Notícia

BTG Pactual reativa e expande securitizadora

·

Diante do forte crescimento do mercado de crédito privado nos últimos cinco anos, o BTG Pactual resolveu atuar em uma nova frente. O banco relançará nos próximos dias a BSec, sua plataforma de securitização que entre 2000 e 2016 funcionou exclusivamente para transações feitas internamente. Agora, a empresa passará a operar de forma independente e a oferecer ao mercado em geral serviços de estruturação e emissão de operações em diferentes classes, incluindo Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), de Recebíveis do Agronegócio (CRAs), de Recebíveis (CRs) e debêntures securitizadas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Ativos mencionados

O que a comunidade está dizendo

Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados

Ricardo Cunha

Ricardo Cunha

@ricardo_cunha

BPAC11

· 17 de abr.

Comprado na BPAC3 vai subir 80%

Ricardo Cunha

Ricardo Cunha

@ricardo_cunha

BPAC5

· 17 de abr.

Comprado na BPAC3 vai subir 80%

Ricardo Cunha

Ricardo Cunha

@ricardo_cunha

BPAC3

· 17 de abr.

Comprado na BPAC3 vai subir 80%

Rodrigo Costa

Rodrigo Costa

@rodrigoadcosta

BPAC11

· 17 de mar.

$BPAC11 🏦 ESTRATÉGIA DE SPECIAL SITS DO BTG PACTUAL DEVE GERAR R$ 1 BILHÃO EM 2026 O JP Morgan destaca que o BTG Pactual tem demonstrado solidez na alocação de capital em seu segmento de special situations, transformando ganhos não recorrentes em receitas recorrentes. O banco ressalta que créditos do FCVS, oriundos de bancos liquidados como Nacional e BESA, devem gerar entre R$ 1 bilhão e R$ 1,5 bilhão em receitas anualizadas. Para o JP Morgan, essa estratégia explica parte do aumento no rendimento da carteira de crédito corporativo do BTG nos últimos anos. A análise aponta que cerca de um terço do lucro contábil do BTG no quarto trimestre de 2025 foi proveniente dessas subsidiárias de ativos estressados. O JP Morgan estima que ainda restem entre R$ 0,8 bilhão e R$ 1,4 bilhão em receitas de FCVS para serem reconhecidas em 2026, quando os pagamentos do Tesouro Nacional devem ser finalizados. Apesar da complexidade contábil, o banco vê o segmento como uma peça cada vez mais material para os resultados e o valor de mercado do BTG.

Rodrigo Costa

Rodrigo Costa

@rodrigoadcosta

BPAC5

· 17 de mar.

$BPAC11 🏦 ESTRATÉGIA DE SPECIAL SITS DO BTG PACTUAL DEVE GERAR R$ 1 BILHÃO EM 2026 O JP Morgan destaca que o BTG Pactual tem demonstrado solidez na alocação de capital em seu segmento de special situations, transformando ganhos não recorrentes em receitas recorrentes. O banco ressalta que créditos do FCVS, oriundos de bancos liquidados como Nacional e BESA, devem gerar entre R$ 1 bilhão e R$ 1,5 bilhão em receitas anualizadas. Para o JP Morgan, essa estratégia explica parte do aumento no rendimento da carteira de crédito corporativo do BTG nos últimos anos. A análise aponta que cerca de um terço do lucro contábil do BTG no quarto trimestre de 2025 foi proveniente dessas subsidiárias de ativos estressados. O JP Morgan estima que ainda restem entre R$ 0,8 bilhão e R$ 1,4 bilhão em receitas de FCVS para serem reconhecidas em 2026, quando os pagamentos do Tesouro Nacional devem ser finalizados. Apesar da complexidade contábil, o banco vê o segmento como uma peça cada vez mais material para os resultados e o valor de mercado do BTG.

Baixe o app para ver todas as opiniões da comunidade