JPM: MAHLE TEM MAIOR SENSIBILIDADE AO CICLO DOMÉSTICO
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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados
Júlio Vieira
@juliovieiraa
· 17 de mar.
$ITSA4 $LEVE3 $NATU3 $SBSP3 **SNAPSHOT DOS RESULTADOS 4T25 - 17.03.2026** 🟡 Itaúsa [ = ] IN LINE. O trimestre não tem nenhum dado novo que altere a tese. O que importa estruturalmente é o catalisador à frente com a Lei Complementar 204/23 eliminando a cobrança de PIS/Cofins sobre JCPs a partir de 2027. Isso deve abrir espaço para a redução de ineficiências estimadas em 13,2% a.a. sobre os proventos, **o que representa cerca de R$ 9,6 bilhões no valor presente**, aproximadamente 9% do market cap atual da holding. [ ! ] Setor não financeiro com EBITDA (+42%) no acumulado, componente que começa a ganhar relevância na DRE da holding. 🔴 Mahle Metal Leve [ - ] MISS. Receita +0,6% YoY (ex-aquisições -1,2%). Aftermarket -2,2%, **o segmento de maior margem e o coração da tese de crescimento da empresa.** O mercado esperava pelo menos estabilidade no aftermarket com leve crescimento orgânico. Margem EBITDA 16,7% flat YoY, mas com queda sequencial de -4,7pp QoQ, sinalizando perda de alavancagem operacional no trimestre. Capex subiu, pressionando o FCF. **Valuation atual de 8,5x P/E é elevado para uma empresa com crescimento próximo de zero.** 🟡 Natura [ + ] IN LINE. Como as expectativas estavam em níveis de terra arrasada, o beat expressivo na margem, impulsionada pelos cortes de SG&A além do projetado, pode puxar o papel na abertura. Obviamente, **o relançamento da Avon no 1S26 é o principal catalisador a monitorar.** A receita segue fraca, mas a narrativa de 2026 como "ano da empresa mais enxuta" começa a ganhar credibilidade. 🟢 Sabesp [ + ] BEAT. A Sabesp reportou lucro líquido ajustado de R$ 1,9 bilhão no 4T25, **sustentado por ganhos de eficiência e controle de despesas.** O EBITDA ajustado somou R$ 3,4 bilhões, alta de 13% na comparação anual, refletindo redução de cerca de 10% nos custos e aumento de 3% no volume faturado. [ + ] O beat de +6% vs. estimativas no EBITDA é particularmente relevante porque o 3T25 havia decepcionado, e o mercado havia reduzido as expectativas após a fraqueza do trimestre. O CFO atribuiu o resultado à retirada de descontos para grandes clientes e expansão da base de consumidores via universalização.
Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos
@santafeinv
· 17 de mar.
📊 Metal Leve | $LEVE3 | 4T25 | 🔴 Crescimento desacelera e aftermarket pressiona A companhia reportou um 4T25 mais fraco, com receita praticamente estável e perda de momentum, especialmente no segmento de aftermarket, que vinha sustentando crescimento nos trimestres anteriores. Apesar de ganhos de eficiência, o conjunto indica dinâmica operacional mais desafiadora. 💰 Resultado consolidado • Receita: +0,6% YoY (vs. +25,6% no 3T) • Receita ex-aquisições: -1,2% YoY • Margem bruta: 25,2% (+2,4 p.p. YoY; -3,5 p.p. QoQ) • EBITDA ajustado: +0,9% YoY • Margem EBITDA: 16,7% (flat YoY; -4,7 p.p. QoQ) • Lucro líquido ajustado: +0,5% YoY O trimestre mostra uma clara desaceleração vs. 3T25, com perda de tração em receita e compressão sequencial de margens. 📉 Segmentos OEM (montadoras) • +2,5% YoY (vs. +42,2% no 3T) • Ex-aquisições: +0,8% YoY Destaques: • Mercado doméstico: +4,6% YoY (resiliente) • Exportações: -0,8% YoY Aftermarket (principal negativo) • -2,2% YoY • Ex-aquisições: -3,5% YoY Drivers: • maior competição de produtos importados • maior sensibilidade a preços • demanda mais fraca internacionalmente. 📉 Custos e margens • Margem bruta expandiu YoY (+2,4 p.p.), refletindo controle de custos • Despesas de vendas: -21% YoY Por outro lado: • P&D: +40% YoY • G&A: +67% YoY Além disso, menor contribuição de ganhos monetários no exterior limitou alavancagem operacional. 📉 Resultado financeiro • Pressionado por perdas cambiais e derivativos, impactando o resultado final. 📊 Investimentos • Capex: 5,1% da receita (vs. 2,5% no 3T), indicando maior intensidade de investimentos. 🎯 Conclusão 🔴 Receita perdeu tração (ex-aquisições negativa) 🔴 Aftermarket deteriorando 🟨 Margens estáveis YoY, mas piorando QoQ 🟨 Investimentos e despesas pressionando O trimestre marca uma mudança de tendência, com crescimento mais fraco e pressão no principal motor de rentabilidade (aftermarket). 📉 Valuation • ~8,5x P/E 2026E, considerado exigente diante do crescimento mais fraco
Rodrigo Costa
@rodrigoadcosta
· 17 de mar.
