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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados

Iuri Franceschini

Iuri Franceschini

@iurii_fr

MULT3

· 27 de fev.

Papéis que fecharam hoje em topo histórico: $ALOS3 $ALUP11 $AURA33 $CXSE3 $CPLE3 $IGTI11 $PRNR3 $MULT3 $NEOE3.

Sérgio Cachoeira CNPI | Consultor CVM

Sérgio Cachoeira CNPI | Consultor CVM

@osergiocachoeira

MULT3

· 09 de fev.

$MULT3 Resultados fortes no 4T25 impulsionados por controle de custos A Multiplan entregou resultados acima do esperado no 4T25, com destaque para a forte disciplina de despesas. Excluindo a venda minoritária do ParkShopping São Caetano, o AFFO avançou 12%, puxado principalmente por custos de propriedades e SG&A abaixo do previsto. O capex recorrente caiu 63% ano a ano, sinalizando entrada em um ciclo mais leve de investimentos, apesar de a alavancagem líquida ter subido levemente para 2,5x dívida líquida/EBITDA após a aquisição de participação no Barra Shopping. Os indicadores operacionais seguiram resilientes. As vendas dos lojistas cresceram 5% a/a, alcançando R$ 8,0 bilhões no 4T25, com destaque para a semana do Natal (+7%). Dados preliminares apontam crescimento de 8,5% em janeiro. A ocupação média permaneceu elevada em 96,6%, com custo de ocupação saudável em 12%, o que mantém espaço para reajustes reais de aluguel. A receita total somou R$ 732 milhões (+1% a/a). O grande destaque veio das receitas de serviços (+39%), impulsionadas por taxas de administração após vendas de participações minoritárias, compensando a receita menor do projeto Golden Lake. Já as receitas de aluguel cresceram 8% a/a, refletindo principalmente o reajuste inflacionário do portfólio. A inadimplência líquida foi negativa (-0,9%), reduzindo provisões e ajudando a cortar despesas com propriedades em 50%. Com isso, o NOI atingiu R$ 664 milhões (+13% a/a), com margem robusta de 96,3%. O EBITDA alcançou R$ 587 milhões (+10% a/a), beneficiado por despesas administrativas menores, resultando em margem EBITDA ajustada de 80,1%, bem acima do padrão histórico. O FFO ajustado chegou a R$ 388 milhões, com margem de 52,9%, reforçando a forte geração de caixa do trimestre. No geral, o trimestre confirma a qualidade operacional da Multiplan, que combina alto nível de ocupação, controle rigoroso de custos e menor necessidade de capex. Com isso, a expectativa é de maior fluxo de caixa livre nos próximos trimestres, além de potencial benefício estrutural com a reforma tributária do IVA. O portfólio equilibrado de shoppings segue permitindo crescimento real dos aluguéis, sustentando uma leitura positiva para $MULT3.

Rodrigo de Assis Dutra Costa

Rodrigo de Assis Dutra Costa

@rodrigoadcosta

MULT3

· 06 de fev.

$MULT3 🏬 PLANOS DE EXPANSÃO GANHAM DESENHO, MAS CRONOGRAMA AINDA NÃO ESTÁ FECHADO A Multiplan está avaliando um novo ciclo de investimentos com a ampliação de três shoppings do seu portfólio, em projetos que, somados, adicionariam 29,8 mil metros quadrados de área bruta locável. As expansões em estudo envolvem os empreendimentos de Jundiaí, São Caetano e Belo Horizonte, com incrementos individuais de 7,8 mil m², 9 mil m² e 12,8 mil m², respectivamente. Caso avancem, essas expansões representariam cerca de 4% da ABL atual da companhia, que hoje soma 719,9 mil m² distribuídos em 20 shoppings nos principais mercados do país. A ideia, segundo a administração, é concentrar o lançamento e a construção dos projetos ao longo de 2027, aproveitando a maturidade operacional dos ativos já existentes. Apesar do planejamento inicial, a empresa deixa claro que a decisão ainda está em aberto. O avanço do investimento depende do ambiente macroeconômico e, principalmente, do cenário político, com as eleições presidenciais aparecendo como um fator central para a definição do ritmo e do timing do novo ciclo de crescimento.

Rodrigo de Assis Dutra Costa

Rodrigo de Assis Dutra Costa

@rodrigoadcosta

MULT3

· 06 de fev.

