M. DIAS BRANCO: RECEITA LÍQUIDA 2T R$2,69 BI; -0,9% A/A; CONS. BBG: R$2,63 BI
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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados
Rodrigo de Assis Dutra Costa
@rodrigoadcosta
· 03 de mar.
$MDIA3 🚨 M. DIAS BRANCO TEM RECOMENDAÇÃO REBAIXADA PARA NEUTRA PELO JP MORGAN ✔️ Recomendação: Neutra (rebaixada de Compra) ✔️ Preço-alvo: R$ 25,00 (reduzido de R$ 31,00) ✔️ Potencial de valorização: alta de 6,84% em relação ao último fechamento 📍 O JPM rebaixou a recomendação de M. Dias Branco para neutra, após resultado abaixo do esperado no 4º trimestre de 2025. O banco reduziu a estimativa de margem EBITDA de longo prazo de 12,5% para 11% e cortou o preço-alvo. A casa também diminuiu a projeção de EBITDA de 2026 para R$ 1,2 bilhão, queda de 11%, e passou a estimar lucro líquido de R$ 714 milhões, 17% abaixo da previsão anterior. Mesmo após a queda de 13% das ações no dia do balanço, o JP Morgan avalia que o papel não está barato, negociando a cerca de 11 vezes o lucro estimado para 2026. 📍 O banco afirma que a companhia enfrenta ambiente de margens mais pressionadas, com maior foco em ganho de participação de mercado do que em rentabilidade. A instituição projeta margem EBITDA de 10,8% em 2026, abaixo do consenso, e vê dificuldade para repassar preços em meio à concorrência elevada e à deflação de alimentos. Por outro lado, o JP Morgan entende que o potencial de queda adicional é limitado, diante de custos variáveis mais baixos e expectativa de crescimento de volume de 2% em 2026.
Israel Massa
@massa
· 02 de mar.
**Dona de Piraquê e Vitarella, M. Dias Branco já se adapta à era das canetas emagrecedoras** (InvestNews) $MDIA3 Empresa diz não ver impacto relevante nas vendas, mas reforça portfólio com mais proteína e produtos saudáveis. https://investnews.com.br/negocios/dona-de-piraque-e-vitarella-m-dias-branco-ja-se-adapta-a-era-das-canetas-emagrecedoras/
Rodrigo de Assis Dutra Costa
@rodrigoadcosta
· 27 de fev.
$MDIA3 O PROBLEMA NÃO É VOLUME. É MARGEM. O 4TRI25 da M. Dias Branco deixou claro que a fase atual da companhia é de transição — e ainda incompleta. O Ebitda de R$ 279 milhões ficou abaixo das expectativas, com margem de 10,3%, retração relevante frente ao histórico. A empresa voltou a crescer receita (+9% a/a) e volumes (+10%), mas ainda não conseguiu transformar esse avanço comercial em expansão consistente de rentabilidade. A principal pressão veio de despesas. SG&A avançou 22% no ano e despesas de vendas subiram 27%, sinalizando reinvestimento comercial relevante. A leitura aqui é direta: a companhia está recomprando participação de mercado. Isso explica a estabilização de receita, mas retarda a recomposição de margem. A margem bruta caiu 190 bps para 31,6%. Commodities menos pressionadas ajudaram parcialmente, mas inflação de insumos — especialmente óleo de palma — e custos de embalagem continuam limitando alívio estrutural. O Ebitda por quilo recuou sequencialmente, mostrando que disciplina de preço ainda não foi suficiente para neutralizar pressão de custo por unidade. O mix também traz sinal misto. Produtos principais cresceram 9,6%, moagem 6,9% e adjacências 13,8%, mas a margem incremental segue abaixo da média histórica. Há prioridade em volume, não em densidade de margem. Essa escolha estratégica faz sentido defensivo, mas adia a alavancagem operacional. Em categorias, biscoitos caíram 4% e massas recuaram 3% no trimestre. Isso sugere elasticidade ainda frágil, apesar de melhora de acessibilidade. O ganho de share veio via intensidade promocional, não via pricing power estrutural. O balanço segue confortável, com caixa líquido de R$ 554 milhões. Isso dá fôlego para sustentar investimentos comerciais até 2026. Porém, estrutura financeira saudável não resolve a questão central: a conversão de crescimento em margem.
