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Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

BLAU3

· 18 de mar.

📊 Blau | $BLAU3 | 4T25 | 🔴 Negativo O 4T25 veio fraco, com queda relevante de receita e pressão de margens, resultando em EBITDA e lucro abaixo do esperado. Apesar de um pequeno suporte no resultado financeiro, o operacional deteriorou. 💰 Resultado consolidado • Receita: -15% YoY (2% abaixo do esperado) • EBITDA: -18% vs. estimativas • Margem EBITDA: 18% (-5 p.p. QoQ) • Lucro líquido: -19% vs. estimativas 👉 Resultado pressionado em praticamente todas as linhas operacionais. 📉 Drivers do trimestre • ⚠️ Restrição de capacidade produtiva • ⚠️ Atraso em licitação pública (Epoetina) → impacto relevante de receita 👉 Fatores pontuais, mas com impacto significativo no curto prazo. 📊 Margens • Margem EBITDA comprimida por: • queda de margem bruta (-1,2 p.p.) • desalavancagem operacional (queda de receita QoQ) • SG&A mais alto (marketing para novos produtos) 👉 Pressão combinada de volume + custo. 📈 Resultado financeiro • Lucro parcialmente sustentado por: • 💱 ganho cambial de R$12mn (não recorrente) 👉 Sem esse efeito, resultado seria ainda mais fraco. 🔮 Outlook • 📈 Receita 2026E: +18% YoY • 📈 Margem EBITDA 2026E: 25,7% (+0,8 p.p.) 👉 Indica recuperação, mas ainda com baixa visibilidade no curto prazo. 🎯 Conclusão 🔴 Queda relevante de receita 🔴 Margens pressionadas 🔴 EBITDA e lucro abaixo 🟨 Parte dos impactos é pontual 🟨 Risco de revisões negativas

Rodrigo de Assis Dutra Costa

Rodrigo de Assis Dutra Costa

@rodrigoadcosta

BLAU3

· 12 de fev.

🏥 BOFA - O QUE ESPERAR DO SETOR DE SAÚDE? O setor de saúde no Brasil apresenta cenários distintos para o quarto trimestre de 2025 (4Q25), com tendências operacionais sólidas em hospitais e diagnósticos, contrastando com resultados fracos em operadoras e farmacêuticas específicas. Segundo relatório do Bank of America, os destaques positivos ficam para Rede D’Or [$RDOR3] e Dasa [$DASA3], enquanto Hapvida [$HAPV3], Blau [$BLAU3] e Qualicorp [$QUAL3] devem reportar números pressionados. 📍 Destaques e Turnarounds O BofA aponta que o volume de procedimentos e as margens continuam em trajetória de melhora para nomes como Rede D’Or, Fleury e Mater Dei. No campo das reestruturações, Dasa e Viveo mostram maior consistência na geração de caixa. A Dasa, inclusive, deve estender o ímpeto positivo do trimestre anterior, com projeção de margem EBITDA de 19,8% (+880bps YoY) e geração de caixa próxima a R$ 100 milhões. 📍 Desafios em Qualicorp, Blau e Fleury No lado negativo, a Qualicorp sofre com uma queda acelerada na base de beneficiários, e a Blau enfrenta pressão por menores volumes de eritropoetina alfa. Já o Fleury, embora apresente resultados operacionais robustos (crescimento de 10,5% na receita), recebe uma visão cautelosa do banco devido ao seu valuation considerado "exigente", negociando acima da média histórica.

Rodrigo de Assis Dutra Costa

Rodrigo de Assis Dutra Costa

@rodrigoadcosta

BLAU3

· 06 de fev.

🚨 RECOMENDAÇÕES ✔️ B3 [$B3SA3] – recomendação elevada para Compra no UBS; ✔️ JBS [$JBSS3] – cobertura iniciada com recomendação de Compra no UBS; ✔️ Marfrig [$MRFG3] – cobertura iniciada com recomendação Neutra no UBS; ✔️ Minerva [$BEEF3] – cobertura iniciada com recomendação de Compra no UBS; ✔️ C&A [$CEAB3] – cobertura iniciada com recomendação de Compra no JP Morgan; ✔️ Guararapes [$GUAR3] – cobertura iniciada com recomendação de Compra no JP Morgan; ✔️ Hapvida [$HAPV3] – recomendação rebaixada para Neutra no BTG Pactual; ✔️ Blau Farmacêutica [$BLAU3] – recomendação rebaixada para Neutra no BTG Pactual.

Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

BLAU3

· 22 de jan.

