Notícia

📊 MOVER NEWS - DESTAQUES DO DIA NO MERCADO – 09/JUL

·

📈 PRICE ACTION


 


>> SLC AGRÍCOLA (SLCE3) avançou 4,39%; exerceu direito de preferência e celebrou acordo com o Grupo Radar para aquisição de 8,9 mil hectares agricultáveis do "Bloco Mato Grosso" por R$669 milhões (inclui silos, algodoeira e benfeitorias). A SLC já operava na área via arrendamento. Outros 8,7 mil hectares continuarão arrendados em diferentes prazos. 


 


️>> DIRECIONAL (DIRR3) subiu 0,87%; reportou prévia 2T com vendas brutas recordes. VGV lançado de R$2,1 bilhões, alta de 8% a/a. Vendas líquidas de R$1,7 bilhão. Geração de caixa operacional de R$80 milhões. 


 


>> ENEVA (ENEV3) avançou 2,75%; S&P reafirmou o rating 'brAAA'. Projeta alavancagem de 5,0x dívida/Ebitda em 2026-2027 (capex de R$19 bi entre 2026-2028 para LRCAP + Complexo Azulão). Desalavancagem esperada a partir de 2027/2028 com entrada em operação dos novos ativos. Portfólio crescerá para mais de 10 GW de capacidade instalada. 


 


>> AMBIPAR (AMBP3) ganhou 6,25%; após meses de negociação, credores majoritários dos Green Notes (2031 e 2033) decidiram apoiar formalmente a reestruturação, que será implementada via plano de recuperação judicial. 


 


>> ONCOCLÍNICAS (ONCO3) tombou 12,26%; companhia confirmou que há tratativas para protocolo de plano de recuperação extrajudicial, mas sem data definida. Mantém negociações com credores para encontrar a melhor solução para sua situação financeira. 


 


>> SUCROALCOOLEIRAS (JSLL3 e SMTO3) avançaram 3,55% e 5,25%, respectivamente, na sessão, após notícia de que Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) se reunirá na próxima terça, 14, para deliberar sobre aumento do percentual de etanol anidro na gasolina a 32%, ante 30%, de acordo com presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta.  


 


🎯 RECOMENDAÇÕES 


 


>> NATURA (NATU3): Bradesco BBI e Itaú BBA rebaixaram recomendação para “neutra”, com preço-alvo de R$10,00. 


 


>> DIRECIONAL (DIRR3): BTG Pactual reitera recomendação de “compra”, com preço-alvo de R$20,00. 


 


>> TUPY (TUPY3): XP eleva recomendação para “compra”, com preço-alvo de R$20,00. 


 


>> VALE (VALE3); BTG Pactual reitera recomendação de “compra”, com preço-alvo de R$90,00. 


 


📆 AGENDA SEXTA-FEIRA (10/07) 


 


>> Inflação ao consumidor (CPI) de junho da Alemanha, 03h00; 


 


>> Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de junho do Brasil, 09h00; 


 


>> Contagem de Sondas de Baker Hughes para semana encerrada em 10 de julho, 14h00. 

O que a comunidade está dizendo

Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados

Fabio Alfredo

Fabio Alfredo

@fabioalfredo3080

TUPY3

· 20 de abr.

Bruno Mazzoni

Bruno Mazzoni

@brunomazzoni

NATU3

· 31 de mar.

$natu3 o mes de abril não tem sido bom para Natura. Será que em 2026, a historia será outra?

Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

TUPY3

· 20 de mar.

📊 Tupy | $TUPY3 | 4T25 | 🔴 Negativo Resultado bem fraco, com forte deterioração operacional, impacto relevante de one-offs e aumento de alavancagem — reforçando riscos para 2026. ⸻ 💰 Resultado consolidado • Receita: R$2,18bn (-12% YoY; em linha) • EBITDA ajustado: R$39mn (-84% YoY; abaixo) • Margem EBITDA: 1,8% (vs. ~10% 4T24) • Lucro líquido: -R$626mn 👉 Forte compressão de margem e prejuízo relevante. ⸻ 📉 Operacional (principal problema) • Margem bruta: 8,0% (vs. 17,0% 4T24) • Queda de receita → perda de alavancagem operacional • Baixa diluição de custos fixos Drivers: • 🚛 Queda forte em veículos comerciais no Brasil (-41% YoY) • 🌎 Demanda global fraca (macro + trade war) • 💱 FX desfavorável (BRL mais forte) 👉 Ciclo negativo atingindo diretamente volume e rentabilidade. ⸻ ⚠️ One-offs relevantes (R$544mn) • 🏭 Impairments: ~R$327mn • 📦 Write-down de estoque: R$40mn • 🔧 Reestruturação: R$52mn • 🧾 Baixa de créditos fiscais: R$125mn 👉 Ajuste estrutural da operação, mas com impacto forte no resultado. ⸻ 📉 Resultado final • EBITDA contábil: negativo • Resultado financeiro: -R$92mn • Prejuízo líquido: -R$626mn 👉 Qualidade do resultado bastante deteriorada. ⸻ 📊 Balanço • Dívida líquida: R$2,2bn • ND/EBITDA: 3,35x (↑) 👉 Alavancagem subindo por queda do EBITDA. ⸻ 🧠 Tese / leitura • 🔴 Forte deterioração operacional • 🔴 Margens colapsando • 🔴 Dependência de ciclo industrial/global • 🔴 Risco de revisões negativas de estimativas Por outro lado: • 🟡 Reestruturação pode melhorar eficiência futura 👉 Mas ainda sem visibilidade clara de recuperação. ⸻ 🎯 Conclusão 🔴 Receita fraca e pressão de volume 🔴 Margens muito comprimidas 🔴 Prejuízo elevado (one-offs + operacional) 🔴 Alavancagem piorando 🟡 Reestruturação em andamento 👉 Resultado claramente negativo, com risco ainda elevado para frente.