Júlio Vieira
@juliovieiraa
· 27 de fev.
$AXIA3 $B3SA3 $RENT3 $AURA33 $QUAL3 $CXSE3 $MDIA3 $SAPR11 **SNAPSHOT DOS RESULTADOS 26.02 - 4T25** 🟢 Axia Energia (+) BEAT pelo EBITDA acima do consenso (5,9 bi vs 5,4 bi BTG) e lucro regulatório surpreendendo muito. **Normalizando o EBITDA, temos um número em linha com as premissas do BTG.** Mesmo com a ação esticada, o momentum segue muito positivo, uma vez que a Axia pode se aproveitar da reprecificação dos preços de energia para gerar um incremento bilionário nas receitas. 🟢 B3 (+) BEAT pelo trimestre muito positivo no core business, com lucro recorrente de 1,4bi (3% acima do consenso BTG, +22% a/a). Detalhe para os novos seguimentos crescendo dois dígitos e abarcando um % cada vez maior dentro do consolidado B3. Temos um valuation relativamente justo, **mas que carrega momentum e um dividend yield convidativo para o gringo no relativo over peers.** 🟢 Localiza (=) IN LINE. Receita de 11bn (+1% acima do consenso) e EBITDA de 3,7bn (+3% vs. consenso). O ROIC de 14,6% com spread de 5,5% segue dentro do target estimado pela empresa. Gostava muito do nome no ano passado, uma vez que você tinha contratado esse incremento de ROIC que não estava precificado. A tese, assim como outros nomes grandes do IBOV, está com momentum. **Porém, o apetite do gringo no nome não é explícito como em 2025.** 🟡 Aura33 (=) IN LINE com algumas nuances: EBITDA US$208mn (-3% vs est.) + guidance 2026 de 365koz (midpoint), 6% abaixo do projetado pela média das casas. **Pode sofrer um pouco de pressão no curtíssimo prazo, apesar do rali estelar (+70% UDM).** Acho que a tese permanece intacta, mas é um cavalo que (dada a precificação atual) depende mais do ouro continuar subindo do que qualquer outro ponto micro que possa aparecer. 🔴 Qualicorp (-) MISS pela receita 7% abaixo do consenso. Apesar do aumento das margens (+620 bps YoY), **a empresa segue apresentando o mesmo problema dos últimos 5 anos: pressão de churn estrutural.** [ - ] Perda líquida de 37k vidas pode ser um catalisador negativo para o dia. Continuo não gostando do nome. 🟡 Caixa Seguridade (-) IN LINE pela sinistralidade melhor que o esperado, sustentando as margens no trimestre. Fez o dever de casa enquanto começam a aparecer alguns sinais de uma deterioração dos resultados (prestamista INSS e previdência via IOF). [ - ] Obs: Lucro da operação cresceu apenas 2%. **Além disso, o comissionamento recuou 7% e os custos subiram bem acima da receita.** Apesar do DY atrativo, não gosto do carrego nesses preços. 🟡 M. Dias Branco (-) IN LINE pela melhora do crescimento/volumes e volta do ganho de share no mix dos produtos. Porém, como estão crescendo de modo agressivo, a rentabilidade não está acompanhando. A margem, em tese, deve cair para 1 dígito nos próximos trimestres, **abrindo espaço para revisões negativas** ou deixar a tese sem catalisadores positivos. 🟡 Sanepar (=) IN LINE. Receita ficou acima do consenso (+2% vs est.), mas o EBITDA de R$756mn (-9% vs est.) ficou pressionado pelo forte aumento no PMSO e PDD. A alavancagem segue baixa (0,6x), jogando a favor, **mas não vejo nenhum catalisador (salvo privatização) de curto prazo no nome.**
Rodrigo de Assis Dutra Costa
@rodrigoadcosta
· 27 de fev.