💊 Pharma 2026 Outlook | Strong Drugstore Momentum to Continue – Bradesco BBI O setor farmacêutico segue com dinâmica operacional robusta para 2026, com destaque para as redes de farmácias $RADL3, $PGMN3 e $PNVL3, impulsionadas principalmente pela forte aceleração das vendas de GLP-1, que mais do que dobraram desde o lançamento do Mounjaro em maio de 2025, criando uma base de comparação ainda favorável no 1S26 💉📈. Além disso, a expectativa de entrada dos genéricos de semaglutida no 2S26 adiciona um vetor relevante de expansão de margem, enquanto a base mais fraca de HPC deve favorecer especialmente a RADL. Para 2026, o relatório projeta crescimento de receita entre 13–15% e expansão de EBITDA de 20–21%, sustentados por alavancagem operacional e ganhos de eficiência, com efeitos positivos se estendendo também para 2027 via melhora de margem bruta com GLP-1 genéricos ⚙️📊. Do ponto de vista regulatório, o estudo deixa de assumir a tributação dos incentivos de ICMS a partir de 2027, após decisões judiciais favoráveis, o que melhora de forma relevante as estimativas de lucro de longo prazo, especialmente para PGMN e $HYPE3 ⚖️📉. Em termos relativos, o relatório se mostra mais construtivo do que o consenso para as redes de farmácia, enquanto mantém uma visão um pouco mais cautelosa para Hypera, refletindo diferenças no mix de crescimento e sensibilidade às tendências do setor. Na prévia do 4T25, a expectativa é de resultados fortes para as redes de farmácias, neutros para HYPE, fracos para $BLAU3 e neutros a levemente positivos para $VVEO3 🧾📆. A RADL deve apresentar aceleração do crescimento da receita bruta para ~20% YoY, com expansão de margem EBITDA para 7,0% impulsionada por ganhos de eficiência em despesas, apesar de alguma pressão em margem bruta. A PGMN segue com forte tração operacional, combinando crescimento de vendas na casa de 18% YoY, expansão relevante de margem e avanço expressivo do lucro. A PNVL também deve acelerar vendas no varejo, com melhora gradual de rentabilidade via diluição de SG&A. Por outro lado, a HYPE tende a apresentar crescimento de sell-out mais moderado, com pressão pontual em margem EBITDA por maiores despesas comerciais e de P&D, enquanto o resultado financeiro deve pesar no lucro do período 🧪📉. A BLAU enfrenta um trimestre mais desafiador, com queda de receita e margens pressionadas por restrições operacionais e mix desfavorável, resultando em retração do lucro. Já a VVEO deve mostrar sinais de estabilização, com retomada gradual da receita, melhora de margem EBITDA e ciclo de caixa mais saudável, embora o resultado final ainda permaneça negativo 📦🔄.

Sérgio Cachoeira CNPI | Consultor CVM

Sérgio Cachoeira CNPI | Consultor CVM

@osergiocachoeira

BLAU3

· 19 de jan.

$BLAU3 Pressão setorial persiste, enquanto portfólio mostra sinais de alívio Os dados do Índice de Preços de Medicamentos Hospitalares (IPM-H), divulgados pela Fipe e pela Bionexo para dezembro de 2025, indicam estabilidade nos preços consolidados (-0,01% M/M). Ainda assim, o recorte setorial segue desafiador, com queda nos preços de medicamentos imunoterápicos, vacinas e antialérgicos — categoria que inclui a imunoglobulina, principal produto do portfólio da Blau — com retração de 3,36% M/M. Os medicamentos do sistema geniturinário, como a epoetina-alfa, também registraram queda de 0,67% M/M. No acumulado de 2025, o IPM-H consolidado apresentou recuo de 0,6%, reforçando um ambiente de preços ainda adverso para o mercado institucional, após a recuperação observada em 2024 (+3% A/A). Ao observar especificamente as moléculas mais relevantes para a Blau, o quadro é mais construtivo. Os preços de imunoterápicos, vacinas e antialérgicos, incluindo imunoglobulina, avançaram 5,8% A/A, enquanto os medicamentos do sistema geniturinário, como a epoetina-alfa, registraram alta de 3,5% A/A. O desempenho dos imunoterápicos foi parcialmente impulsionado pelas vendas de vacinas em abril, mas, no conjunto, os dados sugerem uma recuperação seletiva de preços nas principais linhas do portfólio da companhia. A leitura é de que o pior momento de preços para a Blau ficou para trás, embora a cautela permaneça em relação às margens no médio e longo prazo. Restrições de capacidade produtiva ainda podem limitar a captura plena dessa recuperação nos próximos trimestres, exigindo atenção à execução operacional. Do ponto de vista de mercado, a ação negocia a BRL 8,9, com capitalização de BRL 1,602 milhões. A performance é de -17% no ano e -2% em 12 meses. Nos múltiplos projetados, o EV/EBITDA é de 3,8x em 2025, recuando para 3,5x em 2026 e 3,1x em 2027, enquanto o P/E permanece entre 4,5x e 4,8x no período. A expectativa de dividend yield é de 6,2% em 2025, diminuindo gradualmente nos anos seguintes. A comparação entre o IPM-H consolidado e as categorias específicas ligadas à Blau reforça a importância de analisar o mix de produtos. Apesar da fraqueza do índice agregado, as moléculas-chave da companhia apresentam dinâmica de preços mais favorável, elemento central para avaliar a evolução futura de receitas e margens.

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