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Gerdau discute venda de minério com compradores do Brasil e exterior

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Projeto de expansão da capacidade de mineração de 1,5 milhão de toneladas para 5,5 milhões, que deveria ter entrado em operação no início deste ano, deve ingressar em fase de produção completa em 2027

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Glauco Tashiro

Glauco Tashiro

@glaucot25

IO62

· 13 de abr.

Glauco Tashiro

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IO62

· 13 de abr.

Glauco Tashiro

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@glaucot25

IO62

· 13 de abr.

Fabrício

Fabrício

@fcabrallima

IO62

· 23 de mar.

Valinha salta forte já

Rodrigo Costa

Rodrigo Costa

@rodrigoadcosta

GGBR4

· 17 de mar.

$USIM5 $GGBR4 📉📈 UBS BB ELEVA RECOMENDAÇÃO DE USIMINAS PARA COMPRA E PREÇO-ALVO DE R$ 6,80 PARA R$ 9 O banco elevou a recomendação das ações da Usiminas para compra, com preço-alvo de R$ 9, o que equivale a um potencial de ganho de 41,1% no comparativo com o fechamento do papel no pregão de ontem. O UBS BB avalia que a companhia está melhor posicionada entre os pares diante das medidas antidumping impostas ao aço importado, principalmente o chinês. "Acreditamos que a empresa está bem posicionada para capturar os esforços de aumento de preço em andamento por parte das usinas e distribuidores domésticos, enquanto também ganha participação de mercado das importações chinesas", disseram os analistas Caio Greiner e Arthur Biscuola, em relatório. Segundo a instituição, a empresa poderá alcançar um potencial de margem Ebitda na divisão de aço de 13% a 15% nos próximos trimestres (mais provavelmente em 2027), ante uma margem de cerca de 6% em 2025 - um impacto de alavancagem poderoso para os acionistas. "Calculamos que a ação está precificando apenas 9% de margens Ebitda, então ainda vemos potencial de alta e elevamos a Usiminas para Compra. Também definimos um novo preçoalvo R$ 9,00 (acima de R$ 6,80) assumindo um múltiplo 4,7 vezes." O banco reforça a leitura de que a Usiminas estaria bem posicionada para capturar aumentos de preços conduzidos por usinas e distribuidores e para ganhar participação diante da redução das importações chinesas de aços planos. O UBS BB afirma que a margem teria ficado em torno de 4% no quarto trimestre de 2025 e atribui parte desse resultado à sazonalidade, projetando recuperação para 7% a 8% no primeiro trimestre de 2026, com melhora gradual ao longo dos trimestres conforme os reajustes avancem. O banco também pondera que pressões de custos - com placas e carvão mais caros - devem ser parcialmente compensadas por diluição de custos fixos e melhora de mix. A instituição espera que as importações chinesas de aços planos sejam drasticamente reduzidas e vê a participação hoje ocupada pela China como espaço a ser disputado, com outras regiões absorvendo apenas parte, enquanto as usinas locais seriam as principais beneficiárias. Para o banco, o segmento de laminados a frio (CRC) e revestidos respondem por cerca de 52% dos embarques da Usiminas, enquanto HRC representa cerca de 34%. Nessa tese, o UBS BB assume que a empresa absorverá parte do volume deixado pelas importações chinesas, elevando seus embarques em cerca de 10% e reduzindo o custo por tonelada em 2% a 3% por efeito de diluição de custos fixos. O UBS BB ressalta que o setor siderúrgico brasileiro começa a ganhar atratividade com o avanço de barreiras comerciais, após um período de três a quatro anos em que a tese foi contaminada com o aumento das importações, principalmente da China. Para se ter uma ideia, as importações totais de aço no Brasil chegaram a cerca de 6,4 milhões de toneladas em 2025, cerca de três vezes o nível de 2019, o que pressionou preços e margens no mercado doméstico. Desde o início da cobertura, o banco diz que defendia a preferência por regiões mais protegidas para reduzir a exposição a dinâmicas globais desafiadoras de oferta e demanda e aos fluxos de exportação chineses. Agora, o UBS BB afirma estar mais confiante na capacidade do Brasil de defender a indústria local porque as medidas antidumping recentemente implementadas já cobrem cerca de 40% das importações totais do País, com possibilidade de novas iniciativas. Para o banco, períodos de aumento do protecionismo estão entre os poucos pontos de inflexão que fazem investidores ficarem mais construtivos com ações de siderúrgicas - movimento que, segundo o UBS BB, já ocorreu em Estados Unidos, União Europeia e México. Nesse contexto, a instituição diz acreditar que “é a vez do Brasil” e aponta a Usiminas como principal beneficiária desse cenário, enquanto mantém recomendação de compra para Gerdau.

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