Notícia

📊 MOVER NEWS - DESTAQUES DO DIA NO MERCADO – 11/AGO

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📈 PRICE ACTION 


 


>> BTG PACTUAL (BPAC11) caiu 5,77%; reportou lucro líquido ajustado de R$5,14 bilhões no segundo trimestre, alta de 23% em relação ao 2T25. Receita total atingiu R$10,4 bilhões, crescimento de 15,9% na base anual, e ROAE de 26,7%, queda de 0,5 ponto percentual na comparação anual. 


 


>> NATURA (NATU3) subiu 1,49%; registrou lucro líquido de R$35 milhões. A receita líquida consolidada somou R$5,17 bilhões, queda de 9,1% na comparação anual, enquanto o EBITDA alcançou R$620 milhões, com margem de 12,0% ou 13,2% ao excluir o efeito de um descasamento tributário temporário. 


 


>> SÃO MARTINHO (SMTO3) subiu 0,40%; registrou lucro líquido de R$38,1 milhões no 1T27, queda de 39,3% em relação ao 1T26, refletindo principalmente o menor volume de produtos comercializados no período, em linha com a estratégia de comercialização para a safra em curso. A receita líquida somou R$1,52 bilhão, redução de 17,6% frente ao 1T26. 


 


>> ITAÚSA (ITSA4) recuou 3,73%; registrou lucro líquido de R$5,24 bilhões no segundo trimestre, crescimento de 29% em relação ao mesmo período de 2025. O lucro líquido recorrente somou R$4,30 bilhões, alta de 7% na mesma base de comparação, com retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) recorrente de 18,7%. 


 


>> MOVIDA (MOVI3) cai 7,92%; teve lucro líquido de R$136 milhões, com alta de 101% na comparação com o mesmo período do ano passado. Ebitda ficou em R$1,6 bilhões, recorde para a companhia. A margem Ebitda também teve alta e ficou em 71,6%. A receita líquida ficou em R$3,7 bilhões, também recorde para a companhia. 


 


🎯 RECOMENDAÇÕES 


 


>> IBOVESPA (IBOV): JPMorgan rebaixa recomendação para "neutra", ante “compra”, citando volatilidade antes de eleições. 


 


>> JBS (JBSS32): BB Investimentos reitera recomendação de "compra", com preço-alvo de R$105,00. 


 


>> BTG PACTUAL (BPAC11): XP reitera recomendação de "compra", com preço-alvo de R$63,00. 


 


>> GERDAU (GGBR4): Itaú BBA rebaixa recomendação para "neutra", com preço-alvo de R$29,00. 


 


📆 AGENDA QUARTA-FEIRA (12/08) 


 


>> Inflação ao consumidor (CPI) de julho da Alemanha, 03h00; 


 


>> Conta corrente de junho da Alemanha, 09h30; 


 


>> Inflação ao consumidor (CPI) de julho dos Estados Unidos, 09h30; 


 


>> Estoques semanais de petróleo bruto (EIA) dos Estados Unidos, 11h30; 


 


>> Leilão de Treasury de dez anos dos Estados Unidos, 14h00; 


 


>> Inflação ao produtor (PPI) de julho do Japão, 20h50; 


 


>> Relatório mensal da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep); 


 


>> No Brasil, CSN, CSN Mineração, Banco Pine, Braskem, Sanepar, Raízen, SLC Agrícola, Vittia, Banco do Brasil, Kepler Weber, Cogna, Ser Educacional, Minerva, Hapvida, Mater Dei, Rede D'Or, Melnick, Moura Dubeux, MRV, Plano & Plano, Ultrapar, Suzano, Azzas, Casas Bahia, Multi, Track&Field, Sabesp, Allied, Desktop, Positivo, Unifique, GPS, JSL, Movida, Rumo, Eneva, Equatorial. 

O que a comunidade está dizendo

Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados

Vinicius

Vinicius

@mascara

BPAC11

· 24 de jul.

Ricardo Cunha

Ricardo Cunha

@ricardo_cunha

BPAC11

· 17 de abr.

Comprado na BPAC3 vai subir 80%

Rodrigo Costa

Rodrigo Costa

@rodrigoadcosta

BPAC11

· 17 de mar.

$BPAC11 🏦 ESTRATÉGIA DE SPECIAL SITS DO BTG PACTUAL DEVE GERAR R$ 1 BILHÃO EM 2026 O JP Morgan destaca que o BTG Pactual tem demonstrado solidez na alocação de capital em seu segmento de special situations, transformando ganhos não recorrentes em receitas recorrentes. O banco ressalta que créditos do FCVS, oriundos de bancos liquidados como Nacional e BESA, devem gerar entre R$ 1 bilhão e R$ 1,5 bilhão em receitas anualizadas. Para o JP Morgan, essa estratégia explica parte do aumento no rendimento da carteira de crédito corporativo do BTG nos últimos anos. A análise aponta que cerca de um terço do lucro contábil do BTG no quarto trimestre de 2025 foi proveniente dessas subsidiárias de ativos estressados. O JP Morgan estima que ainda restem entre R$ 0,8 bilhão e R$ 1,4 bilhão em receitas de FCVS para serem reconhecidas em 2026, quando os pagamentos do Tesouro Nacional devem ser finalizados. Apesar da complexidade contábil, o banco vê o segmento como uma peça cada vez mais material para os resultados e o valor de mercado do BTG.

Rodrigo Costa

Rodrigo Costa

@rodrigoadcosta

GGBR4

· 17 de mar.

