Controlada da GPS fecha compra da Uniflex, de serviços marítimos
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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados
Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos
@santafeinv
· 06 de mar.
GPS | $GGPS3 | 4T25 | 🟨 Crescimento orgânico forte, lucro surpreende positivamente A GPS reportou um 4T25 moderadamente positivo, com receita sustentada por crescimento orgânico sólido e lucro líquido bem acima das estimativas. A receita líquida atingiu R$4,4bn (+8% YoY), com crescimento orgânico de ~10% YoY, mesmo em um ambiente competitivo intenso e com pressão de preços 🏢. A companhia destacou novamente o movimento de “flight-to-quality” entre clientes, com empresas priorizando qualidade e confiabilidade dos serviços em vez de apenas preço — reforçando o posicionamento competitivo da GPS. O crescimento inorgânico teve impacto mais limitado no trimestre, já que as aquisições de 2024 e 2025 contribuíram pouco adicionalmente no comparativo anual. 💰 Margens pressionadas, mas lucro surpreende O EBITDA recorrente foi de R$447mn (+9% YoY), praticamente em linha com as expectativas, mas 2% abaixo da nossa estimativa, com margem de 10,1% (-0,3p.p. QoQ). A rentabilidade segue parcialmente pressionada por custos de implementação de novos contratos, incluindo treinamento de equipes, equipamentos e insumos. A integração da GRSA começa a gerar ganhos operacionais, mas a captura plena de sinergias deve ocorrer apenas por volta do 1T26, segundo a companhia. Apesar da pressão operacional, o lucro líquido surpreendeu positivamente, atingindo R$298mn (+58% QoQ), beneficiado por menor carga financeira, taxa efetiva de impostos mais baixa e reversão de provisões fiscais em disputa. 📉 Balanço e alavancagem A dívida líquida encerrou o trimestre em R$2,6bn, aumento de R$0,2bn QoQ. A alavancagem ficou em 1,6x ND/EBITDA, levemente acima de 1,5x no 3T25, mantendo ainda um nível confortável. 🎯 Conclusão 🟩 Crescimento orgânico sólido (+10% YoY) 🟨 EBITDA levemente abaixo da estimativa 🟩 Lucro líquido com forte surpresa positiva 🟨 Margens ainda pressionadas por custos de novos contratos O trimestre confirma a resiliência do crescimento da GPS, com demanda sustentada por qualidade de serviço. A melhora gradual das margens deve depender da captura completa de sinergias da GRSA e da maturação de novos contratos.
Rodrigo de Assis Dutra Costa
@rodrigoadcosta
· 02 de mar.
📈 BTG PACTUAL – SMALL CAPS DE MARÇO: SMARTFIT ENTRA E INTER SAI O BTG Pactual atualizou a carteira de Small Caps para março com uma mudança. Smart Fit [$SMFT3] passou a integrar o portfólio do mês. Segundo o banco, a ação combina crescimento consistente de receita, ganho de alavancagem operacional e negocia a 13 vezes o lucro estimado para 2026. A casa projeta expansão média de 32% ao ano no lucro por ação entre 2025 e 2028. ▪️ Permanecem na carteira Aura [$AURA33], Copasa [$CSMG3], Sanepar [$SAPR11], GPS [$GGPS3], 3tentos [$TTEN3], Pague Menos [$PGMN3], C&A [$CEAB3], Tenda [$TEND3] e Vitru [$VTRU3]. ▪️ Em contrapartida, Inter [$INBR32] deixou o portfólio.
Sérgio Cachoeira CNPI | Consultor CVM
@osergiocachoeira
· 30 de jan.
$GGPS3 Valuation descontado e retomada do crescimento recolocam M&A no centro da tese As projeções para a GPS foram atualizadas em um novo contexto macroeconômico, resultando em preço-alvo de 12 meses de R$ 25,80 por ação, acima dos R$ 25,00 anteriores, o que implica potencial de valorização de 35%. A revisão incorporou os resultados trimestrais mais recentes, novas premissas operacionais e um cenário macro revisado, além do ajuste do custo de capital próprio (Ke) para 15,75%, ante 15,96%. Com essas premissas, a companhia negocia a cerca de 13x P/L para 2026, aproximadamente 15% abaixo da média. Após uma primeira metade de 2025 mais desafiadora para o crescimento orgânico, marcada por ambiente macro mais fraco e pressão competitiva via preços, observa-se um ponto de inflexão a partir do terceiro trimestre. Esse movimento ocorre à medida que concorrentes com preços insustentáveis começam a perder espaço e clientes passam a aceitar reajustes mais alinhados à realidade de custos, especialmente com o fim do benefício do Perse. Para 2026, projeta-se receita bruta de R$ 19,8 bilhões, crescimento de 14,3% em base anual. O avanço é sustentado por uma recuperação do crescimento orgânico, estimado em 8%, e pela retomada da agenda de aquisições, com contribuição inorgânica de R$ 1,3 bilhão. O balanço mais equilibrado ao final de 2025 cria espaço para novas operações de M&A, após o período de ajustes relacionado à aquisição da GRSA. Em termos de rentabilidade, o EBITDA ajustado é estimado em margem de 10,5% em 2026, frente a 9,6% em 2025. A melhora reflete a normalização da lucratividade da GRSA e a captura gradual de sinergias, ainda que parcialmente compensadas pelo impacto inicial de um pipeline de aquisições mais ativo. Alguns pontos estruturais permanecem no radar para 2026. Entre eles, destacam-se o possível fim do regime de trabalho 6x1, que exigiria revisões contratuais relevantes, a perda do regime tributário especial na subsidiária Top Service e o repasse de custos mais elevados decorrentes da reforma tributária para os clientes. O preço-alvo de R$ 25,80 decorre de um modelo de fluxo de caixa descontado, que considera Ke de 15,75%, custo de dívida pós-impostos de 8,1% e WACC de 12,1%. A alavancagem, que chegou a 2,2x após a aquisição da GRSA no 2T24, encerrou 2025 em torno de 1,3x, nível que sustenta a retomada da estratégia histórica de aquisições, focada em empresas com receita entre R$ 100 milhões e R$ 500 milhões e margens de EBITDA de 4% a 5%. No novo regime tributário, observa-se risco potencial de impacto negativo de cerca de 60 pontos-base na margem EBITDA a partir de 2027 com a perda de benefícios fiscais específicos, além da necessidade de repasse de custos adicionais ao longo da cadeia. Esses fatores, combinados a riscos trabalhistas, regulatórios, de integração e de rotatividade de contratos, seguem como variáveis centrais para acompanhar a execução da tese nos próximos trimestres.
