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Grupos nacionais podem ter metade do mercado de canetas

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A queda da patente de moléculas usadas na fabricação de canetas emagrecedoras abriu nova oportunidade para os laboratórios nacionais, que já lideram o varejo de medicamentos no país. Com o fim da exclusividade da liraglutida e, mais recentemente, da semaglutida, a Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais (Alanac) estima que a indústria nacional disputará uma fatia que pode alcançar até metade do mercado combinado dessas duas moléculas nos próximos três anos. No ano passado, as duas movimentaram R$ 5,7 bilhões em vendas no Brasil.