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Cliente sumiu da loja na Copa e faz Renner rever projeção para o ano

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A Renner tinha calculado uma redução no volume de clientes nas lojas físicas durante a Copa, considerando o efeito médio histórico do evento em vendas, mas o impacto acabou sendo maior. "A gente via redução em dias de jogos do Brasil mas, neste ano, foi mais amplo. Talvez por serem mais times, talvez pela transmissão em streaming, pelo interesse em outras seleções", diz Fabio Faccio, CEO da varejista, ao Pipeline. 

Ativos mencionados

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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

LREN3

· 12 de mai.

$LREN3 $CEAB3 $RIAA3 Isso já vinha pesando nos ativos e agora confirmou. Mais um vento contrário junto com terminal cada vez maior.

Bruno Mazzoni

Bruno Mazzoni

@brunomazzoni

LREN3

· 31 de mar.

$lren3 limitando-se a análise de preços, lojas Renner tem upside acima dos R$20 ainda em 2026

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

LREN3

· 06 de mar.

$PETR4 $ENEV3 $CPFE3 $LREN3 $FLRY3 $TTEN3 $TRIS3 $TEND3 $VVEO3 **SNAPSHOT DOS RESULTADOS 4T25 - 06.03.2026** 🟡 Petrobras [ = ] Em linha pelo EBITDA de US$ 10,9 bi. O capex de US$ 6,6 bi veio 20% acima da projeção, confirmando o ciclo pesado de investimentos e limitando potencial aumento dos dividendos. Hoje, a PETR4 tem um Yield de fluxo de caixa abaixo de 9% e um DY anualizado que, no melhor nos casos, **ficará em linha com o IDIV.** 🟡 Eneva [ = ] Em linha pela queda na alavancagem (2,6x ND/EBITDA) e EBITDA afetado por itens não recorrente à operação da empresa. O mercado ainda segue mais atento ao próximo leilão de capacidade (mar/26). As estimativas projetam que a Eneva vença contratos que somam R$10,4/ação no base case, **incluindo recontratação de P1/P3, carvão**, expansão em Sergipe e ativos adquiridos do BTG. 🟢 CPFL Energia [ = ] BEAT pelo EBITDA que veio levemente acima do esperado apesar da piora no lucro bruto, ainda pressionado pelo curtailment. Grande destaque foi a surpresa positiva dos dividendos de R$ 4,3 bi (Dividend Yield de 9,2%), bem acima das projeções. 🟡 Lojas Renner [ = ] Apesar do lucro 5% abaixo do consenso (pelos write-offs), o FCF de R$ 562 milhões e a posição de caixa líquido de R$ 1,5 bi dão conforto para retorno ao acionista. O que joga contra é o crescimento de apenas 3,3%, mesmo considerando a margem do varejo positiva. E como a empresa negocia a 10,5x p/e, seria interessante algum move de crescimento mais expressivo para justificar esse valuation. Acho justo no preço que está. 🟢 Fleury [ + ] O grande BEAT dos resultados, entregando receita acima do consenso (+12% YoY) e margem de 22,1%. A alavancagem caiu para 1,0x ND/EBITDA, o que é confortável, e o DY de 6% reforça o perfil defensivo da companhia num ambiente de juros ainda elevados. Gosto bastante do nome. 🔴 3Tentos [ - ] EBITDA de R$237mn ficou -18% vs. estimativas (R$285mn), penalizado pela combinação de **fretes mais caros** (participação do MT no volume subiu de 37% para 49%), margem comprimida na Indústria por paradas programadas em Ijuí e Vera, e spread farelo sob pressão. O segmento de Insumos foi o destaque positivo, com margem de 23,2% (+3,5 p.p.), o melhor nível em dois anos, e o management sinalizou que jan-fev/26 já crescem +36% a/a. Trimestre de piso. [ ? ] O grande foco para 2026 é o ramp-up da usina de etanol POAN/MT e a normalização do ciclo industrial. Frete (logística chegou a 9,8% da ROL vs 4,6% no 4T24, puxada pelo peso do MT no mix). O hedge foi o que evitou um tombo maior. 🟡 Trisul [ = ] Receita de R$440mn (+5% a/a) e lucro de R$63mn (-13% a/a), em linha com estimativas. ROE saudável de 17%. A exposição crescente ao segmento de baixa renda via Elev é o principal vetor de crescimento da tese. Valuation de 6,5x P/E 2026 é atrativo para o perfil da empresa, com alavancagem controlada (ND/Equity 37%). Porém, é necessário monitorar VSO tria tri para justificar potenciais re-ratings. 🟡 Tenda [ + ] Apesar do BEAT na receita e lucro, a Alea manchou um pouco a foto por causa da pressão nas margens (prejuízo de 50mn, acima do esperado). Porém, a operação Tenda segue firme nas vendas (+27% YoY), então o mercado deve continuar dando o benefício da dúvida. No valuation atual (6x p/e 2026e), pode ser uma oportunidade tática se o mercado penalizar o balanço. 🟡 Viveo [ + ] Supresa positiva da noite, com receita e EBITDA acima das estimativas do mercado. A margem também veio acima (+70 bps YoY), confirmando o 5º trimestre de expansão. O fluxo de caixa também melhorou, mas ainda é insuficiente para pagar os vencimentos. Cia deve começar a entregar lucro no 2S26. O ponto de atenção segue em torno da alavancagem (4x ND/EBITDA).

Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

LREN3

· 06 de mar.

📊 Lojas Renner | $LREN3 | 4T25 | 🟩 Operação forte no varejo, lucro impactado por itens não recorrentes A Lojas Renner reportou um 4T25 ligeiramente melhor que o esperado no operacional, apesar de o lucro líquido ter ficado um pouco abaixo das estimativas devido a efeitos não recorrentes. Em um trimestre desafiador para o varejo de vestuário, a companhia entregou crescimento moderado de vendas e expansão relevante de margens no varejo 👗. As vendas mesmas lojas (SSS) cresceram 3,3% YoY, com receita total +4% YoY, em linha com as expectativas. A companhia destacou melhora gradual nas vendas ao longo do trimestre, apoiada por ajustes mais rápidos de coleção durante a temporada. O e-commerce continuou ganhando relevância, crescendo cerca de 10% YoY e alcançando 14,4% das vendas totais. 💰 Margens operacionais fortes O EBITDA consolidado ficou acima das expectativas, com a divisão de varejo compensando o desempenho mais fraco da Realize (financeira). A margem bruta do varejo expandiu 73bps YoY, refletindo boa execução comercial mesmo em um ambiente competitivo mais forte. Além disso, houve diluição de despesas SG&A, o que levou o EBITDA do varejo a superar as estimativas do mercado, reforçando a viabilidade da meta de margem EBITDA para 2030. Por outro lado, a divisão Realize apresentou EBITDA abaixo do esperado devido a yield menor da carteira de crédito, embora a inadimplência tenha permanecido estável YoY. 📉 Lucro e geração de caixa O lucro líquido foi de R$553mn, cerca de 5% abaixo do consenso, impactado por R$99mn em baixas contábeis não recorrentes. A geração de caixa livre permaneceu robusta em R$562mn, mesmo com capex mais elevado, relacionado a investimentos em tecnologia e abertura de lojas. O balanço segue muito sólido, com posição de caixa líquido de ~R$1,5bn, oferecendo espaço para continuidade de retornos ao acionista. 🎯 Conclusão 🟩 EBITDA do varejo acima das expectativas 🟩 Margem bruta e SG&A com boa execução 🟨 Realize abaixo do esperado 🟨 Lucro pressionado por itens não recorrentes O trimestre reforça a resiliência operacional da Renner. A forte posição de caixa e a evolução das margens reforçam a capacidade da companhia de sustentar crescimento e retornos ao acionista.

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

LREN3

· 24 de fev.

$SMFT3 $VIVA3 $LREN3 $CEAB3 $ASAI3 $GMAT3 **BTG Pactual Sector Note - The tax reform is getting closer** A reforma tributária do consumo no Brasil saiu do debate estrutural e entrou em modo de implementação. O modelo de IVA dual, composto pela CBS (federal) e pelo IBS (estadual/municipal), substituirá progressivamente PIS, Cofins, ICMS e ISS entre 2027 e 2033. A fase de testes começa em 2026, a CBS entra em vigor em 2027 e o IBS substitui gradualmente ICMS/ISS a partir de 2029. A alíquota padrão combinada estimada pelo mercado fica próxima de 27 - 28%. O mecanismo mais poderoso da reforma é a **não-cumulatividade plena.** Varejistas poderão creditar o IVA pago sobre praticamente todos os insumos operacionais (logística, frete, aluguel, sistemas de tecnologia, marketing, centros de distribuição, utilities e capex). No regime antigo, a creditabilidade de PIS/Cofins era parcial e os créditos de ICMS eram fragmentados entre estados. Com o novo modelo, a carga tributária efetiva converge para o IVA sobre o valor adicionado apenas. Na prática, um varejista com R$40 bi de receita e 30% de margem bruta gera R$12 bi de valor adicionado. Logo, aplicando 27,9% de IVA, resulta em cerca de R$3,3 bi de imposto líquido, assumindo crédito total sobre a base de custos. **Olhando para as exceções:** Setores específicos se beneficiam de isenções ou reduções. A cesta básica (arroz, feijão, leite) terá isenção ou alíquota reduzida. Medicamentos e produtos de saúde também terão tratamento tributário diferenciado. Pequenos negócios seguem amparados pelo Simples Nacional (receita até R$4,8 mi). Empresas da Zona Franca de Manaus mantêm isenções substanciais sobre ICMS e IPI. **Implicações para varejistas listados:** **Assaí e Grupo Mateus:** operam com alto volume de essenciais e grandes estruturas logísticas. Devem se beneficiar de amplos créditos sobre estoque, frete e distribuição, compensando 80% dos custos de insumos como créditos. **Renner e C&A:** cadeias omnichannel complexas de vestuário. Ganham com tratamento uniforme nacional do IVA e creditabilidade sobre aluguel, marketing e tecnologia. Se recuperarem 40% dos custos de insumos como créditos, compensam totalmente a carga maior do IVA. **Vivara:** margens brutas altas e forte poder de precificação. Bem posicionada para absorver ou repassar o impacto do IVA. Se recuperar 70% dos custos de insumos como créditos, compensará integralmente a carga tributária aumentada. **SmartFit:** caso mais complexo. Negócio intensivo em serviços, com custos concentrados em mão de obra e salários (que não geram créditos de IVA). Receita de assinaturas enfrentará tributação integral do IVA. 📲 Compartilhe este conteúdo com quem investe! Se gostou, deixa o like e ativa as notificações para receber mais conteúdos como este.

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