EQUATORIAL ON SUBIA 0,38%, A R$39,22, NA MÁXIMA INTRADAY, ANTES DE LEILÃO
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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados
Rodrigo Costa
@rodrigoadcosta
· 17 de mar.
📉📈 JP MORGAN ALTERA PREÇOS-ALVO NO SETOR DE UTILITIES ✔️ Axia ON [$AXIA3] - preço-alvo elevado para R$ 60,50 (de R$ 55,00) | upside 2,70% Compra; ✔️ Axia PN [$AXIA6] - preço-alvo elevado para R$ 67,00 (de R$ 61,00) | upside 4,25% Compra; ✔️ Engie Brasil [$EGIE3] - preço-alvo elevado para R$ 30,00 (de R$ 28,00) | downside 6,19% - Venda. O JPMorgan revisou preços-alvo no setor de utilities após mudanças nas premissas de juros e preços de energia. O banco elevou o preço-alvo da Axia, com aumento das estimativas de Ebitda e manutenção da recomendação Compra, citando dividend yield atrativo e retorno real relevante. Para a Engie Brasil, refletindo preços de energia mais altos, mas a casa manteve visão cautelosa e recomendação Venda, com projeções de Ebitda abaixo do consenso. O banco afirma que o ciclo de queda de juros esperado no Brasil segue como gatilho para o setor e destaca sensibilidade de empresas como Energisa ($ENGI11) e Equatorial ($EQTL3) ao movimento das taxas. Apesar de leve desempenho superior ao Ibovespa nas últimas semanas, o JPMorgan aponta aumento do prêmio de risco das ações e vê oportunidades pontuais, como na Copel ($CPLE3), diante de distorções recentes de valuation.
Rodrigo de Assis Dutra Costa
@rodrigoadcosta
· 09 de fev.
$EQTL3 ⚡ EQUATORIAL TEM ALTA DE 4% NO VOLUME FATURADO E AVANÇO NA COBERTURA DE SANEAMENTO ✔️ Recomendação: Compra (mantida) ✔️ Preço-alvo: R$ 53,00 (mantido) ✔️ Potencial de valorização: alta de 29,6% em relação ao último fechamento A Equatorial registrou crescimento de 4% no volume faturado no 4T25, impulsionada pelo desempenho das distribuidoras Cemar e Cepisa, que se beneficiaram de temperaturas elevadas e maior demanda industrial. Por outro lado, o segmento de renováveis da Echoenergia enfrentou uma queda de 11,2% na geração, ainda pressionado por altos níveis de restrição técnica (curtailment) de energia eólica e solar. No setor de saneamento, a cobertura de água da CSA apresentou melhora significativa, atingindo 71,6%, embora o faturamento de volumes de água tenha recuado ligeiramente. O BTG Pactual observa que as perdas de energia consolidadas subiram levemente para 18,1%, mas seguem confortavelmente abaixo do teto regulatório de 20,1%, sinalizando uma gestão operacional controlada apesar dos desafios em concessões específicas.
Rodrigo de Assis Dutra Costa
@rodrigoadcosta
· 09 de fev.
$EQTL3 📊 DISTRIBUIÇÃO SUSTENTA O RESULTADO, ENQUANTO GERAÇÃO ATRAPALHA O 4TRI O quarto trimestre deixou claro onde a Equatorial está forte — e onde ainda incomoda. A distribuição voltou a carregar o resultado operacional, com avanço consistente da demanda, enquanto a geração renovável puxou o freio e tirou parte do brilho do trimestre. O consumo cresceu de forma espalhada entre classes e regiões, ajudado por clima mais seco em boa parte da área de concessão e pela expansão contínua da base de clientes. A penetração maior da geração distribuída segue como tendência estrutural, mas, neste momento, ainda funciona mais como ajuste de mix do que como problema de rentabilidade. O lado fraco veio da geração. O volume produzido caiu de forma relevante, não por falta de ativos, mas por restrições operacionais e aumento expressivo de curtailment. Isso distorce o número cheio e mascara o que seria um crescimento moderado se o sistema estivesse rodando sem travas. O ponto-chave é que esse efeito não nasce do portfólio, mas do ambiente operacional. As perdas seguem em trajetória de melhora na maior parte das concessões, ainda que fatores sazonais tenham atrapalhado pontualmente. O desenho geral mostra avanço gradual, sem surpresas negativas, reforçando a leitura de execução consistente. No conjunto, o trimestre reforça a tese conhecida do papel: previsibilidade na distribuição, ruído na geração, mas sem deterioração estrutural. O mercado tende a olhar além do número de curto prazo, especialmente se o curtailment começar a normalizar ao longo do ano.
