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Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

MELI34

· 12 de mar.

$BABA $BABA34 $MU $MUTC34 $MELI $MELI34 $CRM $SSFO34 **SNAPSHOT DO SELL SIDE + FATOS RELEVANTES** 🟢 Alibaba [ + ] Morgan Stanley colocou a empresa como **top pick em IA no basket tech** das empresas chinesas, citando o modelo proprietário rodando em chip proprietário dentro da infraestrutura de nuvem própria. Isso reduz dependência da NVIDIA, melhora economics de inferência e cria um moat de custo que concorrentes sem fab capabilities não replicam facilmente como a Alibaba. 🟢 Micron [ + ] Overweight mantido pelo Wells Fargo junto com aumento de 14,6% no target price do papel (upside de 12,3% vs spot). O múltiplo de referência gira em torno de 9x lucro para 2027E. Apesar da ciclicidade do setor, o Wells Fargo **está comprando o mix shift para o HBM4** (próxima geração de memória que alimenta as GPUs de IA (Nvidia Rubin em especial). **Catalisadores:** => Mix crossover HBM4 esperado no 2H26 com +20-30% de ASP uplift, ou seja, preço médio por unidade sobe 20-30% só pela mudança de mix, sem precisar de crescimento de volume. => Toda a capacidade HBM4 de CY26 já está alocada/vendida, e isso é o dado mais bullish do relatório. **Backlog fechado elimina risco de demanda para o próximo ano e meio.** 🟡 Salesforce [ ! ] Movimento agressivo. A empresa emitiu US$25 bilhões em senior notes (dívida corporativa de mercado de capitais) com o único propósito declarado de recomprar US$25 bilhões em ações. O ASR fecha em 16 de março, ou seja, **as ações já entram no balanço como recompradas na semana que vem.** Essa operação representa aproximadamente 9-10% do float sendo retirado do mercado de uma vez. Um ASR dessa magnitude é um dos maiores já executados na história do mercado americano de tech. 🔴 Mercado Livre [ - ] **Downgrade de margens.** O JPMorgan colocou neutral na tese fazendo uma revisão estrutural na margem de longo prazo, que saiu de 17% para 14% (queda de 300 bps). A gestão do MELI comunicou conforto com níveis mais altos de investimento no curto prazo. Para o JPMorgan, isso eliminou a tese de estabilização do EBIT que sustentava o Overweight anterior.

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

MELI

· 12 de mar.

$BABA $BABA34 $MU $MUTC34 $MELI $MELI34 $CRM $SSFO34 **SNAPSHOT DO SELL SIDE + FATOS RELEVANTES** 🟢 Alibaba [ + ] Morgan Stanley colocou a empresa como **top pick em IA no basket tech** das empresas chinesas, citando o modelo proprietário rodando em chip proprietário dentro da infraestrutura de nuvem própria. Isso reduz dependência da NVIDIA, melhora economics de inferência e cria um moat de custo que concorrentes sem fab capabilities não replicam facilmente como a Alibaba. 🟢 Micron [ + ] Overweight mantido pelo Wells Fargo junto com aumento de 14,6% no target price do papel (upside de 12,3% vs spot). O múltiplo de referência gira em torno de 9x lucro para 2027E. Apesar da ciclicidade do setor, o Wells Fargo **está comprando o mix shift para o HBM4** (próxima geração de memória que alimenta as GPUs de IA (Nvidia Rubin em especial). **Catalisadores:** => Mix crossover HBM4 esperado no 2H26 com +20-30% de ASP uplift, ou seja, preço médio por unidade sobe 20-30% só pela mudança de mix, sem precisar de crescimento de volume. => Toda a capacidade HBM4 de CY26 já está alocada/vendida, e isso é o dado mais bullish do relatório. **Backlog fechado elimina risco de demanda para o próximo ano e meio.** 🟡 Salesforce [ ! ] Movimento agressivo. A empresa emitiu US$25 bilhões em senior notes (dívida corporativa de mercado de capitais) com o único propósito declarado de recomprar US$25 bilhões em ações. O ASR fecha em 16 de março, ou seja, **as ações já entram no balanço como recompradas na semana que vem.** Essa operação representa aproximadamente 9-10% do float sendo retirado do mercado de uma vez. Um ASR dessa magnitude é um dos maiores já executados na história do mercado americano de tech. 🔴 Mercado Livre [ - ] **Downgrade de margens.** O JPMorgan colocou neutral na tese fazendo uma revisão estrutural na margem de longo prazo, que saiu de 17% para 14% (queda de 300 bps). A gestão do MELI comunicou conforto com níveis mais altos de investimento no curto prazo. Para o JPMorgan, isso eliminou a tese de estabilização do EBIT que sustentava o Overweight anterior.

