Na corrida da IA, Brasil é fornecedor e refém
Valor ·
A adoção de inteligência artificial virou prioridade declarada em quase todos os conselhos e comitês executivos do país. E faz sentido, esperam-se ganhos de produtividade, automação, novos produtos. Mas há um ponto pouco discutido nessa pressa, quase toda essa inteligência roda sobre a infraestrutura de três empresas americanas - AWS, Azure e Google Cloud. Quanto mais uma empresa se torna “IA em primeiro lugar”, mais dados, modelos e operações ela transfere para dentro de uma única jurisdição estrangeira. A eficiência e os ganhos de produtividade estão ainda sendo auferidos, por outro lado, a dependência é real, só que ela não aparece em relatório de risco nenhum. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.