MOURA DUBEUX: LARRAINVIAL PASSA A DETER 4,7% DO TOTAL DE AÇÕES ON DA CIA
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Júlio Vieira
@juliovieiraa
· 12 de mar.
$MDNE3 $AZZA3 $YDUQ3 $LAVV3 $FRAS3 $COGN3 $SLCE3 $VBBR3 $PLPL3 $CSNA3 $CMIN3 $ESPA3 **SNAPSHOT DOS RESULTADOS 4T25 - 12.03.2026** 🟢 Moura Dubeux [ + ] BEAT pelo lucro acima do consenso (+6%). Backlog margin de 36% **(acima da margem corrente 32,2%)** sinaliza uma potencial expansão das margens IRFS ao longo de 2026. [ ! ] Receita -8% QoQ não preocupa dada a sazonalidade esperada. Porém, vale seguir monitorando o ritmo de lançamentos em 2026. 🟡 Azzas2154 [ = ] IN LINE. Geração de caixa foi positiva, mostrando disciplina da empresa no capital de giro. Porém, top line segue dragando, justificado por shoes e Hering gerando EBITDA negativo. A 7x p/e 2026E é um valuation deprimido, **mas desconto pode ser justificado pela fraqueza estrutural da Hering.** Não descarto o mercado revisar receita p/ baixo, além de eventuais impairments de marca. 🟢 Yduqs [ = ] BEAT. Entregou o que o mercado precisava ver: expansão de margem EBITDA de 4p.p. e FCFE positivo **(2026E projetado em R$550–600mn), implicando yield de 15% sobre o preço atual.** O que não deixou a foto perfeita foi o intake de -7% YoY. Essa queda no número de alunos captados pode ser um leading indicator de receita futura. 🟡 Lavvi [ = ] IN LINE. Apesar do lucro acima das expectativas (414mn, +21% YoY), houve relevante compressão no resultado operacional do trimestre, com a **margem recuando de 30,4% para 26,3%.** Tese vem sendo bem ancorada pelo ROE alto e forte capacidade de pagamento de dividendos, e isso pode ser um suporte de preços. Porém, vale monitorar os próximos trimestres. 🔴 Fras-Le [ - ] MISS. Houve um "ataque" nos dois principais canais de distribuição da empresa (aftermarket e OEM), que entregaram uma produção muito abaixo do potencial. **O crescimento orgânico mostra bem essa foto, caindo 9% YoY**, reflexo do macro desafiador em auto parts. Único print positivo desse balanço foi a alavancagem caindo para 1,3x. Porém, nada além disso. 🟡 Cogna [ = ] IN LINE. A margem EBITDA caiu 2,7 p.p. e a divisão de K-12 (Saber) registrou queda expressiva de receita. Historicamente, é bastante exposta ao ciclo de PNLD, então isso pode ser um efeito pontual. **Kroton e Vasta fizeram o contrapeso aqui, crescendo 10% e 11% respectivamente.** O mercado pode olhar isso como um suporte para as revisões futuras. Foco do mercado vai girar em torno de: i) guidance de matrículas para 2026, ii) FCFE 2026E e iii) qualquer luz sobre PNLD. 🟢 SLC Agrícola [ + ] BEAT relevante aqui. Empresa entregou uma **geração de caixa robusta de 733mn**, além da melhora no top line e EBITDA (EBITDA 10% acima das expectativas do mercado). [ ! ] Revisão de área na segunda safra de algodão é o dado mais negativo aqui, mas o mercado já vinha sinalizando essa piora nos reports. [ ? ] Acho que o principal ponto a se monitorar aqui é a Ureia, principal insumo de **custo variável e não está hedgeado** no balanço da SLC. Devem comentar com mais detalhes no conference call. 🟡 Vibra Energia [ + ] IN LINE. Volumes no maior nível em 12 trimestres (+5% YoY), **mas o FCFE abaixo** (justificado pelo maior consumo de capital de giro), manchou um pouco a foto desse ano fiscal. Recomposição de margens está acontecendo junto com deleverage. 2,4x ND/EBITDA abre espaço para + dividendos ou potencial M&A. 🟢 Plano&Plano [ + ] BEAT pelo **EPS 8% acima das expectativas**, além de surpresas positivas na redução de despesas onde a empresa vinha guiando o mercado para uma piora que não ocorreu. Balanço praticamente sem dívida somado a um múltiplo extremamente comprimido (5,5x p/e 2026E) podem abrir espaço para um momento positivo na abertura de hoje. 🔴 CSN [ - ] MISS. Apesar do EBITDA acima do consenso, boa parte desse ganho **veio de um não recorrente**, ou seja, não representa geração adicional de caixa ou melhora estrutural do resultado operacional. Empresa segue queimando caixa e carregando mais dívida (ND/EBITDA 3,5x). A tese, no curtíssimo prazo, deve seguir pressionada. 🟢 CSN Mineração [ + ] **BEAT pelo resultado operacional acima do consenso**, somado a uma dinâmica muito positiva de embarques. A aquisição da MRS pesou um pouco no caixa, mas a dívida líquida segue estável. Bela foto, mas fico com dificuldade de entender se o ativo consegue sustentar novas altas no médio/longo prazo, negociando acima dos peers. 🟢 Espaço Laser [ + ] BEAT. Foi a surpresa positiva da noite. EBITDA +37% YoY e reversão para lucro ajustado **confirmam o ponto de inflexão que a gestão vinha sinalizando.** Vale monitorar se system sales +2% YoY ganha tração ou se a recuperação de margem é sustentada apenas por corte de custos.