📊 CORPORATIVO $AURA33 - Aura Minerals declara dividendo de US$ 0,66 por ação (aproximadamente US$ 55,1 mi no total), pago até 26/03 a acionistas em posição até 11/03; BDR recebe US$ 0,22/unidade. No 4T25, Ebitda ajustado foi de US$ 207,9 mi (+162% a/a) com receita de US$ 321,6 mi (+88% a/a). $AXIA3 - Axia Energia tem lucro ajustado de R$ 1,25 bi no 4T25 (+141% a/a) e Ebitda regulatório de R$ 5,75 bi (+12,9% a/a). A receita operacional líquida recuou 5,5%, a R$ 9,91 bi. O lucro contábil foi de R$ 13,7 bi, com R$ 12,3 bi em ativo fiscal diferido reconhecido no período. $B3SA3 - B3 tem lucro recorrente de R$ 1,5 bi no 4T25 (+21,9% a/a) e receita líquida de R$ 2,65 bi (+10,5% a/a), acima das estimativas de mercado. As ações acumulam alta de 32,31% em 2026, em nove semanas consecutivas de ganhos, negociadas a R$ 17,95 ante a máxima de R$ 18,72. $BLIS3 - Justiça bloqueia R$ 376,4 mi em ações do BRB ligadas à Operação Compliance Zero, que apura irregularidades com o Banco Master em liquidação extrajudicial. Alvos incluem fundos Deneb, Borneo, Siracusa e Blue Solutions; liminar concedida pela 13ª Vara Cível do DF. $CPLE6 - Copel tem lucro recorrente de R$ 683 mi no 4T25 (+29,6% a/a) e Ebitda recorrente de R$ 1,36 bi (+16,1% a/a). A alavancagem encerrou 2025 em 2,7x dívida líquida sobre Ebitda, alta ante os 2,6x ao fim de 2024; Brent sobe 1,8% e futuros americanos recuam até 0,5%. $CXSE3 - Caixa Seguridade tem lucro gerencial de R$ 1,124 bi no 4T25 (+6,4% a/a) e resultado anual de R$ 4,315 bi (+14,9% a/a), o melhor da história da empresa. O ROE recorrente foi de 70,4% no 4T25 (+2,9 p.p. ante o 4T24). Receitas operacionais somaram R$ 1,48 bi (+4,3%). $ITUB4 - Itaú Unibanco aprova JCP de R$ 3,85 bi (R$ 0,34888 bruto por ação; R$ 0,287826 líquido de IR à alíquota de 17,5%). Data de registro: 19/03/2026; ações ficam ex-direito a partir de 20/03/2026; pagamento previsto até 31/08/2026 para acionistas na posição registrada. $MDIA3 - M. Dias Branco tem lucro líquido de R$ 157,9 mi no 4T25 (-10,5% ante o 4T24). O Ebitda recuou 21,4% na base anual para R$ 279,4 mi, com margem pressionada. A receita líquida cresceu 9,3%, a R$ 2,720 bi; a alta de custos mais do que compensou o avanço de receita. $SAPR4 - Sanepar tem lucro líquido de R$ 361,4 mi no 4T25 (-12% a/a ante os R$ 412,9 mi do 4T24), com receita líquida de R$ 1,89 bi (+6,5% a/a) e Ebitda de R$ 756,3 mi (-0,5% a/a), com margem Ebitda de 40,0%. No exercício completo de 2025, o lucro atingiu R$ 2,08 bi (+35%). $VALE3 - Conselho da Vale aprova aumento de capital de R$ 500 mi sem emissão de novas ações, via capitalização de reserva de incentivo fiscal, sujeito a assembleia em 30/04/2026. Aprova incorporação das subsidiárias Baovale Mineração e CDA Logística para simplificação societária.
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