributária elevada sobre o lucro (que pode ficar bem acima de 40% quando somamos IRPJ + CSLL e outros efeitos). Dito isso, nos preços atuais, ainda existe alguma oportunidade assimétrica?
Iuri Franceschini
@iurii_fr
· 23 de fev.
Uma onda vendedora derrubando o setor bancário mundo afora... Destaque aqui para as BDRs de $ROXO34 batendo 7% de queda, maior queda desde Abril/25. $INBR32 chegando a cair mais de 6%. Queda é generalizada, setor financeiro IFNC aqui -2%.
Júlio Vieira
@juliovieiraa
· 20 de fev.
$ITUB4 $BBDC4 $BBAS3 $SANB11 $INBR32 $ROXO34 $ABCB4 **| Citi vê efeito limitado em lucros de bancos brasileiros em 2026 com antecipação de contribuições ao FGC** Parece que o impacto potencial é bastante limitado nos lucros dos principais bancos brasileiros em 2026 em razão de mudanças no arcabouço de financiamento do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), após a liquidação do Banco Master e seus desdobramentos drenarem uma parte relevante do caixa do FGC. O mecanismo central da revisão envolve um adiantamento de capital e uma sobretaxa operacional recorrente, ou seja, a obrigação dos bancos de adiantar 84 meses de suas contribuições ordinárias (1 bps dos depósitos elegíveis), em um processo que pode incluir um adiantamento imediato de 60 meses em 2026 e adiantamentos de 12 meses em 2027 e 2028, bem como apontaram uma contribuição extraordinária de 6 bps ao ano. No cálculo sobre os efeitos, os analistas assumiram 100% do CDI como custo de oportunidade para os bancos. A amostra incluiu Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil, Santander Brasil, Nubank, Banco Inter e ABC Brasil. **Sobre os impactos:** No universo de cobertura do banco, os impactos estão variando de 0,4% do lucro (Nubank) a cerca de 1,9% (Banco do Brasil). Em termos de capital de Nível 1, o impacto parece moderado, em torno de 8 bps do índice do quarto trimestre de 2025. Para BB, Itaú e Nubank, as estimativas podem estar superestimadas, pois foram utilizados todos os depósitos, incluindo operações fora do Brasil, nos cálculos. Dada a natureza extraordinária da situação, o fato de que alguns bancos têm espaço de capital limitado e que as provisões teriam ponderação de risco de 100%, **não descarto a possibilidade de o BCB conceder uma dispensa (waiver) da contribuição.** **Outro ponto mitigador:** os bancos também estão negociando ativamente com o BC para permitir o uso de depósitos compulsórios no financiamento desses adiantamentos ao FGC. Como os compulsórios já são ativos não remunerados mantidos no BC, seu redirecionamento poderia reduzir os custos de oportunidade para os bancos. Espera-se que as instituições acelerem iniciativas de eficiência **e eventualmente reprecifiquem o crédito para preservar suas metas de ROE.**
Rodrigo de Assis Dutra Costa
@rodrigoadcosta
· 11 de fev.
$INBR32 🏦 RECEITAS AVANÇAM, MAS QUALIDADE DE ATIVOS E CUSTOS FREIAM LEITURA MAIS CONSTRUTIVA Na avaliação do Citi, o quarto trimestre do Inter trouxe avanço consistente nas receitas, mas o conjunto dos indicadores operacionais não foi homogêneo. O banco digital registrou lucro líquido de R$ 374 milhões no período, número 2% abaixo das estimativas da casa, enquanto manteve evolução em métricas como margem líquida de juros ajustada ao risco e expansão da carteira. Os analistas destacam que parte do resultado reflete os custos associados à aceleração do crescimento ao longo de 2025. Ao mesmo tempo, houve deterioração na qualidade da carteira de crédito ao consumidor, com aumento da inadimplência e maior volume de operações classificadas em estágio 3, considerado o mais sensível. Também chamou atenção a interrupção da trajetória de ganho de eficiência. O índice subiu 0,4 ponto percentual frente ao trimestre anterior, atingindo 45,5%, movimento associado à alta de despesas administrativas.
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