Notícia

Família Hering quer a marca de volta e contrata BR Partners para negociar com Azzas

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Um grupo de acionistas da Azzas, que representa cerca de 11% do capital da companhia e é capitaneado pela família Hering, quer tornar a marca de moda básica independente de novo. A família contratou o banco BR Partners para a interlocução com a Azzas e o banco já fez uma primeira abordagem ao conselho e assessores financeiros da companhia, apurou o Pipeline.

Ativos mencionados

O que a comunidade está dizendo

Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados

Bruno Mazzoni

Bruno Mazzoni

@brunomazzoni

BRBI11

· 07 de abr.

$cpfe3 $tgma3 $brbi11 ações em queda no preço porém em alta nos dividendos

Iuri Franceschini

Iuri Franceschini

@iurii_fr

BRBI11

· 27 de fev.

Setor financeiro é um dos destaques no ano, subindo 20% em apenas 2 meses. -Maiores performances do IFNC: $BBAS3 $B3SA3 -Piores performances do IFNC: $BRBI11 $SANB11.

Iuri Franceschini

Iuri Franceschini

@iurii_fr

BRBI11

· 17 de fev.

Índice financeiro IFNC, sobe 17% em 2026. Apenas uma ação do setor cai no ano, e é a $BRBI11, -7%. Papel começou a subir bem antes desse rally generalizado, mas agora ficou para trás. Em relação as mínimas históricas de 2023 subiu +166%.

Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

BRBI11

· 06 de fev.

BR Partners | $BRBI11 | 4T25 | 🟨 Resultado geral em linha com o consenso O BR Partners reportou um 4T25 em linha com as expectativas, com melhora sequencial de rentabilidade e recuperação das receitas de investment banking, compensadas por queda em tesouraria e aumento de despesas associado ao melhor desempenho comercial. O trimestre reforça a leitura de normalização operacional, com sensibilidade positiva a um ambiente mais aquecido de mercado de capitais e M&A. O lucro líquido foi de R$45mn, alta de 5,5% t/t e 5,7% a/a, ficando 🟨 em linha com BBIe e consenso. O ROAE avançou para 22,4% (vs. 20,9% no 3T25), refletindo maior contribuição de receitas recorrentes. A receita total somou R$131,3mn, estável t/t, também 🟨 em linha. O destaque positivo veio de Investment Banking & Capital Markets, cujas receitas subiram para R$84mn (vs. R$67mn no 3T), impulsionadas por melhora na atividade de M&A e volumes ainda sólidos em mercado de capitais (🟩 acima). Em contrapartida, Treasury Sales & Structuring recuou para R$16,8mn (vs. R$28,7mn no 3T), com leve contração dos volumes negociados (🟥 abaixo). Wealth management apresentou crescimento moderado, com receitas de R$4,5mn (vs. R$4,0mn no 3T) e WuM de R$5,9bn (+14,7% a/a), apoiadas por R$758mn de captação líquida (🟩 positivo). Working capital totalizou R$26mn (vs. R$33,3mn no 3T), caracterizando 🟥 queda sequencial. As despesas operacionais aumentaram t/t para R$81mn (vs. R$69mn no 3T), ainda que -16,6% a/a, refletindo maiores custos de pessoal e comissões ligados ao melhor desempenho do IB. Como resultado, o índice de eficiência subiu para 49,6% (vs. 40,8% no 3T), movimento esperado em trimestres de maior geração de receita variável (🟨 leitura neutra). Leitura final: o 4T25 foi 🟨 em linha, com sinais claros de melhora na franquia de investment banking e base de wealth em expansão, compensados por fraqueza em tesouraria e maior opex no curto prazo. O sell side reforça a alavancagem operacional do BR Partners a um cenário mais favorável de M&A e mercados de capitais em 2026.

Bruno Mazzoni

Bruno Mazzoni

@brunomazzoni

BRBI11

· 21 de jan.

$brbi11 Vale a pena comprar o “pullback” de br partners? De olho no micro btg. Gráfico completo no comentário deste curta

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