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Consumo das famílias frustra, e economistas já veem menor crescimento da economia no ano

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A perda de fôlego do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos na economia brasileira, veio acompanhada de uma queda do consumo das famílias que surpreendeu os economistas. A avaliação é de que o mercado de trabalho ainda aquecido não foi suficiente para manter o ritmo de gastos das famílias diante do juro ainda elevado e do alto endividamento. Com o resultado mais fraco, economistas já começam a revisar projeções para o restante do ano e estimam um dinamismo menor da atividade.