Fabrício
@fcabrallima
· 27 de jan.
"Olha aqui, preste atenção Essa é a nossa canção Vou cantá-la seja onde for Para nunca esquecer o nosso amor" $petr4 $bbas3 $eqtl3
Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos
@santafeinv
· 08 de jan.
📊 Relatório BTG Pactual sobre Utilities 📈 2024 x 2025: mudança completa de regime O relatório do BTG Pactual destaca que o fim de 2024 marcou um ponto estatístico extremo: ações negociando com IRRs reais recordes, juros reais e nominais elevados e prêmios de risco (ERPs) historicamente altos. Em 2025, o quadro se inverteu: forte rali, múltiplos elevados e ERPs significativamente comprimidos. A “anomalia estatística” de 2024 foi corrigida, exigindo agora decisões mais seletivas de alocação. ⚡ Utilities seguem relativamente atrativas Mesmo após a forte performance e com ERPs mais baixos, Utilities continuam se destacando em termos relativos frente a outros setores. O racional combina: • 📉 tendência de queda de juros • 🗳️ elevada incerteza eleitoral • 🧱 fundamentos operacionais sólidos • 🛡️ menor exposição ao desfecho político de 2026 🏗️ “Compounders” – qualidade, liquidez e juros em queda A tese dos Compounders (“Inflation Plus Plus”) permanece estruturalmente intacta. O ponto central hoje é gestão top-down de risco, dado que os valuations já não oferecem a mesma margem de segurança de 12 meses atrás. Ainda assim, o cenário segue favorável para exposição relativa relevante ao grupo. Os principais nomes destacados são $SBSP3, $EQTL3 e $CPLE3. 🔄 Alocação de capital como vetor adicional (Plus Plus) O relatório vê oportunidades relevantes de alocação de capital para 2026: • Sabesp exposta ao Universaliza SP e potencial participação em processos de privatização adicionais • Copel com possível benefício do Leilão de Capacidade previsto para março de 2026 • Equatorial explorando novas oportunidades em saneamento e distribuição, com expectativa de aumento de M&As 🚀 “The Triggers”: potenciais reprecificações em 2026 Três nomes são apontados como candidatos a forte performance relativa, condicionada a eventos específicos: $ENEV3, $CSMG3 e $SAPR11. A lógica é de possíveis revisões positivas de valuation diante de gatilhos operacionais e regulatórios. 🔌 Preços de energia e geração Os preços de energia foram uma das maiores surpresas de 2025. No caso da $AXIA3, os preços implícitos de longo prazo saltaram de R$110/MWh para cerca de R$185/MWh. Embora uma reprecificação semelhante seja menos provável, o BTG aponta que: • 🌡️ manutenção de preços spot elevados • ⚖️ avanços na governança do mercado spot podem sustentar expectativas mais altas. Outros nomes, como $AURE3, também podem se beneficiar, ainda que 2026 siga desafiador para resultados de geração devido à menor energia disponível para venda. 📌 Conclusão Após um rali expressivo e compressão de ERPs, o foco do investidor migra de “valuation óbvio” para alocação relativa, qualidade e gatilhos específicos, com Utilities permanecendo bem posicionadas nesse contexto, segundo a leitura do BTG Pactual.
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