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Lucro da Guararapes, dona da Riachuelo, sobe 36,2% no segundo trimestre

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A Guararapes, dona da Riachuelo, fechou o segundo trimestre com um lucro líquido de R$ 167,9 milhões, com alta de 36,2%, na comparação anual, excluindo os resultados do Midway Mall, vendido pela companhia em dezembro de 2025. Caso a operação fosse levada em conta, a alta seria de 17,2%.

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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados

Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

GUAR3

· 12 de fev.

Guararapes | $GUAR3 | 4T25 | 🟩 Resultado acima das estimativas; tese intacta A Guararapes entregou um 4T25 sólido, com crescimento saudável de vendas, expansão relevante de margens, EBITDA recorde e lucro acima das estimativas. O trimestre reforça a consistência operacional tanto no varejo (Riachuelo) quanto no braço financeiro (Midway), além de evidenciar forte desalavancagem após a venda do Midway Mall. 🔹 Receita e SSS A receita consolidada atingiu R$3,2bn (+6% a/a), 🟩 2% acima da estimativa. • SSS vestuário: +7,2% a/a, estável vs. 3T25 (+7,3%), mas desacelerando frente ao 4T24 (+14,6%) (🟨 tendência mais normalizada). • Receita vestuário: R$2,15bn (+7,8% a/a). • Considerando categorias adicionais, o SSS varejo total foi +3,9%, acima da estimativa (+3%) (🟩). No financeiro: • Receita Midway: R$641mn (+8% a/a) • Carteira de crédito (360 dias): R$6,15bn (+7,6% a/a) • NPL >90 dias: 17,2%, melhora vs. 3T25 (17,7%) e estável a/a (🟩 leve melhora) ⸻ 🔹 Margens e resultado O lucro bruto varejo foi R$1,38bn (+11% a/a), com margem +2,6p.p. a/a, impulsionada por: • maior eficiência fabril • menos markdowns • pricing mais dinâmico (🟩) O lucro bruto consolidado foi R$1,95bn (+10% a/a), 2% acima da estimativa, com margem de 60,8% (+2,1p.p. a/a; +0,4p.p. vs. est.) (🟩). O EBITDA pós-IFRS16 ajustado (ex-Midway Mall) somou R$660mn (+16,7% a/a), 🟩 4% acima da estimativa, com margem de 20,6% (+1,9p.p. a/a). O EBITDA pré-IFRS16 ajustado foi R$561mn, 7,5% acima da estimativa. O lucro líquido ajustado atingiu R$322mn (+29% a/a), 🟩 11% acima da estimativa, beneficiado por linha de imposto melhor que o esperado. ⸻ 🔹 Caixa e alavancagem O fluxo de caixa operacional pós-capex foi R$481mn, estável a/a, mesmo com capex +23% a/a (R$161mn) para expansão e tecnologia. A companhia encerrou o trimestre com: • Dívida líquida de R$560mn • Alavancagem de 0,4x ND/EBITDA pré-IFRS16 (vs. 0,7x no 3T25) (🟩 forte desalavancagem) Em dezembro, concluiu a venda do Midway Mall por R$1,6bn, seguida de pagamento de dividendos e JCP totalizando R$1,5bn, alinhado à estratégia de simplificação e foco no core. ⸻ 🔹 Leitura estratégica O 4T25 reforça os pilares da tese: • marca forte • produção verticalizada • fintech relevante no varejo • disciplina de capital Mesmo com alguma normalização do SSS frente à base forte do 4T24, a companhia manteve expansão de margem e rentabilidade recorde. Com o papel negociando a ~8x P/L 2026, a avaliação permanece atrativa. Leitura final: trimestre 🟩 acima das estimativas, com margens fortes, execução consistente e desalavancagem relevante. Tese permanece construtiva.

Rodrigo de Assis Dutra Costa

Rodrigo de Assis Dutra Costa

@rodrigoadcosta

GUAR3

· 06 de fev.