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

NATU3

· 17 de mar.

$ITSA4 $LEVE3 $NATU3 $SBSP3 **SNAPSHOT DOS RESULTADOS 4T25 - 17.03.2026** 🟡 Itaúsa [ = ] IN LINE. O trimestre não tem nenhum dado novo que altere a tese. O que importa estruturalmente é o catalisador à frente com a Lei Complementar 204/23 eliminando a cobrança de PIS/Cofins sobre JCPs a partir de 2027. Isso deve abrir espaço para a redução de ineficiências estimadas em 13,2% a.a. sobre os proventos, **o que representa cerca de R$ 9,6 bilhões no valor presente**, aproximadamente 9% do market cap atual da holding. [ ! ] Setor não financeiro com EBITDA (+42%) no acumulado, componente que começa a ganhar relevância na DRE da holding. 🔴 Mahle Metal Leve [ - ] MISS. Receita +0,6% YoY (ex-aquisições -1,2%). Aftermarket -2,2%, **o segmento de maior margem e o coração da tese de crescimento da empresa.** O mercado esperava pelo menos estabilidade no aftermarket com leve crescimento orgânico. Margem EBITDA 16,7% flat YoY, mas com queda sequencial de -4,7pp QoQ, sinalizando perda de alavancagem operacional no trimestre. Capex subiu, pressionando o FCF. **Valuation atual de 8,5x P/E é elevado para uma empresa com crescimento próximo de zero.** 🟡 Natura [ + ] IN LINE. Como as expectativas estavam em níveis de terra arrasada, o beat expressivo na margem, impulsionada pelos cortes de SG&A além do projetado, pode puxar o papel na abertura. Obviamente, **o relançamento da Avon no 1S26 é o principal catalisador a monitorar.** A receita segue fraca, mas a narrativa de 2026 como "ano da empresa mais enxuta" começa a ganhar credibilidade. 🟢 Sabesp [ + ] BEAT. A Sabesp reportou lucro líquido ajustado de R$ 1,9 bilhão no 4T25, **sustentado por ganhos de eficiência e controle de despesas.** O EBITDA ajustado somou R$ 3,4 bilhões, alta de 13% na comparação anual, refletindo redução de cerca de 10% nos custos e aumento de 3% no volume faturado. [ + ] O beat de +6% vs. estimativas no EBITDA é particularmente relevante porque o 3T25 havia decepcionado, e o mercado havia reduzido as expectativas após a fraqueza do trimestre. O CFO atribuiu o resultado à retirada de descontos para grandes clientes e expansão da base de consumidores via universalização.

Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

NATU3

· 17 de mar.

📊 Natura | $NATU3 | 4T25 | 🟨 Margens fortes, mas receita segue pressionada A Natura apresentou resultados mistos no 4T25, com top line ainda fraco, mas EBITDA e lucro ajustado acima das estimativas, impulsionados por forte controle de despesas e efeitos não recorrentes. 💰 Resultado consolidado • Receita líquida: R$6,2bn (-12% YoY) • EBITDA ajustado: R$978mn (+57% YoY) • Margem EBITDA: 15,8% (+700bps YoY) • Lucro líquido ajustado: R$186mn (acima das estimativas) O resultado operacional foi impactado por: • desaceleração da demanda no Brasil • instabilidades na integração de marcas • efeito cambial negativo na Argentina. 📉 Receita por segmento Natura • R$4,9bn (-7% YoY) • Brasil: -2% YoY • Hispana: -14% YoY Avon • R$922mn (-26% YoY) • Brasil: -11,5% YoY • Hispana: -36% YoY Outros segmentos • Home & Style: R$237mn (-37% YoY) • Outros: R$51mn (-45% YoY) A performance refletiu a implementação da Wave 2, com redução da base de consultoras: • -5% YoY no Brasil • -22% YoY na América Latina. 📈 Margens e custos O principal destaque positivo foi a forte disciplina de custos: • SG&A: -22% YoY, representando 61,2% da receita (-820bps YoY) Mesmo com: • R$105mn em custos de transformação • provisão não caixa de R$434mn (The Body Shop) o EBITDA veio bem acima do esperado. 📉 Lucro e efeitos não recorrentes O resultado contábil foi impactado por: • provisão de R$360mn (Chapman settlement) • R$147mn em write-offs de operações descontinuadas • pior resultado financeiro (-R$128mn vs. +R$28mn em 4T24) Com isso: • Prejuízo reportado: -R$321mn • Lucro ajustado: R$186mn (acima das estimativas) 📉 Endividamento • Dívida líquida: R$3,5bn • ND/EBITDA: 1,5x (vs. 2,5x no 3T25) A desalavancagem reflete: • venda de ativos (Aesop, TBS, Avon International) • melhora de geração operacional. 🎯 Conclusão 🟨 Receita ainda pressionada 🟩 Forte expansão de margens 🟩 Disciplina de custos relevante 🟩 Desalavancagem em curso Apesar da melhora operacional, a tese ainda depende de: • recuperação consistente de vendas no Brasil e Hispana • execução do turnaround da Avon LatAm • sustentabilidade das margens.

Baixe o app para ver todas as opiniões da comunidade