Notícia

Juro alto, endividamento pesado e El Niño colocam em xeque o crescimento de 2027

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Os juros ainda muito altos e o endividamento elevado de famílias, empresas e também do setor público acendem um sinal de alerta sobre o ritmo da atividade econômica em 2027, também influenciado pelas incertezas sobre o resultado das eleições deste ano. O consenso de mercado para o crescimento do PIB no ano que vem, que estava próximo de 1,7% no fim do primeiro semestre, caiu para 1,5%, enquanto os mais pessimistas apontam o risco de a economia avançar 1% ou até menos, bem abaixo dos 2% da taxa projetada para 2026. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.