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Irrigação reduz riscos do El Niño para a safra 2026/27, aponta BrasilAgro

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A confirmação da formação do fenômeno El Niño no Oceano Pacífico pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês) acende o alerta para as empresas agrícolas. Temperaturas acima do normal e mudanças no regime de chuvas são esperadas para diferentes regiões do país. E, nesse cenário, a irrigação ganha relevância como instrumento para mitigar perdas, junto com outras tecnologias.

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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados

Bruno Mazzoni

Bruno Mazzoni

@brunomazzoni

AGRO3

· 25 de mar.

$agro3 BrasilAgro no radar com queda de hoje

Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

AGRO3

· 06 de fev.

BrasilAgro | $AGRO3 | 2FQ26 | 🟨 Resultado geral em linha com o consenso A BrasilAgro reportou 2FQ26 sem surpresas relevantes, conforme amplamente antecipado pelo mercado. A top line foi inflada por vendas não recorrentes de gado e o lucro se beneficiou de efeito tributário positivo, enquanto o EBITDA ajustado ficou em linha com as estimativas. Operacionalmente, a comercialização de cana-de-açúcar foi fraca — reflexo de menor produtividade na safra 2025/26 já previamente divulgada — e, portanto, não trouxe novidade. O principal ponto construtivo do trimestre foi a evolução dos hedges para a safra 2025/26, aumentando a flexibilidade em um ambiente desafiador para produtores rurais. A receita consolidada superou a projeção em ~18%, puxada sobretudo por BRL 24mn em vendas de gado (majoritariamente não recorrentes, ligadas à Fazenda Preferência, desinvestida em 2025). Já o EBITDA ajustado somou BRL 7mn, 🟨 em linha com o esperado, dado que as margens modestas do gado limitaram a contribuição à rentabilidade. O lucro líquido veio acima do projetado (🟩 qualitativo), explicado por taxa efetiva positiva e resultado financeiro mais forte. Por cultura, a cana-de-açúcar apresentou queda de volumes de 52% a/a e compressão de receita de 56% a/a, exatamente conforme projetado, devido à produtividade menor na safra 2025/26 (🟨 sem surpresa). Em soja, a receita ficou em linha com o modelo, em função da sazonalidade mais fraca do período. Milho surpreendeu em volumes, mas o efeito foi majoritariamente compensado por preços, limitando impacto no resultado. No mix produtivo, a companhia revisou a produção de soja para baixo em 3% e milho para cima em 2%, com redução relevante no algodão 2ª safra, alinhada à leitura de margens negativas no algodão. A posição de hedge foi o principal destaque positivo. A BrasilAgro avançou significativamente nas proteções para 2025/26: soja com volumes hedgeados ~20 p.p. acima do ano anterior, a preços 6% acima do modelo; algodão com 53% da produção hedgeada (+12 p.p. a/a), a preços 3% acima; e hedges de FX em 54–55% para soja e algodão, a níveis 7% e 15% acima das estimativas, respectivamente (🟩 acima do esperado). Esse avanço tende a mitigar riscos de preços e frete em um cenário de BRL apreciado e estoques globais elevados. O outlook para 2025/26 é melhor em base anual, após um FY25 desafiador por clima adverso e menor área plantada. A companhia indicou ambiente mais equilibrado, com potencial de ganho de produtividade e diluição de custos no 2S26. Na revisão de guidance, produtividade da soja foi ajustada +0,7%, apesar de -2% na área, enquanto algodão foi revisado -22%, com realocação de área para milho 2ª safra, dado o melhor perfil de margens e liquidez. Leitura final: o trimestre foi 🟨 em linha, sem catalisadores imediatos. A gestão ativa de hedges se destaca como ponto positivo em um ambiente setorial mais fraco, mas o curto prazo segue limitado para geração recorrente de caixa. O sell side mantém visão Neutra/Market Perform para as ações.

Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

AGRO3

· 03 de fev.

