HAPVIDA ON É A MAIOR QUEDA DO IBOVESPA; CAI -8,91%; A R$ 11,14
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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados
Patrick Pasek
@patrick
· 28 de abr.
3 papéis em 1 minuto. $HAPV3 $csan3 $prio3 #educacional
Patrick Pasek
@patrick
· 10 de abr.
$HAPV3 maior alta do dia de hoje! Possível reversão
Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos
@santafeinv
· 19 de mar.
📊 Hapvida | $HAPV3 | 4T25 | 🔴 Negativo O 4T25 foi muito fraco, com deterioração operacional relevante, queda forte de EBITDA, queima de caixa e piora de métricas-chave, levantando dúvidas sobre a sustentabilidade do balanço. 💰 Resultado consolidado • Receita: R$7,9bn (+6% YoY; em linha) • EBITDA ajustado: R$556mn (-34% YoY; -23% vs. estimativas) • Lucro líquido: prejuízo (-R$29mn) • Lucro ajustado: prejuízo de -R$53mn 👉 Resultado operacional fraco, mesmo com ajuda de itens não recorrentes positivos. 📉 Principais problemas do trimestre • ❌ Queda da base de beneficiários • -140k vidas QoQ (pior número já registrado) • ❌ MLR elevado: • 75,5% (+450bps YoY; +30bps QoQ) → pior mesmo com sazonalidade favorável • ❌ Provisões elevadas (judicial + contingências) • ❌ Despesas financeiras ainda altas • ❌ Capex elevado 👉 Conjunto operacional amplamente negativo. 📊 Margens • Forte compressão explicada por: • maior sinistralidade (utilização elevada) • custos de ramp-up de hospitais • menor alavancagem operacional 👉 Ponto crítico: 4T deveria ser o melhor trimestre — foi o pior. 📉 Caixa e balanço • FCF: -R$292mn (vs. +R$80mn em 4Q24) • Capex: R$419mn (+25% YoY) • Dívida líquida: R$5,2bn (+R$932mn QoQ) • Alavancagem: 1,3x (subindo) 👉 Combinação de baixo EBITDA + alto capex = deterioração de caixa. 📊 Liquidez e risco • Caixa (ex-regulatório): ~R$5,6bn • Amortizações 2 anos: ~R$2,2bn ⚠️ Pressão crescente sobre liquidez e estrutura de capital. 📉 Outros pontos críticos • 📈 Provisões judiciais e contingências em alta • 📉 Perda de market share (principalmente Sudeste) • 📈 Claims por beneficiário +13% YoY 👉 Estrutura segue pressionada por múltiplos vetores. 🧠 Tese / leitura • Problemas já conhecidos (utilização, judicialização, crescimento) • ❗ Q4 marca mudança de “yellow flags → red flags” • ⚠️ Risco de: • diluição (equity) • necessidade de venda de ativos 🎯 Conclusão 🔴 EBITDA e lucro muito fracos 🔴 Queima relevante de caixa 🔴 Perda de base de clientes 🔴 Pressão estrutural de custos 🔴 Risco crescente no balanço 👉 Resultado ruim → viés fortemente negativo.
Rodrigo Costa
@rodrigoadcosta
· 17 de mar.
$HAPV3 📊 HAPVIDA TEM PREÇO-ALVO REDUZIDO PARA R$ 13,50 PELO JP MORGAN ✔️ Recomendação: Neutra (mantida) ✔️ Preço-alvo: R$ 13,50 (reduzido de R$ 39,00) ✔️ Potencial de valorização: alta de 52,03% em relação ao último fechamento 📍 O JPMorgan reduziu de forma significativa o preço-alvo das ações da Hapvida, de R$ 39,00 para R$ 13,50, após revisar para baixo suas projeções de lucro e crescimento da companhia. O banco destaca que as estimativas de lucro por ação ficaram bem abaixo do consenso, refletindo um cenário de curto prazo mais fraco, com pressão competitiva, custos elevados e crescimento limitado da base de clientes. Apesar de considerar que o papel parece barato em termos de múltiplos, o JPMorgan manteve recomendação neutra. A instituição avalia que a recuperação operacional ainda é incerta e que os resultados devem seguir pressionados no curto prazo, diante de restrições de preços, aumento de custos e maior concorrência no setor de saúde suplementar.
Lucas Uhlig
@lucasuhlig
· 27 de fev.
$HAPV3 Explicado porque as ações da Hapvida caem 30% esse ano Hoje fizemos um call com o time de RI da Hapvida e em resumo: a companhia tem um modelo de verticalização que sempre foi o diferencial do modelo de negócio que corroborava com níveis de sinistralidade mais baixos do que o mercado de operadoras de saúde Ocorre que desde 2020 a companhia realizou dezenas de aquisições, sendo as últimas a São Francisco e posteriormente a fusão com a Intermédica: na época a cia chegou a valer R$100 bi. Market cap esse que foi sendo corrigido pelo mercado a medida que a inflação de custos e as mudanças no ROL de atendimento da ANS foram destruindo margem e especialmente fluxo de caixa Enfim, chegando nos dias de hoje: o RI trouxe que (assim como no conf call do 3T25) a empresa estava revisitando uma série de áreas num verdadeiro turnaround, sendo os principais deles: 1- mudanças comerciais como implementação de um time de inteligência de mercado (sim, não tinha), precificação dinâmica e modelo de comissionamento especialmente no Sul e no Sudeste 2- continuidade dos processos judiciais nos patamares atuais com pouco nível de visibilidade sobre reduções 3- ampliação de rede verticalizada com a construção de 7 novos hospitais para atender a demanda atual (especialmente no NE), como preparando o terreno para ofertas mais competitivas no Sudeste Com isso, não dá para esperar margens muito superiores em 2026 - sendo mais razoável manter números parecidos com 2025 Usando esses números, podemos pensar em um EBITDA próximo de R$3.1 bi para esse ano e um lucro líquido ajustado de cerca de R$750M, o que dá um P/L de 7x contra 18x da Rede Dor: atrativo No geral acho que no curto prazo não teremos muitas novidades e os números vão seguir fracos (pensando em 4T25 e 1S26), potencialmente piores no 4T25 e com recuperação maior no 2S26 (mas ainda com baixa visibilidade especialmente pq a Amil está muito agressiva no Sul e Sudeste). Mas para quem tem uma visão de mais longo prazo e acredita no modelo de verticalização, tem uma oportunidade interessante na mesa pq não vejo muito espaço para deterioração de resultados além de 2026 - por óbvio vai ser necessário acompanharmos tri a tri Por enquanto vou ficar de fora, mas entrou oficialmente no meu radar
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