Lucas Uhlig

Lucas Uhlig

@lucasuhlig

BHIA3

· 12 de mar.

$BHIA3 Mais um resultado com melhora sequencial O Grupo Casas Bahia apresentou no 4T25 um conjunto de resultados que reforça a evolução operacional do plano de transformação, com crescimento de receita, forte expansão de EBITDA e melhora relevante na estrutura de capital, ainda que o lucro líquido continue pressionado por juros elevados e itens não recorrentes. A receita líquida atingiu R$ 8,5 bilhões no 4T25, alta de 6,1% a/a, enquanto no acumulado de 2025 somou R$ 29,2 bilhões, crescimento de 7,3%. O avanço foi impulsionado principalmente pelo canal online, que cresceu 24,3% no trimestre, com destaque para o 1P (+25%) e para o marketplace (+16,2%). Já o canal físico registrou leve retração de 1,2%, refletindo o fechamento líquido de lojas, embora o SSS tenha crescido 2,6%, indicando ganho de produtividade das unidades remanescentes. A participação do e-commerce atingiu 41,6% do GMV, reforçando a mudança estrutural no mix de vendas. O lucro bruto foi de R$ 2,7 bilhões no trimestre, alta de 8,6%, com margem de 31,5%, beneficiada por um efeito não recorrente de R$ 176 milhões relacionado ao estorno de DIFAL. Excluindo esse impacto, a margem seria de 29,5%, indicando pressão decorrente do maior peso do canal digital, que possui margens estruturalmente menores. No acumulado de 2025, o lucro bruto atingiu R$ 8,9 bilhões, com margem de 30,5%, leve queda de 0,3 p.p. frente a 2024. O EBITDA ajustado foi um dos principais destaques, totalizando R$ 826 milhões no 4T25, crescimento de 29,1%, com margem de 9,8%, o maior nível em quase três anos. Desconsiderando o efeito DIFAL, a margem seria 7,7%, praticamente estável na comparação anual. No acumulado de 2025, o EBITDA ajustado atingiu R$ 2,6 bilhões, avanço de 29,7%, com expansão de 1,6 p.p. na margem, evidenciando forte alavancagem operacional, já que a receita cresceu apenas 7,3% no período. A disciplina de custos segue sendo um vetor importante dessa melhora. As despesas SG&A ficaram praticamente estáveis no trimestre em R$ 1,9 bilhão, mas caíram como proporção da receita para 22,5%, uma redução de 1,3 p.p. No ano, as despesas recuaram 0,7% em termos absolutos, enquanto a receita cresceu, resultando em diluição de 1,9 p.p. no indicador SG&A/receita. A companhia também registrou forte queda nas demandas trabalhistas, que recuaram 64% no trimestre, evidenciando avanço na resolução de passivos históricos. No lucro líquido, entretanto, o resultado segue negativo. O prejuízo ajustado foi de R$ 79 milhões no 4T25, melhora relevante frente ao prejuízo de R$ 452 milhões no 4T24. Já o resultado reportado mostrou prejuízo de R$ 1,5 bilhão, impactado por um ajuste contábil de R$ 1,45 bilhão relacionado à reavaliação de ativos fiscais diferidos, sem efeito caixa. No acumulado de 2025, o prejuízo ajustado foi de R$ 1,5 bilhão, piora frente a R$ 1,0 bilhão em 2024, refletindo principalmente o aumento do custo financeiro, em um ambiente de CDI médio de 14,3%. Em contrapartida, a geração de caixa operacional apresentou melhora expressiva, atingindo R$ 2,1 bilhões no 4T25 e R$ 3,4 bilhões em 2025, crescimento de 52% a/a, impulsionada por melhora operacional, liberação de capital de giro e redução de pagamentos trabalhistas. A geração de caixa livre da firma (FCFF) alcançou R$ 1,8 bilhão no trimestre e R$ 2,15 bilhões no ano, mais que o dobro de 2024, consolidando a reversão observada desde 2022. O destaque estrutural do trimestre foi a forte desalavancagem. A dívida líquida ajustada caiu para R$ 1,1 bilhão, reduzindo a alavancagem para apenas 0,4x EBITDA, contra 1,9x no trimestre anterior, após a conversão de R$ 2 bilhões de dívida em ações e renegociações com desconto. O endividamento bruto recuou para cerca de R$ 1,0 bilhão, fortalecendo significativamente o balanço. Em síntese, o trimestre confirma a melhora operacional consistente da Casas Bahia, com expansão de margens, forte geração de caixa e balanço substancialmente mais saudável. O principal fator que ainda impede o retorno ao lucro é o elevado custo financeiro, ligado ao nível de juros no Brasil. Com a desalavancagem já avançada e eventual queda da taxa básica, a companhia passa a ter condições mais claras de atingir breakeven de lucro líquido nos próximos 12 a 24 meses, mantendo o e-commerce e a eficiência operacional como principais motores de crescimento.

Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

BHIA3

· 12 de mar.

📊 Grupo Casas Bahia | $BHIA3 | 4T25 | 🟨 Crescimento forte online, mas margens pressionadas O Grupo Casas Bahia apresentou resultado misto no 4T25, com GMV e receita acima das estimativas, impulsionados principalmente pelo forte desempenho do e-commerce e pela parceria com o Mercado Livre. Por outro lado, margens mais fracas e ajustes contábeis pressionaram o resultado operacional. 💰 Crescimento e vendas O GMV total cresceu 9% YoY, acima das estimativas. O grande destaque foi o canal online, que avançou 22% YoY, com forte aceleração em: - 1P online: +26% YoY (maior crescimento em 16 trimestres) - 3P marketplace: +16% YoY - take rate: 12,1% (+10 bps YoY) A parceria com o Mercado Livre foi um dos principais motores desse crescimento, aumentando o tráfego e acelerando as vendas online. Já o canal físico (brick & mortar) permaneceu fraco: - GMV praticamente estável YoY - SSS: +2,6% - impactado por base forte de comparação e consumo mais fraco. No consolidado: - Receita líquida: R$8,5bn (+6% YoY) - Receita de serviços: +15,5%. 📉 Margens A margem bruta caiu 1,4 p.p. YoY, refletindo principalmente: - maior peso do canal online no mix - menor participação de serviços. Mesmo com forte controle de SG&A, a margem EBITDA ajustada caiu para 7,7% (-30 bps YoY). O EBITDA veio ~11% abaixo das estimativas. 📉 Lucro O resultado contábil foi impactado por efeitos extraordinários: - R$1,45bn de write-off de créditos fiscais (IR/CSLL) - efeito do crédito fiscal Difal. Com isso, o prejuízo contábil foi de R$1,5bn. Excluindo itens não recorrentes, o prejuízo ajustado foi de R$79mn, melhor que o ano anterior. 💸 Fluxo de caixa O trimestre trouxe forte geração de caixa livre, de R$1,8bn, beneficiado por: - sazonalidade do 4T - melhores negociações com fornecedores. 📊 Reestruturação da dívida Um dos pontos mais relevantes foi o avanço na reestruturação financeira: - Conversão de ~R$2bn de dívida em equity - ~R$610mn em descontos de dívida Isso reduziu a alavancagem de 1,9x para 0,4x ND/EBITDA. A companhia estima economia de ~R$7,7bn em caixa até 2030 com a nova estrutura. 🎯 Conclusão 🟩 Forte crescimento do e-commerce 🟩 Estrutura de capital significativamente melhor 🟨 Margens pressionadas pelo mix de canais 🟨 Canal físico ainda fraco Apesar do avanço operacional e da melhora do balanço, o mercado deve acompanhar a evolução das margens e a monetização da parceria com o Mercado Livre, além do impacto do ambiente macro no consumo.

Rodrigo Costa

Rodrigo Costa

@rodrigoadcosta

BHIA3

· 12 de mar.

