Notícia

📊 MOVER NEWS - DESTAQUES DO DIA NO MERCADO – 20/AGO

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📈 PRICE ACTION 


 


>> BANCO DO BRASIL (BBAS3) recuou 0,22%; aprovou a distribuição de R$196,9 milhões como remuneração antecipada aos acionistas sob a forma de Juros sobre o Capital Próprio (JCP), correspondente a R$0,03 por ação. Data-ex a partir de 02 de setembro. 


 


>> RANDON (RAPT4) caiu 1,71%; informou que sua receita líquida consolidada alcançou R$1,23 bilhão em julho, alta de 2,8% em relação a julho de 2025. No acumulado de 2026 até julho, a receita líquida somou R$7,61 bilhões. 


 


>> TIM (TIMS3) cedeu 0,98%; conselho de administração aprovou novo programa de recompra de ações, com valor máximo de R$1,0 bilhão. O programa permitirá a aquisição de até 55.187.638 ações ordinárias, o que corresponde a cerca de 2,31% do free float, e terá vigência até 19 de fevereiro de 2028. 


 


>> Fora do Ibovespa, FRASLE (FRAS3) subiu 0,35%; informou que a receita líquida consolidada preliminar de julho de 2026 foi de R$482,6 milhões, queda de 5,7% a/a. No acumulado de 2026 até julho, a receita líquida somou R$3,11 bilhões. 


 


🎯 RECOMENDAÇÕES 


 


>> MBRF (MBRF3): Bank of America eleva recomendação para "compra", com preço-alvo de R$26,00. 


 


>> GERDAU (GGBR4): Bank of America rebaixa recomendação para "neutra" e corta preço-alvo de R$30,00 para R$25,50. 


 


>> SLC AGRÍCOLA (SLCE3): UBS eleva recomendação para "neutra", com preço-alvo de R$16,00. 


 


>> TIM (TIMS3): Safra rebaixa recomendação para "neutra", com preço-alvo de R$37,00. 


 


📆 AGENDA SEXTA-FEIRA (21/08): 


 


>> Vendas no varejo de julho do Reino Unido, 03h00; 


 


>> PMIs S&P Global flash - industrial, serviços e composto de agosto da Alemanha, 04h30; 


 


>> PMIs S&P Global flash - industrial, serviços e composto de agosto da Zona do Euro, 05h00; 


 


>> PMIs S&P Global flash - industrial, serviços e composto de agosto do Reino Unido, 05h30; 


 


>> PMIs S&P Global flash - industrial, serviços e composto de agosto dos Estados Unidos, 10h45; 


 


>> Confiança do consumidor flash de agosto da Zona do Euro, 11h00; 


 


>> Baker Hughes - contagem de sondas de petróleo dos Estados Unidos, 14h00. 

O que a comunidade está dizendo

Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados

Rodrigo Costa

Rodrigo Costa

@rodrigoadcosta

GGBR4

· 17 de mar.

