Notícia

FONTES: GQG TERIA ZERADO POSIÇÃO EM COPEL; VENDIDO CERCA DA METADE EM ENEVA

·

Ativos mencionados

O que a comunidade está dizendo

Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados

manuel caldas

manuel caldas

@manuelcaldas

ENEV3

· 19 de mar.

Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

ENEV3

· 19 de mar.

⚡🇧🇷 LRCAP | Leilão reforça segurança energética e cria valor relevante para geradoras O leilão de capacidade (LRCAP) contratou cerca de 19 GW entre 2026–2031 (7,6 GW existentes + 10,6 GW novos), reduzindo de forma relevante o risco de déficit energético no Brasil. Mais importante: o resultado foi extremamente favorável para as geradoras, com contratos fechados próximos ao teto de receita, refletindo um equilíbrio positivo entre alta demanda e oferta limitada (dada a complexidade de financiar térmicas vs. renováveis/transmissão). ⸻ 🔥 Destaque absoluto: $ENEV3 A Eneva foi a grande vencedora do leilão: • Capacidade contratada: 5,0 GW • 1,5 GW existentes • 3,5 GW greenfield (bem acima dos ~2,0 GW esperados pelo mercado) 📊 Impacto estimado: • +R$10,6 bilhões em NPV (~+R$5,50/ação) • Potencial de até R$15 bilhões considerando entrada de parceiros • Novo preço-alvo implícito: ~R$31/ação (vs. R$26 anterior) Mesmo após alta de ~15% no dia, ainda haveria ~27% de upside. Principais projetos: • Celse II (1,2 GW) → principal ativo, ~R$9,7bn NPV • Jandaia (1,6 GW) → ~R$7,2bn NPV • Outros projetos (Nortefluminense, Kennedy, etc.) → ~R$1bn+ 💰 Capex: ~R$18,2 bilhões (2026–2031) 📉 Alavancagem: pico ~4,4x (2026), caindo para ~2,8x até 2029 👉 Leitura: forte criação de valor com risco financeiro administrável. ⸻ 💧 $CPLE3 também surpreende positivamente A Copel contratou 1,86 GW em projetos hidro greenfield: • Expansão FDA (690 MW) → ~R$2,4bn NPV • Expansão Segredo (1.172 MW) → ~R$3,2bn NPV 📊 Impacto estimado: • ~R$5,7 bilhões em valor (~R$1,90/ação) • Potencial de até R$7 bilhões com antecipação de operação Novo preço-alvo ajustado: • ~R$18/ação (~15% upside) 💰 Capex: ~R$4,9 bilhões (2026–2030) 📉 Alavancagem: permanece <3,0x 💸 Dividendos: preservados (yield estimado 6–7%) 👉 Leitura: crescimento com disciplina financeira, sem comprometer payout. ⸻ ⚖️ Outros players • Engie Brasil Energia • Axiá Energia Também participaram, mas com impacto econômico mais limitado. ⸻ 🧭 Conclusão estratégica O leilão entrega três mensagens centrais: 1️⃣ Sistema elétrico mais seguro → redução do risco de racionamento 2️⃣ Retornos atrativos para geradoras → contratos próximos ao cap 3️⃣ Barreiras estruturais elevadas → poucos players conseguem competir em térmicas Para equity, o evento é claramente positivo — especialmente para Eneva (outlier) e Copel (execução disciplinada). 📌 Em termos de tese: • Eneva = crescimento agressivo + re-rating potencial • Copel = expansão com yield preservado e risco controlado Um dos leilões mais relevantes dos últimos anos em termos de criação de valor para o setor.

Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

CPLE3

· 19 de mar.