Rodrigo Costa
@rodrigoadcosta
· 12 de mar.
📊 CORPORATIVO 2 $AZZA3 - Azzas registrou lucro líquido recorrente de R$ 168 mi no 4T25, recuo de 0,5% ante o 4T24; Ebitda recorrente de R$ 501 mi, queda de 3,5%; receita R$ 3,263 bi encolheu 4,1%. Empresa encerrou cinco projeções de expansão da Hering para 2025-2027 após integração com Soma. $B3SA3 - CVM autorizou o Regime Fácil a partir de 16 de março, permitindo que empresas com faturamento anual até R$ 500 mi captem até R$ 300 mi/ano na B3 sem coordenador líder; B3 estima que cerca de 150 mil empresas sejam elegíveis para o programa de acesso simplificado. $BHIA3 - Casas Bahia registrou prejuízo líquido de R$ 1,53 bi no 4T, muito acima da estimativa de R$ 154,4 mi, impactado por provisões contábeis sem impacto no caixa; Ebitda ajustado de R$ 826 mi superou projeção de R$ 719 mi; margem bruta de 31,5% superou 30,5% estimado. $BRAV3 - Brava registrou prejuízo de R$ 588 mi no 4T25, ante R$ 1 bi no 4T24; Ebitda ajustado de R$ 808 mi (US$ 150 mi) avançou 60% a/a, mas recuou 38% vs 3T25; receita de R$ 2,54 bi cresceu 31% a/a; menor volume offshore e descontos em Atlanta pressionaram o resultado. $CMIN3 - CSN Mineração registrou lucro líquido de R$ 1,19 bi no 4T25, queda de 40,8% a/a e alta de 71,6% vs 3T25; Ebitda ajustado de R$ 1,76 bi recuou 12,6%; receita ajustada de R$ 4,10 bi avançou 5,2%; Ebitda acumulado de 2025 atingiu R$ 6,44 bi, crescimento de 9,4% ante 2024. $COGN3 - Cogna reportou lucro líquido ajustado de R$ 279,4 mi no 4T25, queda de 72% a/a e aquém da estimativa de R$ 296,7 mi; Ebitda recorrente de R$ 769,1 mi caiu 5,3%, abaixo dos R$ 839,7 mi projetados; receita de R$ 2,20 bi cresceu 1,9%, mas ficou abaixo da projeção. $CSNA3 - CSN registrou prejuízo líquido de R$ 721 mi no 4T25, ante R$ 85 mi no 4T24; Ebitda ajustado de R$ 3,32 bi recuou 0,3% a/a; receita líquida de R$ 11,4 bi caiu 5,2% a/a e 3,3% vs 3T25; no acumulado de 2025, o prejuízo totalizou R$ 1,5 bi, ante R$ 1,53 bi em 2024. $ESPA3 - Espaçolaser registrou lucro ajustado de R$ 10,8 mi no 4T25, alta de 11,7% a/a; Ebitda ajustado de R$ 66,1 mi cresceu 37,3%, com expansão de 4,8 p.p. na margem operacional; caixa operacional de R$ 54,5 mi e dívida líquida/Ebitda em 1,78x, mínimo em 17 trimestres. $FRAS3 - Frasle registrou lucro líquido de R$ 55,9 mi no 4T25, queda de 58,5% a/a versus base elevada do 4T24; Ebitda ajustado de R$ 213,5 mi recuou 1,6% na comparação anual; receita líquida de R$ 1,38 bi avançou 25% vs 4T24, sustentada por crescimento de volumes e câmbio. $LAVV3 - Lavvi pagará em 17 de março a primeira parcela do programa de dividendos anunciado em janeiro; o desembolso inicial é de R$ 30 mi, ou R$ 0,1535 por ação ordinária, para acionistas na data-base de 2 de fevereiro; ações negociam ex-dividendo desde 3 de fevereiro de 2026. $MDNE3 - Moura Dubeux registrou lucro líquido de R$ 111,89 mi no 4T25, alta de 148,9% a/a; Ebitda ajustado de R$ 137,98 mi cresceu 159,0% na comparação anual; receita líquida de R$ 704,68 mi avançou 91,6% ante o 4T24, impulsionada por forte aceleração das entregas no trimestre.
Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos
@santafeinv
· 12 de mar.