$USIM5 $GGBR4 📉📈 UBS BB ELEVA RECOMENDAÇÃO DE USIMINAS PARA COMPRA E PREÇO-ALVO DE R$ 6,80 PARA R$ 9 O banco elevou a recomendação das ações da Usiminas para compra, com preço-alvo de R$ 9, o que equivale a um potencial de ganho de 41,1% no comparativo com o fechamento do papel no pregão de ontem. O UBS BB avalia que a companhia está melhor posicionada entre os pares diante das medidas antidumping impostas ao aço importado, principalmente o chinês. "Acreditamos que a empresa está bem posicionada para capturar os esforços de aumento de preço em andamento por parte das usinas e distribuidores domésticos, enquanto também ganha participação de mercado das importações chinesas", disseram os analistas Caio Greiner e Arthur Biscuola, em relatório. Segundo a instituição, a empresa poderá alcançar um potencial de margem Ebitda na divisão de aço de 13% a 15% nos próximos trimestres (mais provavelmente em 2027), ante uma margem de cerca de 6% em 2025 - um impacto de alavancagem poderoso para os acionistas. "Calculamos que a ação está precificando apenas 9% de margens Ebitda, então ainda vemos potencial de alta e elevamos a Usiminas para Compra. Também definimos um novo preçoalvo R$ 9,00 (acima de R$ 6,80) assumindo um múltiplo 4,7 vezes." O banco reforça a leitura de que a Usiminas estaria bem posicionada para capturar aumentos de preços conduzidos por usinas e distribuidores e para ganhar participação diante da redução das importações chinesas de aços planos. O UBS BB afirma que a margem teria ficado em torno de 4% no quarto trimestre de 2025 e atribui parte desse resultado à sazonalidade, projetando recuperação para 7% a 8% no primeiro trimestre de 2026, com melhora gradual ao longo dos trimestres conforme os reajustes avancem. O banco também pondera que pressões de custos - com placas e carvão mais caros - devem ser parcialmente compensadas por diluição de custos fixos e melhora de mix. A instituição espera que as importações chinesas de aços planos sejam drasticamente reduzidas e vê a participação hoje ocupada pela China como espaço a ser disputado, com outras regiões absorvendo apenas parte, enquanto as usinas locais seriam as principais beneficiárias. Para o banco, o segmento de laminados a frio (CRC) e revestidos respondem por cerca de 52% dos embarques da Usiminas, enquanto HRC representa cerca de 34%. Nessa tese, o UBS BB assume que a empresa absorverá parte do volume deixado pelas importações chinesas, elevando seus embarques em cerca de 10% e reduzindo o custo por tonelada em 2% a 3% por efeito de diluição de custos fixos. O UBS BB ressalta que o setor siderúrgico brasileiro começa a ganhar atratividade com o avanço de barreiras comerciais, após um período de três a quatro anos em que a tese foi contaminada com o aumento das importações, principalmente da China. Para se ter uma ideia, as importações totais de aço no Brasil chegaram a cerca de 6,4 milhões de toneladas em 2025, cerca de três vezes o nível de 2019, o que pressionou preços e margens no mercado doméstico. Desde o início da cobertura, o banco diz que defendia a preferência por regiões mais protegidas para reduzir a exposição a dinâmicas globais desafiadoras de oferta e demanda e aos fluxos de exportação chineses. Agora, o UBS BB afirma estar mais confiante na capacidade do Brasil de defender a indústria local porque as medidas antidumping recentemente implementadas já cobrem cerca de 40% das importações totais do País, com possibilidade de novas iniciativas. Para o banco, períodos de aumento do protecionismo estão entre os poucos pontos de inflexão que fazem investidores ficarem mais construtivos com ações de siderúrgicas - movimento que, segundo o UBS BB, já ocorreu em Estados Unidos, União Europeia e México. Nesse contexto, a instituição diz acreditar que “é a vez do Brasil” e aponta a Usiminas como principal beneficiária desse cenário, enquanto mantém recomendação de compra para Gerdau.

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

GGBR4

· 17 de mar.

$USIM5 $GGBR4 $GOAU4 **UBS - Brazilian Steels: Trade Shield Optimism; Upgrade USIM to Buy** O setor siderúrgico brasileiro se apresenta cada vez mais atrativo após a implementação de medidas protecionistas mais robustas. Como ocorreu em outras regiões, incluindo os Estados Unidos, a União Europeia e o México, **investidores em siderurgia tendem a se posicionar antecipando os efeitos do protecionismo, especialmente à medida que os benefícios se tornam mais evidentes.** **Temos convicção de que a Usiminas irá elevar materialmente suas margens no aço a partir dos patamares de aproximadamente 6%** registrados em 2025, e enxergamos potencial de expansão para 13–15% até 2027. Entendemos que o pleno potencial dos reajustes de preço e da expansão de margens ainda não está incorporado nas ações da USIM, **mesmo após a recente valorização do papel.** 🟢 Fazemos, portanto, o upgrade para Compra, com as ações negociando a aproximadamente 2,5x EV/EBITDA nos estimados de 2027 e introduzimos um novo preço-alvo de R$ 9,00, elevado de R$ 6,80, assumindo um múltiplo de 4,7x EV/EBITDA para 2026 versus aproximadamente 4,0x anteriormente. 🟢 Mantemos também nossa recomendação de Compra para a Gerdau, pois **continuamos identificando potencial de alta nas margens nos Estados Unidos que ainda não está precificado pelo mercado.** Reduzimos levemente nosso preço-alvo para R$ 24,00, de R$ 25,00, com base em um múltiplo EV/EBITDA de 4,7x para o final de 2026, inalterado.

Leandro

Leandro

@leandroaf8

GGBR4

· 17 de mar.

Leandro

Leandro

@leandroaf8

GGBR4

· 16 de mar.

Leandro

Leandro

@leandroaf8

GGBR4

· 13 de mar.

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