⚡🇧🇷 LRCAP | Leilão reforça segurança energética e cria valor relevante para geradoras O leilão de capacidade (LRCAP) contratou cerca de 19 GW entre 2026–2031 (7,6 GW existentes + 10,6 GW novos), reduzindo de forma relevante o risco de déficit energético no Brasil. Mais importante: o resultado foi extremamente favorável para as geradoras, com contratos fechados próximos ao teto de receita, refletindo um equilíbrio positivo entre alta demanda e oferta limitada (dada a complexidade de financiar térmicas vs. renováveis/transmissão). ⸻ 🔥 Destaque absoluto: $ENEV3 A Eneva foi a grande vencedora do leilão: • Capacidade contratada: 5,0 GW • 1,5 GW existentes • 3,5 GW greenfield (bem acima dos ~2,0 GW esperados pelo mercado) 📊 Impacto estimado: • +R$10,6 bilhões em NPV (~+R$5,50/ação) • Potencial de até R$15 bilhões considerando entrada de parceiros • Novo preço-alvo implícito: ~R$31/ação (vs. R$26 anterior) Mesmo após alta de ~15% no dia, ainda haveria ~27% de upside. Principais projetos: • Celse II (1,2 GW) → principal ativo, ~R$9,7bn NPV • Jandaia (1,6 GW) → ~R$7,2bn NPV • Outros projetos (Nortefluminense, Kennedy, etc.) → ~R$1bn+ 💰 Capex: ~R$18,2 bilhões (2026–2031) 📉 Alavancagem: pico ~4,4x (2026), caindo para ~2,8x até 2029 👉 Leitura: forte criação de valor com risco financeiro administrável. ⸻ 💧 $CPLE3 também surpreende positivamente A Copel contratou 1,86 GW em projetos hidro greenfield: • Expansão FDA (690 MW) → ~R$2,4bn NPV • Expansão Segredo (1.172 MW) → ~R$3,2bn NPV 📊 Impacto estimado: • ~R$5,7 bilhões em valor (~R$1,90/ação) • Potencial de até R$7 bilhões com antecipação de operação Novo preço-alvo ajustado: • ~R$18/ação (~15% upside) 💰 Capex: ~R$4,9 bilhões (2026–2030) 📉 Alavancagem: permanece <3,0x 💸 Dividendos: preservados (yield estimado 6–7%) 👉 Leitura: crescimento com disciplina financeira, sem comprometer payout. ⸻ ⚖️ Outros players • Engie Brasil Energia • Axiá Energia Também participaram, mas com impacto econômico mais limitado. ⸻ 🧭 Conclusão estratégica O leilão entrega três mensagens centrais: 1️⃣ Sistema elétrico mais seguro → redução do risco de racionamento 2️⃣ Retornos atrativos para geradoras → contratos próximos ao cap 3️⃣ Barreiras estruturais elevadas → poucos players conseguem competir em térmicas Para equity, o evento é claramente positivo — especialmente para Eneva (outlier) e Copel (execução disciplinada). 📌 Em termos de tese: • Eneva = crescimento agressivo + re-rating potencial • Copel = expansão com yield preservado e risco controlado Um dos leilões mais relevantes dos últimos anos em termos de criação de valor para o setor.

Rodrigo Costa

Rodrigo Costa

@rodrigoadcosta

CPLE3

· 17 de mar.

📉📈 JP MORGAN ALTERA PREÇOS-ALVO NO SETOR DE UTILITIES ✔️ Axia ON [$AXIA3] - preço-alvo elevado para R$ 60,50 (de R$ 55,00) | upside 2,70% Compra; ✔️ Axia PN [$AXIA6] - preço-alvo elevado para R$ 67,00 (de R$ 61,00) | upside 4,25% Compra; ✔️ Engie Brasil [$EGIE3] - preço-alvo elevado para R$ 30,00 (de R$ 28,00) | downside 6,19% - Venda. O JPMorgan revisou preços-alvo no setor de utilities após mudanças nas premissas de juros e preços de energia. O banco elevou o preço-alvo da Axia, com aumento das estimativas de Ebitda e manutenção da recomendação Compra, citando dividend yield atrativo e retorno real relevante. Para a Engie Brasil, refletindo preços de energia mais altos, mas a casa manteve visão cautelosa e recomendação Venda, com projeções de Ebitda abaixo do consenso. O banco afirma que o ciclo de queda de juros esperado no Brasil segue como gatilho para o setor e destaca sensibilidade de empresas como Energisa ($ENGI11) e Equatorial ($EQTL3) ao movimento das taxas. Apesar de leve desempenho superior ao Ibovespa nas últimas semanas, o JPMorgan aponta aumento do prêmio de risco das ações e vê oportunidades pontuais, como na Copel ($CPLE3), diante de distorções recentes de valuation.