📊 CORPORATIVO 2 $LEVE3 - Mahle Metal Leve registra lucro ajustado de R$ 126,8 mi no 4T25, leve alta de 0,5% ante 4T24; lucro líquido sem ajustes cresce 22,6% para R$ 135,9 mi; Ebitda ajustado sobe 0,9% para R$ 221,8 mi; receita líquida avança 0,6% para R$ 1,32 bi no trimestre $MTRE3 - Mitre formaliza parceria com grupo Barrière para desenvolver o Hotel Daslu Barrière nos Jardins, em São Paulo, com investimento de R$ 300 mi e inauguração prevista para 2029; Mitre deterá participação minoritária de 25% a 30% no empreendimento de alto padrão $NATU3 - Natura reverte prejuízo e registra lucro de R$ 186 mi nas operações continuadas no 4T25, mas provisão de R$ 434 mi da venda da The Body Shop pressiona resultado; Ebitda recorrente cresce 57,2% para R$ 978 mi; receita líquida recua 12,1% para R$ 6,19 bi $PETR3 $PETR4 - Petrobras exerce direito de preferência para adquirir 50% da Petronas nos campos de Tartaruga Verde e Espadarte por US$ 450 mi, voltando a deter 100% dos ativos; produção atual de 55 mil bopd; conclusão sujeita a aprovação da ANP $PRIO3 - Ibama retifica licença de perfuração do campo de Frade, permitindo que a Prio perfure até 14 novos poços; companhia também havia obtido no início de março a licença de operação do campo de Wahoo, concluindo a última etapa regulatória para início da produção $SBSP3 - Sabesp registra lucro de R$ 2,68 bi no 4T25, alta de 87,1% ante 4T24, com Ebitda de R$ 4,42 bi, +92,8%; receita líquida de R$ 5,68 bi, +2,1%; conselho aprova JCP de R$ 0,829190381 por ação, data com 19/3, ex-proventos a partir de 20/3 e pagamento em 30/4
Israel Massa
@massa
· 09 de jan.
**ITAÚ BBA: Marcopolo segue Top Pick, Randon é elevada para Outperform e Tupy sofre novas revisões negativas** $POMO4 $RAPT4 $TUPY$ $FRAS3 $MYPK3 $LEVE3 Itaú BBA - Capital Goods Brasil 2026 O Itaú BBA revisou o setor de bens de capital e autopeças para 2026, incorporando um novo scorecard que avalia perspectivas de resultados, valuation, geração de caixa e gatilhos de curto prazo. O cenário segue desafiador no curto prazo, mas com oportunidades seletivas à medida que o mercado começa a antecipar uma recuperação cíclica a partir do segundo semestre de 2026 e ao longo de 2027. **Marcopolo – Mantida como Top Pick** A Marcopolo segue como a principal escolha do setor. A tese permanece baseada em valuation atrativo (P/L 2026 de aproximadamente 6,2x e dividend yield estimado em 8%), balanço desalavancado, forte geração de caixa e exposição positiva ao dólar. Apesar de um 4T25 e início de 2026 mais fracos, a empresa apresenta diversos gatilhos potenciais para o próximo ano, como entregas do programa Caminho da Escola, micro-ônibus do Ministério da Saúde, pedidos da Argentina e renovação da frota urbana no Brasil. **Randon – Upgrade de recomendação para Outperform** O Itaú BBA eleva a recomendação de Randon para Outperform após um período prolongado de forte underperformance. O banco entende que as revisões negativas podem estar próximas do fim e que a ação pode se beneficiar da melhora de sentimento com a expectativa de queda da Selic e de uma recuperação do mercado de caminhões a partir de 2H26. Mesmo com resultados fracos no curto prazo e elevada alavancagem, a forte geração de caixa no 4T25 e possíveis novos contratos no segmento ferroviário reforçam a tese de recuperação. **Frasle – Outperform mantido, com início de 2026 mais fraco** A recomendação de Frasle é mantida, mas o banco destaca um começo de 2026 mais pressionado. Ajustes de estoques dos clientes, fraqueza do agronegócio e impactos indiretos da guerra comercial devem limitar o crescimento no curto prazo. Ainda assim, o modelo de negócios segue resiliente, com margens EBITDA robustas e boa visibilidade estrutural no médio prazo. **Iochpe-Maxion – Resiliência relativa frente à fraqueza nos EUA** A Iochpe permanece com recomendação Outperform, mesmo diante da demanda mais fraca por veículos comerciais na América do Norte. O relatório destaca maior resiliência operacional em comparação aos pares, boa geração de caixa em 2026 e valuation mais atrativo dentro do grupo exposto ao mercado norte-americano. **Tupy – Market Perform e maior risco do setor** A Tupy é apontada como o caso mais frágil do setor. O Itaú BBA projeta revisões negativas relevantes de receita, EBITDA e lucro, refletindo a combinação de demanda fraca nos EUA, pressão de margens e maior alavancagem. A recente renegociação de covenants reforça a assimetria negativa da tese, mantendo a recomendação em Market Perform. **Mahle Metal Leve – Modelo defensivo, upside limitado** A Mahle Metal Leve segue com recomendação Market Perform. O banco destaca o caráter defensivo do modelo de negócios, sustentado pela forte presença no aftermarket, o que reduz riscos em 2026. Por outro lado, o potencial de valorização é limitado, apesar da expectativa de melhora gradual de rentabilidade. O Itaú BBA avalia 2026 como um ano de transição para o setor de bens de capital, com resultados pressionados no curto prazo, mas oportunidades claras em empresas com balanços sólidos, forte geração de caixa e valuation descontado. Marcopolo segue como a melhor assimetria risco-retorno, enquanto Randon surge como principal aposta de recuperação cíclica. Tupy permanece como o maior ponto de atenção negativa do setor.
Bruno Mazzoni
@brunomazzoni
· 14 de dez.
$leve3 Mahle anunciou jcp para a semana
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