🚨 RECOMENDAÇÕES ✔️ B3 [$B3SA3] – recomendação elevada para Compra no UBS; ✔️ JBS [$JBSS3] – cobertura iniciada com recomendação de Compra no UBS; ✔️ Marfrig [$MRFG3] – cobertura iniciada com recomendação Neutra no UBS; ✔️ Minerva [$BEEF3] – cobertura iniciada com recomendação de Compra no UBS; ✔️ C&A [$CEAB3] – cobertura iniciada com recomendação de Compra no JP Morgan; ✔️ Guararapes [$GUAR3] – cobertura iniciada com recomendação de Compra no JP Morgan; ✔️ Hapvida [$HAPV3] – recomendação rebaixada para Neutra no BTG Pactual; ✔️ Blau Farmacêutica [$BLAU3] – recomendação rebaixada para Neutra no BTG Pactual.

Rodrigo de Assis Dutra Costa

Rodrigo de Assis Dutra Costa

@rodrigoadcosta

GUAR3

· 29 de jan.

📊 CORPORATIVO $ALPA4 - Pedro Moreira Salles renunciou à presidência do conselho por conflitos de agenda como professor na Universidade de Columbia em 2026. João Moreira Salles foi eleito presidente, Rodolfo Marino vice-presidente (novo cargo) e Guilherme Bottura membro efetivo do conselho. $CSMG3 - Desestatização será por oferta pública secundária, sem parcela primária. Estado de MG pode vender 100% da posição ou manter 5% caso haja investidor estratégico (que poderá ter até 30%). Recursos serão usados para pagar dívida estadual com a União. $GUAR3 - A partir de 5/fev, ações serão negociadas sob novo ticker #RIAA3, substituindo #GUAR3, e nome de pregão muda para Riachuelo. Mudança reforça identidade e marca um novo estágio de maturidade da empresa. $LAVV3 - Conselho aprovou R$ 200 mi em dividendos (R$ 1,0234/ação). Data com 2/fev, negociação ex desde 3/fev, pagamento até dez/26 conforme disponibilidade de caixa. $M1TA34 - Lucro líquido do 4T25 foi US$ 22,7 bi vs US$ 20,83 bi no 4T24. Lucro ajustado de US$ 8,88/ação superou estimativa de US$ 8,21 (vs US$ 8,02 ano anterior). Receita atingiu US$ 59,9 bi (+24% a/a), batendo expectativa de US$ 58,5 bi. $MSFT34 - Receita da Azure cresceu 39% no 2TF (out-dez), praticamente em linha com estimativa de 38,8%. Receita total subiu 17% para US$ 81,3 bi vs US$ 80,27 bi esperados. Ações caíram +7% após resultados, com mercado questionando retorno dos investimentos em IA. $PETR3 $PETR4 - Reservas provadas atingiram 12,1 bi boe em dez/25 (84% óleo, 16% gás), adição de 1,7 bi boe. Índice de reposição de 175% apesar de produção recorde. Relação reservas/produção (R/P) de 12,5 anos. Destaques para Búzios, Tupi, Itapu e Mero. $RAIZ4 - Moagem do 3T 25/26 foi 10,6 mi t de cana, queda de 25% vs período anterior. Acumulado de 9 meses atingiu 70,3 mi t vs 77,5 mi t da safra anterior. Resultados auditados do 3T serão divulgados em 12/fev. $RECV3 - Felipe Wigg renunciou à diretoria estatutária. Conselho aprovou redução de um cargo de diretor e ajustes na estrutura. Raphael Scudino assume em 1º/mar como VP não estatutário de pessoas e suporte operacional, fortalecendo foco estratégico. $SBSP3 - Concluiu hoje compra de 40,21% do capital total da Emae (14,9 mi ações preferenciais) da Axia por R$ 476 mi (R$ 32,07/ação). Com operação, Sabesp passa a deter 70,1% do capital total da Emae. $TSLA34 - Lucro líquido do 4T25 foi US$ 840 mi, queda de 61% a/a. Lucro ajustado por ação de US$ 0,50 superou estimativa de US$ 0,45. Receita caiu 3% a/a para US$ 24,9 bi, acima dos US$ 24,6 bi esperados. Vendas de 2025 caíram 9% a 1,64 mi veículos, ficando atrás da BYD (2,26 mi).

