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Casas Bahia entrega balanço na segunda-feira; rede se reuniu com bancos e advogados

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A varejista Casas Bahia não divulgou o seu balanço financeiro relativo ao segundo trimestre que deveria ter sido publicado até a data de ontem na página da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Empresas que deixarem de prestar as informações periódicas ao mercado devem pagar multa ordinária, aplicada em função do atraso na prestação de informação periódica, segundo artigo da resolução CVM 47/21.

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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados

Lucas Uhlig

Lucas Uhlig

@lucasuhlig

BHIA3

· 12 de mar.

$BHIA3 Mais um resultado com melhora sequencial O Grupo Casas Bahia apresentou no 4T25 um conjunto de resultados que reforça a evolução operacional do plano de transformação, com crescimento de receita, forte expansão de EBITDA e melhora relevante na estrutura de capital, ainda que o lucro líquido continue pressionado por juros elevados e itens não recorrentes. A receita líquida atingiu R$ 8,5 bilhões no 4T25, alta de 6,1% a/a, enquanto no acumulado de 2025 somou R$ 29,2 bilhões, crescimento de 7,3%. O avanço foi impulsionado principalmente pelo canal online, que cresceu 24,3% no trimestre, com destaque para o 1P (+25%) e para o marketplace (+16,2%). Já o canal físico registrou leve retração de 1,2%, refletindo o fechamento líquido de lojas, embora o SSS tenha crescido 2,6%, indicando ganho de produtividade das unidades remanescentes. A participação do e-commerce atingiu 41,6% do GMV, reforçando a mudança estrutural no mix de vendas. O lucro bruto foi de R$ 2,7 bilhões no trimestre, alta de 8,6%, com margem de 31,5%, beneficiada por um efeito não recorrente de R$ 176 milhões relacionado ao estorno de DIFAL. Excluindo esse impacto, a margem seria de 29,5%, indicando pressão decorrente do maior peso do canal digital, que possui margens estruturalmente menores. No acumulado de 2025, o lucro bruto atingiu R$ 8,9 bilhões, com margem de 30,5%, leve queda de 0,3 p.p. frente a 2024. O EBITDA ajustado foi um dos principais destaques, totalizando R$ 826 milhões no 4T25, crescimento de 29,1%, com margem de 9,8%, o maior nível em quase três anos. Desconsiderando o efeito DIFAL, a margem seria 7,7%, praticamente estável na comparação anual. No acumulado de 2025, o EBITDA ajustado atingiu R$ 2,6 bilhões, avanço de 29,7%, com expansão de 1,6 p.p. na margem, evidenciando forte alavancagem operacional, já que a receita cresceu apenas 7,3% no período. A disciplina de custos segue sendo um vetor importante dessa melhora. As despesas SG&A ficaram praticamente estáveis no trimestre em R$ 1,9 bilhão, mas caíram como proporção da receita para 22,5%, uma redução de 1,3 p.p. No ano, as despesas recuaram 0,7% em termos absolutos, enquanto a receita cresceu, resultando em diluição de 1,9 p.p. no indicador SG&A/receita. A companhia também registrou forte queda nas demandas trabalhistas, que recuaram 64% no trimestre, evidenciando avanço na resolução de passivos históricos. No lucro líquido, entretanto, o resultado segue negativo. O prejuízo ajustado foi de R$ 79 milhões no 4T25, melhora relevante frente ao prejuízo de R$ 452 milhões no 4T24. Já o resultado reportado mostrou prejuízo de R$ 1,5 bilhão, impactado por um ajuste contábil de R$ 1,45 bilhão relacionado à reavaliação de ativos fiscais diferidos, sem efeito caixa. No acumulado de 2025, o prejuízo ajustado foi de R$ 1,5 bilhão, piora frente a R$ 1,0 bilhão em 2024, refletindo principalmente o aumento do custo financeiro, em um ambiente de CDI médio de 14,3%. Em contrapartida, a geração de caixa operacional apresentou melhora expressiva, atingindo R$ 2,1 bilhões no 4T25 e R$ 3,4 bilhões em 2025, crescimento de 52% a/a, impulsionada por melhora operacional, liberação de capital de giro e redução de pagamentos trabalhistas. A geração de caixa livre da firma (FCFF) alcançou R$ 1,8 bilhão no trimestre e R$ 2,15 bilhões no ano, mais que o dobro de 2024, consolidando a reversão observada desde 2022. O destaque estrutural do trimestre foi a forte desalavancagem. A dívida líquida ajustada caiu para R$ 1,1 bilhão, reduzindo a alavancagem para apenas 0,4x EBITDA, contra 1,9x no trimestre anterior, após a conversão de R$ 2 bilhões de dívida em ações e renegociações com desconto. O endividamento bruto recuou para cerca de R$ 1,0 bilhão, fortalecendo significativamente o balanço. Em síntese, o trimestre confirma a melhora operacional consistente da Casas Bahia, com expansão de margens, forte geração de caixa e balanço substancialmente mais saudável. O principal fator que ainda impede o retorno ao lucro é o elevado custo financeiro, ligado ao nível de juros no Brasil. Com a desalavancagem já avançada e eventual queda da taxa básica, a companhia passa a ter condições mais claras de atingir breakeven de lucro líquido nos próximos 12 a 24 meses, mantendo o e-commerce e a eficiência operacional como principais motores de crescimento.

Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

BHIA3

· 12 de mar.

📊 Grupo Casas Bahia | $BHIA3 | 4T25 | 🟨 Crescimento forte online, mas margens pressionadas O Grupo Casas Bahia apresentou resultado misto no 4T25, com GMV e receita acima das estimativas, impulsionados principalmente pelo forte desempenho do e-commerce e pela parceria com o Mercado Livre. Por outro lado, margens mais fracas e ajustes contábeis pressionaram o resultado operacional. 💰 Crescimento e vendas O GMV total cresceu 9% YoY, acima das estimativas. O grande destaque foi o canal online, que avançou 22% YoY, com forte aceleração em: - 1P online: +26% YoY (maior crescimento em 16 trimestres) - 3P marketplace: +16% YoY - take rate: 12,1% (+10 bps YoY) A parceria com o Mercado Livre foi um dos principais motores desse crescimento, aumentando o tráfego e acelerando as vendas online. Já o canal físico (brick & mortar) permaneceu fraco: - GMV praticamente estável YoY - SSS: +2,6% - impactado por base forte de comparação e consumo mais fraco. No consolidado: - Receita líquida: R$8,5bn (+6% YoY) - Receita de serviços: +15,5%. 📉 Margens A margem bruta caiu 1,4 p.p. YoY, refletindo principalmente: - maior peso do canal online no mix - menor participação de serviços. Mesmo com forte controle de SG&A, a margem EBITDA ajustada caiu para 7,7% (-30 bps YoY). O EBITDA veio ~11% abaixo das estimativas. 📉 Lucro O resultado contábil foi impactado por efeitos extraordinários: - R$1,45bn de write-off de créditos fiscais (IR/CSLL) - efeito do crédito fiscal Difal. Com isso, o prejuízo contábil foi de R$1,5bn. Excluindo itens não recorrentes, o prejuízo ajustado foi de R$79mn, melhor que o ano anterior. 💸 Fluxo de caixa O trimestre trouxe forte geração de caixa livre, de R$1,8bn, beneficiado por: - sazonalidade do 4T - melhores negociações com fornecedores. 📊 Reestruturação da dívida Um dos pontos mais relevantes foi o avanço na reestruturação financeira: - Conversão de ~R$2bn de dívida em equity - ~R$610mn em descontos de dívida Isso reduziu a alavancagem de 1,9x para 0,4x ND/EBITDA. A companhia estima economia de ~R$7,7bn em caixa até 2030 com a nova estrutura. 🎯 Conclusão 🟩 Forte crescimento do e-commerce 🟩 Estrutura de capital significativamente melhor 🟨 Margens pressionadas pelo mix de canais 🟨 Canal físico ainda fraco Apesar do avanço operacional e da melhora do balanço, o mercado deve acompanhar a evolução das margens e a monetização da parceria com o Mercado Livre, além do impacto do ambiente macro no consumo.