📊 CORPORATIVO 2 $AZZA3 - Azzas registrou lucro líquido recorrente de R$ 168 mi no 4T25, recuo de 0,5% ante o 4T24; Ebitda recorrente de R$ 501 mi, queda de 3,5%; receita R$ 3,263 bi encolheu 4,1%. Empresa encerrou cinco projeções de expansão da Hering para 2025-2027 após integração com Soma. $B3SA3 - CVM autorizou o Regime Fácil a partir de 16 de março, permitindo que empresas com faturamento anual até R$ 500 mi captem até R$ 300 mi/ano na B3 sem coordenador líder; B3 estima que cerca de 150 mil empresas sejam elegíveis para o programa de acesso simplificado. $BHIA3 - Casas Bahia registrou prejuízo líquido de R$ 1,53 bi no 4T, muito acima da estimativa de R$ 154,4 mi, impactado por provisões contábeis sem impacto no caixa; Ebitda ajustado de R$ 826 mi superou projeção de R$ 719 mi; margem bruta de 31,5% superou 30,5% estimado. $BRAV3 - Brava registrou prejuízo de R$ 588 mi no 4T25, ante R$ 1 bi no 4T24; Ebitda ajustado de R$ 808 mi (US$ 150 mi) avançou 60% a/a, mas recuou 38% vs 3T25; receita de R$ 2,54 bi cresceu 31% a/a; menor volume offshore e descontos em Atlanta pressionaram o resultado. $CMIN3 - CSN Mineração registrou lucro líquido de R$ 1,19 bi no 4T25, queda de 40,8% a/a e alta de 71,6% vs 3T25; Ebitda ajustado de R$ 1,76 bi recuou 12,6%; receita ajustada de R$ 4,10 bi avançou 5,2%; Ebitda acumulado de 2025 atingiu R$ 6,44 bi, crescimento de 9,4% ante 2024. $COGN3 - Cogna reportou lucro líquido ajustado de R$ 279,4 mi no 4T25, queda de 72% a/a e aquém da estimativa de R$ 296,7 mi; Ebitda recorrente de R$ 769,1 mi caiu 5,3%, abaixo dos R$ 839,7 mi projetados; receita de R$ 2,20 bi cresceu 1,9%, mas ficou abaixo da projeção. $CSNA3 - CSN registrou prejuízo líquido de R$ 721 mi no 4T25, ante R$ 85 mi no 4T24; Ebitda ajustado de R$ 3,32 bi recuou 0,3% a/a; receita líquida de R$ 11,4 bi caiu 5,2% a/a e 3,3% vs 3T25; no acumulado de 2025, o prejuízo totalizou R$ 1,5 bi, ante R$ 1,53 bi em 2024. $ESPA3 - Espaçolaser registrou lucro ajustado de R$ 10,8 mi no 4T25, alta de 11,7% a/a; Ebitda ajustado de R$ 66,1 mi cresceu 37,3%, com expansão de 4,8 p.p. na margem operacional; caixa operacional de R$ 54,5 mi e dívida líquida/Ebitda em 1,78x, mínimo em 17 trimestres. $FRAS3 - Frasle registrou lucro líquido de R$ 55,9 mi no 4T25, queda de 58,5% a/a versus base elevada do 4T24; Ebitda ajustado de R$ 213,5 mi recuou 1,6% na comparação anual; receita líquida de R$ 1,38 bi avançou 25% vs 4T24, sustentada por crescimento de volumes e câmbio. $LAVV3 - Lavvi pagará em 17 de março a primeira parcela do programa de dividendos anunciado em janeiro; o desembolso inicial é de R$ 30 mi, ou R$ 0,1535 por ação ordinária, para acionistas na data-base de 2 de fevereiro; ações negociam ex-dividendo desde 3 de fevereiro de 2026. $MDNE3 - Moura Dubeux registrou lucro líquido de R$ 111,89 mi no 4T25, alta de 148,9% a/a; Ebitda ajustado de R$ 137,98 mi cresceu 159,0% na comparação anual; receita líquida de R$ 704,68 mi avançou 91,6% ante o 4T24, impulsionada por forte aceleração das entregas no trimestre.

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