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Decisão do Fed não altera rumo da Selic, mas aponta para convergência mais lenta da inflação, avalia economista

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A decisão desta quarta-feira do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) pela manutenção dos juros não deve interferir na deliberação que o Banco Central do Brasil tomará sobre a taxa Selic na próxima quarta-feira, dia 5. Para Roberto Padovani, economista-chefe do Banco BV, no entanto, a sinalização de risco de médio prazo para uma eventual alta de juros nos Estados Unidos, somada às incertezas geopolíticas, aos possíveis impactos do El Niño, especialmente, sobre os preços de energia e alimentos e à pressão sobre o dólar decorrente do cenário global, aponta para uma convergência mais lenta da inflação no Brasil. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.