Rodrigo Costa

Rodrigo Costa

@rodrigoadcosta

BHIA3

· 12 de mar.

📊 CORPORATIVO 2 $AZZA3 - Azzas registrou lucro líquido recorrente de R$ 168 mi no 4T25, recuo de 0,5% ante o 4T24; Ebitda recorrente de R$ 501 mi, queda de 3,5%; receita R$ 3,263 bi encolheu 4,1%. Empresa encerrou cinco projeções de expansão da Hering para 2025-2027 após integração com Soma. $B3SA3 - CVM autorizou o Regime Fácil a partir de 16 de março, permitindo que empresas com faturamento anual até R$ 500 mi captem até R$ 300 mi/ano na B3 sem coordenador líder; B3 estima que cerca de 150 mil empresas sejam elegíveis para o programa de acesso simplificado. $BHIA3 - Casas Bahia registrou prejuízo líquido de R$ 1,53 bi no 4T, muito acima da estimativa de R$ 154,4 mi, impactado por provisões contábeis sem impacto no caixa; Ebitda ajustado de R$ 826 mi superou projeção de R$ 719 mi; margem bruta de 31,5% superou 30,5% estimado. $BRAV3 - Brava registrou prejuízo de R$ 588 mi no 4T25, ante R$ 1 bi no 4T24; Ebitda ajustado de R$ 808 mi (US$ 150 mi) avançou 60% a/a, mas recuou 38% vs 3T25; receita de R$ 2,54 bi cresceu 31% a/a; menor volume offshore e descontos em Atlanta pressionaram o resultado. $CMIN3 - CSN Mineração registrou lucro líquido de R$ 1,19 bi no 4T25, queda de 40,8% a/a e alta de 71,6% vs 3T25; Ebitda ajustado de R$ 1,76 bi recuou 12,6%; receita ajustada de R$ 4,10 bi avançou 5,2%; Ebitda acumulado de 2025 atingiu R$ 6,44 bi, crescimento de 9,4% ante 2024. $COGN3 - Cogna reportou lucro líquido ajustado de R$ 279,4 mi no 4T25, queda de 72% a/a e aquém da estimativa de R$ 296,7 mi; Ebitda recorrente de R$ 769,1 mi caiu 5,3%, abaixo dos R$ 839,7 mi projetados; receita de R$ 2,20 bi cresceu 1,9%, mas ficou abaixo da projeção. $CSNA3 - CSN registrou prejuízo líquido de R$ 721 mi no 4T25, ante R$ 85 mi no 4T24; Ebitda ajustado de R$ 3,32 bi recuou 0,3% a/a; receita líquida de R$ 11,4 bi caiu 5,2% a/a e 3,3% vs 3T25; no acumulado de 2025, o prejuízo totalizou R$ 1,5 bi, ante R$ 1,53 bi em 2024. $ESPA3 - Espaçolaser registrou lucro ajustado de R$ 10,8 mi no 4T25, alta de 11,7% a/a; Ebitda ajustado de R$ 66,1 mi cresceu 37,3%, com expansão de 4,8 p.p. na margem operacional; caixa operacional de R$ 54,5 mi e dívida líquida/Ebitda em 1,78x, mínimo em 17 trimestres. $FRAS3 - Frasle registrou lucro líquido de R$ 55,9 mi no 4T25, queda de 58,5% a/a versus base elevada do 4T24; Ebitda ajustado de R$ 213,5 mi recuou 1,6% na comparação anual; receita líquida de R$ 1,38 bi avançou 25% vs 4T24, sustentada por crescimento de volumes e câmbio. $LAVV3 - Lavvi pagará em 17 de março a primeira parcela do programa de dividendos anunciado em janeiro; o desembolso inicial é de R$ 30 mi, ou R$ 0,1535 por ação ordinária, para acionistas na data-base de 2 de fevereiro; ações negociam ex-dividendo desde 3 de fevereiro de 2026. $MDNE3 - Moura Dubeux registrou lucro líquido de R$ 111,89 mi no 4T25, alta de 148,9% a/a; Ebitda ajustado de R$ 137,98 mi cresceu 159,0% na comparação anual; receita líquida de R$ 704,68 mi avançou 91,6% ante o 4T24, impulsionada por forte aceleração das entregas no trimestre.