$MULT3 📊 MULTIPLAN CONSOLIDA MARGENS RECORDES E SUPERA EXPECTATIVAS NO 4T25 ✔️ Resultados Fortes: A Multiplan reportou um balanço sólido no quarto trimestre de 2025, com o EBITDA atingindo R$ 752 milhões (alta de 13%), superando as projeções do mercado. A receita líquida foi de R$ 902 milhões, impulsionada pela robustez na locação e revitalização de ativos como o BarraShopping. ✔️ Eficiência Operacional: O grande destaque foi a disciplina de custos, que elevou a margem EBITDA para o nível recorde de 79,4%. O controle rigoroso nas despesas de propriedades e sede compensou a desaceleração nas vendas totais, que cresceram 5,3% no trimestre (contra 8,0% no acumulado do ano). ✔️ Porto Seguro e Top Pick: A companhia segue como a escolha favorita (top pick) de casas como Ativa, XP e Citi. O otimismo é sustentado pela alta taxa de ocupação (96,3%) e pela aceleração das vendas já observada em janeiro de 2026 (+8,5%), sinalizando um início de ano aquecido. ✔️ Potencial de Dividendos: Analistas do Citi destacam um potencial de até R$ 1 bilhão em Juros sobre Capital Próprio (JCP) retroativos, beneficiando-se de decisão recente do STJ. Embora o cronograma não esteja definido, o mercado vê incentivos para o pagamento no curto prazo. ✔️ Ponto de Atenção: O lucro líquido de R$ 422 milhões e o FFO sofreram pressão das maiores despesas financeiras, reflexo dos juros elevados e do aumento da alavancagem para financiar aquisições de participações. Além disso, o BH Shopping registrou queda de 15% na receita de aluguéis. 📚 NOTÍCIA + RESUMO 📍 Análise de Desempenho: A Multiplan demonstrou que, mesmo com a desaceleração das vendas nas mesmas lojas (SSS), sua base de ativos premium permite reajustes de aluguel e ganhos de eficiência que protegem a última linha do balanço. A estratégia de revitalização de ativos maduros tem gerado retornos marginais superiores aos pares. 📍 Cenário Tributário: A possibilidade de distribuir R$ 1 bilhão em JCP retroativos funciona como um importante gatilho de valor para a ação (MULT3). Em um cenário de juros pressionados, essa distribuição pode elevar significativamente o dividend yield e reforçar o perfil defensivo do papel.

Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

MULT3

· 06 de fev.

Multiplan | $MULT3 | 4T25 | 🟨 Resultado geral em linha com o consenso A Multiplan entregou um 4T25 decente, com tendências operacionais saudáveis nos shoppings, ainda que com top line pressionada por comps mais difíceis ligados a vendas imobiliárias e desinvestimentos. O trimestre mostrou crescimento de vendas e SSS em níveis ainda confortáveis, SSR positiva, elevada ocupação e inadimplência líquida negativa, enquanto o FFO foi beneficiado por itens não recorrentes, resultando em desempenho em linha a levemente acima das estimativas do sell side. As vendas dos lojistas cresceram 5,3% a/a para R$8,0bn no 4T25 (🟨 saudável, mas desacelerando), enquanto o SSS ficou em +4,0% a/a. No ano, vendas +8,0% e SSS +6,3%. Destaques operacionais incluíram ParkShopping Barigüi (+14,8% a/a no 4T; +19,2% em 2025), DiamondMall (+22,6% em 2025) e NYCC (+14,8% em 2025). A receita líquida (ex straight-line) totalizou R$947mn no 4T25 (-3% a/a), com FY25 em R$2,7bn (+8% a/a), refletindo queda de receitas imobiliárias (-22,6% a/a no 4T para R$282mn). O SSR foi de +5,0% a/a no trimestre (~-0,2% real), e +7,5% em 2025 (~+2,3% real), leitura 🟨 em linha dado o comp mais duro. Por linha: aluguéis R$587,4mn (+8,4% a/a) (🟩), estacionamento R$102,2mn (+4,9% a/a) (🟨), serviços R$52,2mn (+38,6% a/a) (🟩). O Adj. EBITDA somou R$723mn (+6% a/a), com margem de 80,1%, enquanto o Adj. FFO foi de R$586mn (-10% a/a; +131% t/t), com margem de 65,0%. O bottom line voltou a ser positivamente impactado por reversão não recorrente de provisões, contribuindo para leve beat vs. estimativas (🟩 qualitativo). Indicadores operacionais permaneceram fortes: taxa de ocupação de 96,6% no 4T25 (96,3% média em 2025), custo de ocupação em 12,0% e inadimplência líquida de -0,9% no trimestre (-0,4% em 2025, menor nível anual da série) — todos 🟩. O capex foi R$503mn no 4T25 (R$863mn em 2025), puxado pela aquisição de participação no BarraShopping, elevando a DL/EBITDA para 2,33x (🟨, leve alta t/t). Leitura final: o 4T25 foi 🟨 em linha, com operacional saudável e ruídos de mix no top line por vendas imobiliárias. Olhando à frente, o sell side destaca capex 2026 ~50% menor, potencial aceleração de desalavancagem com cortes de juros e flexibilização das regras de IoC, que pode permitir até R$1,0bn adicional em remuneração ao acionista. Discussões sobre a nova lei tributária seguem no radar para FY27, em grande parte já precificadas após a performance YTD de +20% vs. IBOV +13%.

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