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MICROSOFT OPERA EM QUEDA DE 2,32%, A US$402,27

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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

MSFT

· 04 de mar.

$TSLA $MSFT $GOOGL $META $NVDA $AMZN $AAPL O índice de P/E forward relativo do MAG6 (ex-Tesla) e composto por Microsoft, Google, Meta, Nividia, Amazon e Apple, acaba de romper abaixo de 110% sobre o MSCI US Market, tocando a banda inferior de ±1σ da média histórica. Isso representa o nível de valuation mais comprimido dos últimos 12 anos para o grupo, revertendo o prêmio acumulado desde 2016 - 17 quando o grupo começou a negociar persistentemente acima de 130%. A compressão do múltiplo relativo não é necessariamente um sinal de deterioração de fundamentos. Porém, reflete, em grande parte, a reaceleração do restante do mercado americano e a rotação setorial iniciada em 2024. Do ponto de vista técnico de valuation, o grupo negocia hoje próximo à banda inferior histórica de ±1σ, o que historicamente sinalizou pontos de entrada assimétricos para investidores de longo prazo. O gatilho de reversão exigirá **confirmação pela melhora da visibilidade dos earnings no curto prazo, somada a uma revisão de guidance forward** por parte das empresas do bloco.

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

MSFT

· 03 de mar.

Valuation fwd das mag7. Qual a melhor oportunidade? $AAPL Apple: 30.7x $AMZN Amazon: 27.2x $GOOGL Alphabet: 26.9x $MSFT Microsoft: 22.4x $NVDA Nvidia: 21.5x $META Meta: 21.4x

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

MSFT

· 23 de fev.

$NVDA $GOOGL $AMZN $MSFT Para quem diz que a Nvidia negociando a um P/E fwd de 26x, com crescimento de receita projetado em 70% para 2026 está sobrevalorizado… E que as TPUs do Google, os chips Trainium da Amazon ou os chips Maia podem competir e estão vindo para cima deles… Larry Ellison tem uma narrativa contrarian: Ele e Elon estão literalmente implorando a Jansen por mais GPUs Nvidia.

Iuri Franceschini

Iuri Franceschini

@iurii_fr

MSFT

· 21 de fev.

$MSFT: Microsoft próxima dos menores múltiplos da década.

Sérgio Cachoeira CNPI | Consultor CVM

Sérgio Cachoeira CNPI | Consultor CVM

@osergiocachoeira

MSFT

· 19 de fev.

$SP500 $SPY $IVV $VOO O dólar testa mínima de 15 anos. Quem comprar agora vai capturar retorno dobrado! Vamos aos fatos. O $IGV, ETF que representa as grandes empresas de software americanas, caiu forte ao longo do mês. Na última terça-feira, foram as ações do setor financeiro. Na quarta, real estate. Na quinta, logística. Quatro sessões consecutivas com setores diferentes apanhando, todos pelo mesmo motivo: o mercado começou a precificar o risco de disrupção pela inteligência artificial. O investidor médio olhou para isso e concluiu que a bolsa estava caindo. Mas o $DJI, no mesmo período, subiu. O capital não saiu do mercado — ele migrou de empresas com negócios ameaçados pela IA para negócios sólidos, com vantagens competitivas que a tecnologia não consegue replicar. Isso é rotação setorial, não fuga de capital. E o macro está dando suporte. O relatório de empregos de janeiro nos Estados Unidos veio acima das expectativas do consenso, mostrando que o mercado de trabalho americano segue resiliente. Emprego forte significa consumo sustentado e lucros corporativos protegidos. Em paralelo, os dados da Truflation mostram que a inflação americana está em queda acelerada nas últimas semanas, se aproximando de patamares que o Fed considera confortáveis. Mercado de trabalho acima do esperado com inflação caindo é a combinação que todo gestor de portfólio quer ver na tela. É o cenário que sustenta múltiplos e justifica exposição a risco. Agora olha o que está acontecendo com o dólar. O $DXY está testando um suporte de 15 anos — uma das maiores desvalorizações da história recente da moeda americana. Mas aqui entra o ponto que muda a equação: o secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou que a política oficial do governo é fortalecer o dólar. A estratégia é clara — reindustrialização dos Estados Unidos via pressão tarifária para forçar empresas a produzir em solo americano. A lógica econômica é que, com o tempo, a receita de tarifas caia enquanto a arrecadação tributária suba, porque a produção doméstica vai crescer. Mais produção, mais empregos, contas públicas melhores, mais investimento estrangeiro entrando, e portanto mais demanda por dólares. Se essa implementação for bem-sucedida, quem comprou ativos americanos com o dólar nos níveis atuais vai ter capturado dois vetores de valorização ao mesmo tempo: a alta dos ativos e a apreciação cambial. 2026 é o ano da seleção natural da inteligência artificial. As empresas que não se adaptarem vão perder participação e valor de mercado. As que tiverem moats reais vão absorver o capital que sai das perdedoras. Stock picking nunca foi tão determinante. O investidor que simplesmente comprar o índice sem analisar a composição setorial da sua carteira pode estar se expondo exatamente aos setores que estão perdendo fluxo. Agora, os riscos — e eles são concretos. O margin debt do $SPX atingiu máximas históricas, segundo dados da FINRA. Toda vez que a dívida em margem chegou a esses patamares, o que se seguiu foram correções relevantes. A pergunta que vale bilhões é se dessa vez será diferente por causa do ciclo de investimentos em IA. Apostar que "dessa vez é diferente" continua sendo a frase mais cara do mercado financeiro. Segundo dado de risco: a $MSFT, uma das big techs que mais investiu em inteligência artificial, apagou 100% dos ganhos relativos ao S&P 500 desde o lançamento do ChatGPT em novembro de 2022. Em mais de três anos de corrida da IA, o acionista da Microsoft não ganhou nada acima do índice. Isso mostra que investir dezenas de bilhões em IA não garante retorno ao acionista. E tem mais: os leases ativos e pendentes nos balanços das big techs subiram consideravelmente segundo levantamento do Barclays, sinalizando compromissos financeiros de longo prazo que, se a monetização da IA não escalar na velocidade esperada, podem pressionar margens e fluxo de caixa. A conclusão é técnica, não emocional. Emprego acima do consenso. Inflação em queda acelerada. Dólar em suporte de 15 anos com política oficial de fortalecimento. Fluxos para emergentes nos maiores níveis desde 2004. Rotação de capital premiando empresas com fundamentos reais.

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