Rodrigo de Assis Dutra Costa

Rodrigo de Assis Dutra Costa

@rodrigoadcosta

BHIA3

· 09 de mar.

📊 CORPORATIVO $B3SA3 - B3 reduz horário do mercado de ações para 10h às 16h55 a partir de 9/3, em ajuste ao horário de verão nos EUA; BDRs e ETFs seguem o mesmo horário; futuro de Ibovespa passa a ser negociado das 9h às 18h25; nova grade para FRW e futuros europeus em 30/3 $BHIA3 - Casas Bahia rebate matéria do Valor Econômico sobre atrasos a lojistas e entregas, afirmando que pendências de pagamento via Pix foram sanadas e que informações são defasadas; varejista nega problemas estruturais em logística e reafirma transparência ao mercado $EMBJ3 - Embraer conclui antecipadamente programa de recompra aprovado em 5/3, adquirindo a totalidade de 10,9 milhões de ações ordinárias previstas; companhia também encerra contratos de equity swap com Itaú Unibanco vinculados a planos de incentivo de longo prazo $FESA4 - Ferbasa registra lucro de R$ 99,8 mi no 4T25, queda de 21% ante 4T24; Ebitda ajustado cai 90,9% para R$ 4,3 mi; no ano, lucro recua 42,4% para R$ 188,7 mi e Ebitda cai 47,8% para R$ 183,8 mi, pressionados por queda nos preços das ferroligas e tarifas dos EUA $FIQE3 - Unifique cria subsidiária Unifique Paraná para adquirir a iSuper Telecom, provedora com 24 mil acessos ativos em fibra óptica no Paraná; negócio avaliado em R$ 37,9 mi; operação visa expandir infraestrutura de fibra e suportar implantação de 5G $MBRF3 - J.P. Morgan reduz participação na MBRF para 4,46% das ações ordinárias, após operações com 28,2 milhões de ações em 27/2/2026; banco declara motivação exclusiva de investimento e hedge de riscos em operações com clientes, sem intenção de alterar controle $MRVE3 - MRV reverte prejuízo de R$ 249,8 mi e registra lucro de R$ 41,4 mi no 4T25; receita operacional líquida de R$ 3,04 bi supera estimativa de R$ 2,86 bi; lucro bruto cresce 42% para R$ 897,2 mi; no ano, prejuízo soma R$ 1,40 bi ante R$ 503 mi em 2024 $ODPV3 $BBDC4 - Odontoprev convoca AGE para 6/4 para deliberar sobre incorporação de ações da Bradesco Gestão de Saúde; conselho aprovou aditamento ao protocolo e justificação da operação, conforme comunicado divulgado em 6 de março de 2026 $RDOR3 - Rede D'Or obtém aprovação do MEC para abrir faculdade de medicina no Rio de Janeiro com 100 vagas por ano, sob supervisão do Instituto D'Or; iniciativa integra estratégia da companhia de ampliar formação de profissionais médicos no Brasil $UGPA3 - Ultrapar está em conversas avançadas para vender 30% da Ipiranga à Chevron, com acordo de preço já acertado e negociações na fase de governança, segundo Brazil Journal; parceria entre as empresas na ICONIC teria facilitado as tratativas $ZAMP3 - Zamp registra lucro líquido de R$ 31,4 mi no 4T25, com receita operacional líquida de R$ 1,48 bi e Ebitda ajustado de R$ 258,9 mi, margem de 17,5%; no acumulado de 2025, companhia encerra o ano com prejuízo líquido de R$ 107,1 milhões

Iuri Franceschini

Iuri Franceschini

@iurii_fr

BHIA3

· 09 de fev.

Os papéis mais shorteados da bolsa. Destaque para $BHIA3 e $RAIZ4 batendo mais de 30% do FF alugado. Bom timing de compra dessas lista é $AZZA3.

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