📊 Moura Dubeux | $MDNE3 | 4T25 | 🟩 Forte crescimento de receita e lucro, com margens pressionadas no trimestre A Moura Dubeux reportou 4T25 com forte crescimento de receita e lucro, refletindo maior volume de obras e avanço dos projetos em execução. A companhia também realizou follow-on de R$483mn em janeiro, a R$25 por ação, com demanda 6,6x superior à oferta, majoritariamente de investidores domésticos (63%) e liderada por investidores long-only (87%) 🏗️. 💰 Receita em forte expansão A receita líquida atingiu R$705mn no 4T25 (+92% YoY; +29% QoQ), totalizando R$2,36bn em 2025 (+50% YoY). O crescimento foi impulsionado principalmente pelo segmento de condomínios, que representa maior parte da receita: • Desenvolvimento: R$248mn (+5% YoY) – 35% da receita • Condomínio: R$456mn (+249% YoY) – 65% da receita 📉 Margens pressionadas no trimestre A margem bruta foi de 32,2%, expansão anual de 0,7pp, mas queda relevante na comparação trimestral (-9,1pp QoQ), ficando abaixo das estimativas. A margem bruta ajustada foi de 33,7%, também com queda sequencial. Por segmento: • Desenvolvimento: margem de 30,3%, estável QoQ • Condomínios: margem de 33,2%, queda significativa QoQ, refletindo mix de projetos. 📈 Lucro e rentabilidade O lucro líquido foi de R$112mn (+149% YoY), totalizando R$420mn em 2025 (+67% YoY). A margem líquida ficou em 15,9%, enquanto o ROAE anualizado de 2025 atingiu 27,5%, indicando forte rentabilidade do modelo. 📊 Balanço e geração de caixa A companhia encerrou o trimestre com: • Dívida líquida: R$324mn • ND/Equity: 21,4% O burn de caixa foi de R$27mn no trimestre, e R$117mn em 2025, principalmente devido ao pagamento de dividendos. 📦 Backlog e visibilidade de resultados A margem do backlog foi de 36,1%, com R$394mn em resultados ainda a reconhecer, reforçando a visibilidade de lucros futuros. 🎯 Conclusão 🟩 Forte crescimento de receita e lucro 🟩 Follow-on bem sucedido e reforço de capital 🟨 Margens pressionadas no trimestre 🟩 Backlog com rentabilidade elevada Os resultados reforçam o forte momento operacional da Moura Dubeux, sustentado pelo crescimento da atividade imobiliária no Nordeste e pelo pipeline robusto de projetos
Augusto Krappa
@augustokrappa
· 04 de mar.
**Carteira Atualizada - 04/03/2026** Recentemente fiz ajustes relevantes na carteira. Reduzi a exposição às incorporadoras, após um 2025 excepcional para o setor, e também em Prio, que já apresentou desempenho muito forte em 2026. No caso de Prio, ao normalizar o Brent, me parece que parte do re-rating já ocorreu, ainda que o papel siga negociando a múltiplos atrativos. Ao mesmo tempo, aumentei a posição em caixa e incluí ativos dolarizados, como a Micron. Também ampliei a exposição a utilities, com aumento em Eneva e abertura de posição em Orizon. O objetivo foi otimizar o perfil risco-retorno da carteira diante da minha preocupação com o cenário eleitoral. Ainda assim, mantenho alguma exposição a um eventual fechamento da curva, que tende a beneficiar essas companhias. Importante destacar que não estou alocando em utilities apenas como proxy “bond-like”, mas sim em empresas que enxergam catalisadores relevantes no curto e médio prazo. Suzano - $SUZB3 - 11,9% Orizon - $ORVR3 - 10,0% Eneva - $ENEV3 - 9,3% Micron - $MUTC34 - 9,2% Moura - $MDNE3 - 3,8% Tenda - $TEND3 - 2,7% $LFTS11 - 36,3% $IMAB11 - 12,0% SIMH16 (CDI+5,4%) - 4,8%
Rodrigo de Assis Dutra Costa
@rodrigoadcosta
· 04 de mar.
$MDNE3 ⚙️ MOURA DUBEUX TEM COBERTURA REINICIADA, COM RECOMENDAÇÃO DE COMPRA, PELO BTG PACTUAL ✔️ Recomendação: Compra (mantido) ✔️ Preço-alvo: R$ 44,00 (elevado de R$ 40,00) ✔️ Potencial de valorização: alta de 42,81% em relação ao último fechamento 📍 O BTG Pactual retomou a cobertura da Moura Dubeux após a conclusão da oferta subsequente e elevou o preço-alvo da ação. 📍 A revisão incorpora aumento de capital de R$ 483 milhões, novo cenário macroeconômico, resultados do quarto trimestre de 2025 e guidance de lançamentos entre R$ 4,5 bilhões e R$ 5,5 bilhões, com foco maior no programa Minha Casa Minha Vida, especialmente na Faixa 3. 📍 O BTG também elevou suas estimativas em 18% e destaca que a companhia negocia a 5,3 vezes o lucro estimado para 2026. Para o banco, o papel segue com relação risco-retorno atrativa, apoiado pela expansão no segmento de baixa renda no Nordeste e por baixa alavancagem.
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