Família Bueno, da Dasa, em busca de R$ 290 milhões para novo investimento
Investnews ·
Investnews ·
Ativos mencionados
O que a comunidade está dizendo
Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados
Lucas Uhlig
@lucasuhlig
· 15 de mar.
$DASA3 https://oglobo.globo.com/blogs/lauro-jardim/post/2026/03/a-tentativa-frustrada-de-compra-da-amil.ghtml
Patrick Pasek
@patrick
· 11 de mar.
$DASA3 bem legal, vamos acompanhar fechamento no semanal.
Lucas Uhlig
@lucasuhlig
· 08 de mar.
$DASA3: Conversa com RI Na sexta-feira conversei com o time de RI da Dasa para colher impressões sobre o início de 2026 e tirar algumas dúvidas sobre a operação de venda do hospital São Domingos Em relação a receita: esperam um crescimento de 2 dígitos anos contra ano dado crescimento das marcas Premium e dos exames móveis. Também esperam retomada de market share especial no B2B (que sofreu nos últimos anos de “falta de foco” durante a criação do ecossistema) Em relação a SG&A, devem continuar com o processo de diluição a medida que os funcionários foram “saídos” para a Rede Américas e estão reduzindo headcounts, especialmente aqueles que faziam o elo entre a Rede Américas e a Dasa - o que vai se traduzir em crescimento forte de EBITDA ao longo do ano Do ponto de vsta de alavancagem, entrou R$1.1 bi no caixa no 4T25 e eles pagaram antecipadamente ~R$800M agora em fevereiro em debêntures - o que resolveu todo o cronograma de amortizações do ano e vai reduzir a alavancagem também para algo como 2.6x no 4T25 e esperam algo próximo de 2x no final de 2026. Ponto interessante aqui é que ainda tem ~R$700M em ativos a venda com a Rede AMO e o Hospital de Salvador Esperam nível de CAPEX em 2026 igual 2025 (ou muito próximo) - o que somado a redução de despesas financeiras deve gerar algo como R$150M a R$300M de caixa livre no ano (~4.5% FCFY) Voltando ao 4T25: devemos ver algum ajuste de equivalência patrimonial na Rede Américas fruto de um PDD e mais o ajuste negativo da venda do HSD - o que deve gerar um prejuízo de ~R$250M não caixa. Na minha opinião, se o mercado bater por isso, vai ser uma oportunidade de voltar para o papel Falando sobre a Rede Américas: esperam crescimento de top line, geração de caixa operacional e melhora de margem de forma gradual até atingir níveis próximos a Rede Dor. Estão muito animados com o ramp-up da JV. Deixaram claro que a Amil é uma parceiro, mas que eles não sacrificam margem relevante para atendê-los, tanto em Dasa quanto em Rede Américas Por fim, pegando os insights dessa conversa e atualizando o modelo com despesas financeiras menores, cheguei a um lucro líquido de ~R$530M em 2026, o que daria uma relação de 10x P/L para o ano - o que considero justo para o momento de mercado, porém abaixo de ~R$3.50/ação vejo como oportunidade de compra na companhia *Abaixo também coloco uma sensibilidade para cenários de CDI e o impacto no LL da Dasa
Lucas Uhlig
@lucasuhlig
· 20 de fev.
Expectativa para o resultado da $DASA3
Lucas Uhlig
@lucasuhlig
· 19 de fev.
$DASA3 BTG CEO Conference A administração enquadrou os últimos dois anos como um reset estratégico após um ciclo de expansão que aumentou significativamente a intensidade de capital e a alavancagem. Depois de construir uma plataforma de saúde mais diversificada — incluindo hospitais — a mudança na dinâmica de juros e uma disciplina de capital mais rígida levaram a um novo foco no diagnóstico principal. Com a criação da joint venture Rede Américas com a Amil, vendas de ativos e uma estrutura mais enxuta, a companhia entra em 2026 posicionada para crescimento de receita acima do mercado, recuperação de margens via racionalização de SG&A e desalavancagem contínua — sem necessidade de novo capital. Simplificação organizacional e reset de SG&A: Desde o fim de 2024, a administração tem se concentrado em reduzir custos estruturais. Cargos administrativos foram cortados, camadas de gestão simplificadas e contratos de terceirização revisados. O 3T marcou um reset visível na base de despesas, com espaço adicional para diluição operacional nos próximos dois anos. Trajetória de receita acima do mercado: A administração espera crescimento de receita acima do mercado em 2026, apoiado por ganhos de produtividade, execução comercial mais forte e mix mais saudável. A estratégia combina expansão no B2C, aceleração no B2B e disciplina de preços. B2C – produtividade e alavancagem de preços: Relações dedicadas com operadoras, maior volume de pagamentos diretos e eficiência tecnológica (mais exames por máquina e por metro quadrado) sustentam a alavancagem operacional. Serviços domiciliares e marcas premium — especialmente Alta — continuam superando o mercado mais amplo. Aceleração no B2B: Historicamente subpriorizado, o B2B agora recebe investimentos direcionados em logística e hubs técnicos (NTOs). A administração enfatiza que são iniciativas pontuais, aproveitando capital já instalado em vez de exigir capex incremental relevante. A empresa vê crescimento estruturalmente atrativo em diagnósticos terceirizados, potencialmente acima do mercado geral. Perfil de margem – SG&A como principal alavanca: A expansão de margem bruta permanece possível, mas cada vez mais dependente de mix, já que o B2B carrega margens brutas estruturalmente menores. A principal oportunidade está na racionalização de SG&A, apoiada por automação, simplificação e diluição de custos fixos, enquanto a administração continua buscando ganhos estruturais de eficiência. Disciplina de capital de giro e desalavancagem orgânica: A dívida caiu de forma relevante nos últimos 12 meses, impulsionada principalmente por vendas de ativos. A administração espera desalavancagem adicional via ciclos de recebíveis mais curtos, redução de estoques e melhores prazos de pagamento. O ciclo de caixa mais curto do diagnóstico em relação aos hospitais — especialmente após a venda do São Domingos — sustenta melhora adicional. Trajetória do balanço: A dívida líquida está em ~R$5,5 bilhões, ou ~2,5x EBITDA (pro forma IFRS 16). Embora a administração não tenha uma meta formal de alavancagem, a expectativa é de tendência contínua de queda. A liquidez está bem equacionada para 2026, sem necessidade de injeção de capital. Normalização de capex: O capex deve aumentar modestamente em 2026, refletindo manutenção, reformas seletivas e expansão limitada (1–2 unidades). A disciplina de investimentos segue guiada por um framework estruturado de priorização. Postura em M&A – altamente seletiva: A administração analisa amplamente, mas persegue apenas uma pequena fração das oportunidades. Qualquer aquisição exigiria aderência geográfica, mix diversificado de pagadores, qualidade técnica e valuation atrativo. Por ora, a prioridade continua sendo recuperação de margem e desalavancagem. IA e produtividade: A inteligência artificial está sendo implementada em fluxos administrativos, call centers e análises clínicas. A administração vê a automação como um importante contrapeso às pressões estruturais de custos e uma alavanca tanto para expansão de margens quanto para qualidade de serviço.
Baixe o app para ver todas as opiniões da comunidade