$USIM5 $GGBR4 📉📈 UBS BB ELEVA RECOMENDAÇÃO DE USIMINAS PARA COMPRA E PREÇO-ALVO DE R$ 6,80 PARA R$ 9 O banco elevou a recomendação das ações da Usiminas para compra, com preço-alvo de R$ 9, o que equivale a um potencial de ganho de 41,1% no comparativo com o fechamento do papel no pregão de ontem. O UBS BB avalia que a companhia está melhor posicionada entre os pares diante das medidas antidumping impostas ao aço importado, principalmente o chinês. "Acreditamos que a empresa está bem posicionada para capturar os esforços de aumento de preço em andamento por parte das usinas e distribuidores domésticos, enquanto também ganha participação de mercado das importações chinesas", disseram os analistas Caio Greiner e Arthur Biscuola, em relatório. Segundo a instituição, a empresa poderá alcançar um potencial de margem Ebitda na divisão de aço de 13% a 15% nos próximos trimestres (mais provavelmente em 2027), ante uma margem de cerca de 6% em 2025 - um impacto de alavancagem poderoso para os acionistas. "Calculamos que a ação está precificando apenas 9% de margens Ebitda, então ainda vemos potencial de alta e elevamos a Usiminas para Compra. Também definimos um novo preçoalvo R$ 9,00 (acima de R$ 6,80) assumindo um múltiplo 4,7 vezes." O banco reforça a leitura de que a Usiminas estaria bem posicionada para capturar aumentos de preços conduzidos por usinas e distribuidores e para ganhar participação diante da redução das importações chinesas de aços planos. O UBS BB afirma que a margem teria ficado em torno de 4% no quarto trimestre de 2025 e atribui parte desse resultado à sazonalidade, projetando recuperação para 7% a 8% no primeiro trimestre de 2026, com melhora gradual ao longo dos trimestres conforme os reajustes avancem. O banco também pondera que pressões de custos - com placas e carvão mais caros - devem ser parcialmente compensadas por diluição de custos fixos e melhora de mix. A instituição espera que as importações chinesas de aços planos sejam drasticamente reduzidas e vê a participação hoje ocupada pela China como espaço a ser disputado, com outras regiões absorvendo apenas parte, enquanto as usinas locais seriam as principais beneficiárias. Para o banco, o segmento de laminados a frio (CRC) e revestidos respondem por cerca de 52% dos embarques da Usiminas, enquanto HRC representa cerca de 34%. Nessa tese, o UBS BB assume que a empresa absorverá parte do volume deixado pelas importações chinesas, elevando seus embarques em cerca de 10% e reduzindo o custo por tonelada em 2% a 3% por efeito de diluição de custos fixos. O UBS BB ressalta que o setor siderúrgico brasileiro começa a ganhar atratividade com o avanço de barreiras comerciais, após um período de três a quatro anos em que a tese foi contaminada com o aumento das importações, principalmente da China. Para se ter uma ideia, as importações totais de aço no Brasil chegaram a cerca de 6,4 milhões de toneladas em 2025, cerca de três vezes o nível de 2019, o que pressionou preços e margens no mercado doméstico. Desde o início da cobertura, o banco diz que defendia a preferência por regiões mais protegidas para reduzir a exposição a dinâmicas globais desafiadoras de oferta e demanda e aos fluxos de exportação chineses. Agora, o UBS BB afirma estar mais confiante na capacidade do Brasil de defender a indústria local porque as medidas antidumping recentemente implementadas já cobrem cerca de 40% das importações totais do País, com possibilidade de novas iniciativas. Para o banco, períodos de aumento do protecionismo estão entre os poucos pontos de inflexão que fazem investidores ficarem mais construtivos com ações de siderúrgicas - movimento que, segundo o UBS BB, já ocorreu em Estados Unidos, União Europeia e México. Nesse contexto, a instituição diz acreditar que “é a vez do Brasil” e aponta a Usiminas como principal beneficiária desse cenário, enquanto mantém recomendação de compra para Gerdau.

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

GGBR4

· 17 de mar.

$USIM5 $GGBR4 $GOAU4 **UBS - Brazilian Steels: Trade Shield Optimism; Upgrade USIM to Buy** O setor siderúrgico brasileiro se apresenta cada vez mais atrativo após a implementação de medidas protecionistas mais robustas. Como ocorreu em outras regiões, incluindo os Estados Unidos, a União Europeia e o México, **investidores em siderurgia tendem a se posicionar antecipando os efeitos do protecionismo, especialmente à medida que os benefícios se tornam mais evidentes.** **Temos convicção de que a Usiminas irá elevar materialmente suas margens no aço a partir dos patamares de aproximadamente 6%** registrados em 2025, e enxergamos potencial de expansão para 13–15% até 2027. Entendemos que o pleno potencial dos reajustes de preço e da expansão de margens ainda não está incorporado nas ações da USIM, **mesmo após a recente valorização do papel.** 🟢 Fazemos, portanto, o upgrade para Compra, com as ações negociando a aproximadamente 2,5x EV/EBITDA nos estimados de 2027 e introduzimos um novo preço-alvo de R$ 9,00, elevado de R$ 6,80, assumindo um múltiplo de 4,7x EV/EBITDA para 2026 versus aproximadamente 4,0x anteriormente. 🟢 Mantemos também nossa recomendação de Compra para a Gerdau, pois **continuamos identificando potencial de alta nas margens nos Estados Unidos que ainda não está precificado pelo mercado.** Reduzimos levemente nosso preço-alvo para R$ 24,00, de R$ 25,00, com base em um múltiplo EV/EBITDA de 4,7x para o final de 2026, inalterado.

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