Lucas Uhlig
@lucasuhlig
· 21 de nov.
Direto ao ponto: Resultados do 3T vêm melhores do que o esperado, com destaque para empresas domésticas e commodities A temporada de resultados corporativos do terceiro trimestre de 2025 foi levemente positiva e com números melhores do que o esperado, apesar da taxa Selic mais alta e atividade econômica mais fraca. Destaque para as grandes empresas domésticas e o setor de commodities. O resultado operacional (Ebitda) veio, em média, 2,6% acima das nossas expectativas e o lucro líquido 8,6% superior, ao considerar as empresas que compõem o Ibovespa. Ao excluir as companhias de commodities, o Ebitda ficou 2% superior e o lucro líquido 4,5% acima das projeções. Na comparação com o mesmo trimestre de 2024, as receitas subiram 5,4% e o Ebitda teve uma alta de 3,4%. Já o lucro líquido caiu 19%. De forma geral, 25% das empresas do Ibovespa superaram as estimativas de Ebitda e aproximadamente 75% das companhias apresentaram avanço do Ebitda em base anual. As seis ações com tendência positiva nos lucros são: Rede D’Or, Localiza, BTG Pactual, Bradesco, GPS e Equatorial. Confira abaixo os destaques do terceiro trimestre. $RDOR3 $RENT3 $BPAC11 $BBDC4 $GGPS3 $EQTL3 ▪ O setor de commodities apresentou Ebitda 3% acima e lucro líquido 14,5% superior às nossas estimativas. As empresas domésticas também apresentaram números positivos, com Ebitda 2% acima das projeções e lucro líquido 9,7% superior. Já o setor financeiro reportou lucro líquido 1,1% acima do esperado. ▪ Em uma análise mais detalhada por setor, as construtoras tiveram a maior surpresa positiva, com Ebitda 5,9% superior às nossas estimativas. Já os bancos, ao excluir os resultados do Banco do Brasil, apresentaram uma alta de 2,5% do lucro líquido em relação às projeções. Os segmentos de energia elétrica/saneamento e transportes mostraram lucro líquido melhor do que o esperado e mantiveram a tendência de crescimento anual para o Ebitda. As empresas de commodities, siderurgia e mineração superaram nossas expectativas em 4,2% no Ebitda e crescimento de 12,8% ano contra ano. ▪ O nível de endividamento, medido pela relação entre dívida líquida e Ebitda, subiu para 1,9 vezes no fim do terceiro trimestre, em relação ao ano de 2024, já que o aumento da dívida líquida superou o crescimento do Ebitda até agora neste ano. Por setor, seis dos 16 setores mostraram aumento no nível de endividamento, com destaque para distribuidoras de combustíveis e elétrico/saneamento. Já o segmento de papel e celulose teve redução no trimestre. Apesar do aumento no ano, o indicador está abaixo da média histórica, de 2,4 vezes nos últimos 10 anos. ▪ Para o quarto trimestre de 2025, nossa estimativa é de que os resultados se beneficiem de uma menor variação média da Selic em relação ao segundo e terceiro trimestres deste ano, embora nossa equipe macroeconômica espere que o ciclo de cortes comece apenas em janeiro de 2026. No lado da atividade econômica, mesmo com a revisão para cima das projeções do Produto Interno Bruto (PIB) para 2026, ainda esperamos que o quarto trimestre apresente tendências mais fracas. Por: Itaú BBA
Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos
@santafeinv
· 13 de nov.
🟧 GPS ($GGPS3) — Resultado misto 🟧 GPS (GGPS3) entregou um 3T25 misto: lucro ajustado 8–9% acima do consenso, mas margem operacional (ex-IFRS16) ~70 bps abaixo das expectativas. O trimestre confirmou aceleração do crescimento orgânico, mas ainda mostrou pressões de custos na implementação de novos contratos. Destaques 🟩 Receita — Acima Top-line +4% QoQ e +8% YoY, impulsionado por crescimento orgânico de +4,2% QoQ / +10% YoY. Clientes voltando a priorizar qualidade reforçam vantagem competitiva da companhia. Aquisições somaram apenas R$31 mi à receita (+2,8% QoQ). 🟥 Margens — Abaixo EBITDA recorrente de R$435 mi (+7% QoQ), com margem de 9,75% (+33 bps QoQ), mas ~65 bps abaixo do consenso. COGS pressionado por despesas com implementação de contratos (contratações, treinamento, equipamentos e suprimentos). GRSA ainda abaixo do pleno potencial — sinergias previstas para maturar até início de 2026. 🟩 Lucro — Acima Lucro caixa de R$188 mi (+21% QoQ), beneficiado por taxa efetiva menor (25%), abaixo da média histórica (~30%). 🟩 Alavancagem — Melhorando Dívida líquida caiu ~R$160 mi no trimestre, para R$2,4 bi. Leverage recuou para 1,5x (vs. 1,6x no 2T25).
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