🌾 Safra MT 2025/26 | Atualização IMEA – Leitura Técnica Ontem (2/fev), o IMEA revisou suas projeções para a safra 2025/26 de soja e milho em Mato Grosso. A soja teve revisão positiva relevante: a produção estimada subiu 7% frente à última atualização, para 50,5 Mt (-1% YoY), refletindo maior produtividade, agora em 64,7 sc/ha (-2% YoY), enquanto a área plantada permaneceu estável em 13,0 Mha (+2% YoY) 🟢. As exportações de soja do estado também foram revisadas para cima em 9%, ficando praticamente estáveis em base anual, acompanhando o maior volume esperado. O IMEA destacou que, apesar das preocupações iniciais com a falta de chuvas no plantio, o clima mais favorável ao longo do ciclo sustentou bom desenvolvimento das lavouras, com resultados positivos nas primeiras áreas colhidas e expectativa de avanço da colheita em ritmo acelerado, dado o cenário de baixa ocorrência de chuvas no curto prazo ☀️. Já para o milho, o instituto manteve as estimativas inalteradas: produção projetada em 51,7 Mt (-7% YoY), com área de 7,4 Mha (+2% YoY) e produtividade de 116,6 sc/ha (-8% YoY), baseada na média dos últimos três anos 🟡. As exportações seguem estimadas em 26,1 Mt (-6% YoY), com maior demanda interna, especialmente ligada ao etanol de milho, sendo compensada pelo consumo de estoques. Do ponto de vista setorial, a revisão positiva da soja tende a aliviar a pressão sobre a economia do produtor e pode favorecer o ritmo de comercialização, com efeitos positivos sobre a demanda por logística de grãos, beneficiando nomes como $RAIL3 e $HBSA3 🚛🚢. Além disso, um avanço mais rápido da colheita da soja pode reduzir riscos para o milho de inverno, ao permitir que o plantio ocorra dentro da janela ideal de desenvolvimento 🌱. $SLCE3 $AGRO3 $LAND3

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

AGRO3

· 30 de jan.

$SLCE3 $AGRO3 | **Agronegócio XP -- Prévia de resultados do 4T25 & atualização dos modelos de valuation** **Primeiro ponto =>** Safra de soja no Brasil: as estimativas de produção de soja foram elevadas principalmente devido a maiores produtividades, possibilitadas por condições climáticas favoráveis. Pelo lado positivo, **as perspectivas de produtividade indicam que ambas as companhias não devem ficar abaixo do guidance, o que foi uma frustração na safra 2024/25.** Pelo lado negativo, safras recordes no Brasil, combinadas com estoques nos EUA revisados para cima, reforçam a visão da XP de um Supply‑Driven Bear Market. **[ = ] Seguem neutros em ambos os nomes:** i) SLCE deve ter revisões baixistas no EBITDA e EPS em 8% e 7%, respectivamente, principalmente devido a preços abaixo do esperado. FCF também segue negativo em 2026 e próximo do breakeven em 2027. ii) AGRO3 também segue com as mesmas revisões no EBITDA/EPS em 41% e 96%, respectivamente, já refletindo preços mais baixos e uma rampa de produtividade mais lenta que o usual. A XP segue neutral nesse call, mas elevou o preço-alvo dado que a AGRO entrega um yield carry melhor, devido aos recebíveis de vendas de fazendas.

Rodrigo de Assis Dutra Costa

Rodrigo de Assis Dutra Costa

@rodrigoadcosta

AGRO3

· 21 de jan.

🚜 ITAÚ BBA VÊ DEMANDA FRACA POR AGRÍCOLAS E APONTA PREFERIDAS Analistas do Itaú BBA afirmam que o setor do agronegócio deve enfrentar baixa demanda de investidores em 2026, devido ao cenário de oferta elevada de grãos e preços pressionados. Nesse ambiente, a 3tentos [$TTEN3] segue como a principal recomendação do BBA entre institucionais, apoiada em modelo mais diversificado e menor exposição direta à volatilidade da soja. O relatório destaca ainda que parte dos investidores está subalocada em commodities, o que pode tornar SLC Agrícola [$SCLE3]uma opção de hedge caso o mercado acionário enfrente menor otimismo. SLC Agrícola e BrasilAgro [$AGRO3] tendem a conviver com preços mais baixos por mais tempo, mas podem capturar oportunidades de rotação de terras diante de produtores mais alavancados. Já as empresas de insumos, como Vittia [$VITT3] e Boa Safra [$SOJA3], devem passar por mais um ano de pressão sobre preços e possível piora no mix, reflexo da compressão de margens no campo.

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