Augusto Krappa

Augusto Krappa

@augustokrappa

ENEV3

· 06 de mar.

$ENEV3 - **Eneva 4Q25 – Review** Resultado veio abaixo do esperado, impactado por uma combinação de eventos não recorrentes, custos fixos recorrentes maiores que nossa estimativa e margens variáveis ligeiramente piores. Ainda assim, acreditamos que o foco do mercado deve permanecer no LRCAP, o que deve limitar a reação negativa. A companhia anunciou R$717,7mn adicionais de Capex para o pipeline térmico. Com isso, o montante anunciado em 2025 já se aproxima de R$1,5bn. A companhia também divulgou a certificação de reservas do Parnaíba, indicando incorporação de 3.6 bcm desde o final de 2023. Com isso, a Eneva encerra 2025 com 37.6 bcm de reservas 2P de gás comercializável, patamar próximo ao observado em 2023. Chamou atenção a queda nas reservas 3P vs. 2023 (-5.6 bcm), sugerindo uma leve revisão para baixo do cenário mais otimista. Ainda assim, a reposição de reservas no período continua sustentando o modelo integrado da companhia. Resultados * Partindo do EBITDA ICVM de R$1.487,7mn, ajustamos por: (i) +R$227,6mn de despesas de exploração e poços secos (Classificamos como Capex); (ii) +R$45,7mn de efeitos não recorrentes no Hub Sergipe; (iii) +R$34,6mn de não recorrentes no Parnaíba; (iv) +R$53,7mn de ajuste recorrente de MtM (ex-operacões estruturadas). * Com isso, estimamos EBITDA recorrente de R$1.849,3mn, R$165mn abaixo da nossa estimativa (-8,2% vs Santander). * A diferença é explicada principalmente por: (i) R$24mn de despesas adicionais na holding vs. nossa estimativa; (ii) R$26mn de custos fixos maiores no complexo Parnaíba; (iii) R$22mn de impacto negativo em Jaguatirica (custos fixos maiores e indisponibilidade); (iv) restante explicado por trading, solar e margens variáveis das térmicas um pouco piores. * Alavancagem caiu de 2,7x no 3Q25 para 2,6x no 4Q25. Eneva 4Q25 – Review Resultado veio abaixo do esperado, impactado por uma combinação de eventos não recorrentes, custos fixos recorrentes maiores que nossa estimativa e margens variáveis ligeiramente piores. Ainda assim, acreditamos que o foco do mercado deve permanecer no LRCAP, o que deve limitar a reação negativa. A companhia anunciou R$717,7mn adicionais de Capex para o pipeline térmico. Com isso, o montante anunciado em 2025 já se aproxima de R$1,5bn. A companhia também divulgou a certificação de reservas do Parnaíba, indicando incorporação de 3.6 bcm desde o final de 2023. Com isso, a Eneva encerra 2025 com 37.6 bcm de reservas 2P de gás comercializável, patamar próximo ao observado em 2023. Chamou atenção a queda nas reservas 3P vs. 2023 (-5.6 bcm), sugerindo uma leve revisão para baixo do cenário mais otimista. Ainda assim, a reposição de reservas no período continua sustentando o modelo integrado da companhia. Resultados * Partindo do EBITDA ICVM de R$1.487,7mn, ajustamos por: (i) +R$227,6mn de despesas de exploração e poços secos (Classificamos como Capex); (ii) +R$45,7mn de efeitos não recorrentes no Hub Sergipe; (iii) +R$34,6mn de não recorrentes no Parnaíba; (iv) +R$53,7mn de ajuste recorrente de MtM (ex-operacões estruturadas). * Com isso, estimamos EBITDA recorrente de R$1.849,3mn, R$165mn abaixo da nossa estimativa (-8,2% vs Santander). * A diferença é explicada principalmente por: (i) R$24mn de despesas adicionais na holding vs. nossa estimativa; (ii) R$26mn de custos fixos maiores no complexo Parnaíba; (iii) R$22mn de impacto negativo em Jaguatirica (custos fixos maiores e indisponibilidade); (iv) restante explicado por trading, solar e margens variáveis das térmicas um pouco piores. * Alavancagem caiu de 2,7x no 3Q25 para 2,6x no 4Q25.

Baixe o app para ver todas as opiniões da comunidade