Ronny Nascimento Nunes

Ronny Nascimento Nunes

@ronnynascimento

GUAR3

· 25 de jan.

$GUAR3 – Gráfico Diário Tendência: Alta no curto e médio prazo. O preço voltou a acelerar após período de lateralização, mantendo-se acima das médias principais e retomando topos mais altos. Indicador Santo Banda (17,17,72): A curva curta reagiu forte após região de sobrevenda e voltou a subir acima da média intermediária, sinalizando retomada de força compradora. A banda longa segue ascendente, validando o viés positivo. Resistências: • R1: 9,60 • R2: 10,20 Suportes: • S1: 8,80 • S2: 8,20 Minha avaliação: Movimento técnico bem construído após correção saudável. Enquanto se mantiver acima de 8,80, o ativo segue com viés altista, podendo buscar 9,60 e, se houver rompimento, avançar para a região de 10,20. Perda de 8,20 enfraquece o cenário no curto prazo.

Rodrigo de Assis Dutra Costa

Rodrigo de Assis Dutra Costa

@rodrigoadcosta

GUAR3

· 22 de jan.

$GUAR3 GUARARAPES DEVE ENTREGAR O MELHOR 4T DO VAREJO DE MODA — E 2026 COMEÇA EM POSIÇÃO CONFORTÁVEL O quarto trimestre tende a separar quem só sobreviveu de quem, de fato, executou bem. No varejo de moda, a leitura é que a Guararapes fecha 2025 na dianteira, com um desempenho que se destaca frente aos pares e ajuda a explicar por que o papel voltou ao radar de investidores mais atentos a fundamento, e não apenas a fluxo. A expectativa é de um trimestre sólido mesmo com uma base de comparação exigente e ruídos climáticos ao longo do período. A demanda se manteve relativamente estável, sustentada por um mix promocional mais disciplinado e ganhos claros de produtividade no chão de loja — combinação rara em um setor que passou boa parte do ano brigando com margem. Um ponto relevante é que a desaceleração sequencial das vendas mesmas lojas não altera o quadro geral. O crescimento anual ainda permanece em patamar saudável, o que indica que o ajuste foi mais de ritmo do que de tendência. Em outras palavras: menos aceleração, mas sem sinal de quebra de tração. O que começa a diferenciar a Guararapes para 2026 é o operacional. A companhia entra no ano com foco claro em produtividade por metro quadrado e expansão de margem bruta. A verticalização da produção ajuda a sustentar preços de entrada mais agressivos sem sacrificar rentabilidade, enquanto iniciativas para encurtar o ciclo entre design e chegada às lojas atacam um velho problema do setor: sobra de coleção e remarcação excessiva. Esse conjunto de fatores embasa a visão mais construtiva expressa recentemente pelo Itaú BBA, que mantém recomendação de compra para o papel e enxerga espaço relevante de valorização a partir dos níveis atuais. A leitura do banco é que, mesmo em um ambiente promocional mais intenso, a Guararapes conseguiu preservar execução — algo que poucos concorrentes entregaram com consistência. No braço financeiro, o cenário também joga a favor. A Midway começa 2026 com postura mais conservadora, sem reabertura relevante de crédito em 2025 e com indicadores de inadimplência em mínimas históricas, especialmente na primeira parcela. Isso reduz risco de surpresa negativa e reforça a previsibilidade do resultado consolidado. No fim das contas, a Guararapes chega ao encerramento de 2025 com algo valioso para o varejo brasileiro: combinação de demanda resiliente, controle de risco financeiro e espaço real para captura de margem. Não é pouco — e ajuda a explicar por que o mercado começa a tratar GUAR3 como referência, e não apenas mais um nome do setor.

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