NATURA ON ACELERA QUEDA PARA 4,57% A R$8,78; TULLETT CV LIDERA VENDAS
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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados
Bruno Mazzoni
@brunomazzoni
· 31 de mar.
$natu3 o mes de abril não tem sido bom para Natura. Será que em 2026, a historia será outra?
Júlio Vieira
@juliovieiraa
· 17 de mar.
$ITSA4 $LEVE3 $NATU3 $SBSP3 **SNAPSHOT DOS RESULTADOS 4T25 - 17.03.2026** 🟡 Itaúsa [ = ] IN LINE. O trimestre não tem nenhum dado novo que altere a tese. O que importa estruturalmente é o catalisador à frente com a Lei Complementar 204/23 eliminando a cobrança de PIS/Cofins sobre JCPs a partir de 2027. Isso deve abrir espaço para a redução de ineficiências estimadas em 13,2% a.a. sobre os proventos, **o que representa cerca de R$ 9,6 bilhões no valor presente**, aproximadamente 9% do market cap atual da holding. [ ! ] Setor não financeiro com EBITDA (+42%) no acumulado, componente que começa a ganhar relevância na DRE da holding. 🔴 Mahle Metal Leve [ - ] MISS. Receita +0,6% YoY (ex-aquisições -1,2%). Aftermarket -2,2%, **o segmento de maior margem e o coração da tese de crescimento da empresa.** O mercado esperava pelo menos estabilidade no aftermarket com leve crescimento orgânico. Margem EBITDA 16,7% flat YoY, mas com queda sequencial de -4,7pp QoQ, sinalizando perda de alavancagem operacional no trimestre. Capex subiu, pressionando o FCF. **Valuation atual de 8,5x P/E é elevado para uma empresa com crescimento próximo de zero.** 🟡 Natura [ + ] IN LINE. Como as expectativas estavam em níveis de terra arrasada, o beat expressivo na margem, impulsionada pelos cortes de SG&A além do projetado, pode puxar o papel na abertura. Obviamente, **o relançamento da Avon no 1S26 é o principal catalisador a monitorar.** A receita segue fraca, mas a narrativa de 2026 como "ano da empresa mais enxuta" começa a ganhar credibilidade. 🟢 Sabesp [ + ] BEAT. A Sabesp reportou lucro líquido ajustado de R$ 1,9 bilhão no 4T25, **sustentado por ganhos de eficiência e controle de despesas.** O EBITDA ajustado somou R$ 3,4 bilhões, alta de 13% na comparação anual, refletindo redução de cerca de 10% nos custos e aumento de 3% no volume faturado. [ + ] O beat de +6% vs. estimativas no EBITDA é particularmente relevante porque o 3T25 havia decepcionado, e o mercado havia reduzido as expectativas após a fraqueza do trimestre. O CFO atribuiu o resultado à retirada de descontos para grandes clientes e expansão da base de consumidores via universalização.
Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos
@santafeinv
· 17 de mar.
📊 Natura | $NATU3 | 4T25 | 🟨 Margens fortes, mas receita segue pressionada A Natura apresentou resultados mistos no 4T25, com top line ainda fraco, mas EBITDA e lucro ajustado acima das estimativas, impulsionados por forte controle de despesas e efeitos não recorrentes. 💰 Resultado consolidado • Receita líquida: R$6,2bn (-12% YoY) • EBITDA ajustado: R$978mn (+57% YoY) • Margem EBITDA: 15,8% (+700bps YoY) • Lucro líquido ajustado: R$186mn (acima das estimativas) O resultado operacional foi impactado por: • desaceleração da demanda no Brasil • instabilidades na integração de marcas • efeito cambial negativo na Argentina. 📉 Receita por segmento Natura • R$4,9bn (-7% YoY) • Brasil: -2% YoY • Hispana: -14% YoY Avon • R$922mn (-26% YoY) • Brasil: -11,5% YoY • Hispana: -36% YoY Outros segmentos • Home & Style: R$237mn (-37% YoY) • Outros: R$51mn (-45% YoY) A performance refletiu a implementação da Wave 2, com redução da base de consultoras: • -5% YoY no Brasil • -22% YoY na América Latina. 📈 Margens e custos O principal destaque positivo foi a forte disciplina de custos: • SG&A: -22% YoY, representando 61,2% da receita (-820bps YoY) Mesmo com: • R$105mn em custos de transformação • provisão não caixa de R$434mn (The Body Shop) o EBITDA veio bem acima do esperado. 📉 Lucro e efeitos não recorrentes O resultado contábil foi impactado por: • provisão de R$360mn (Chapman settlement) • R$147mn em write-offs de operações descontinuadas • pior resultado financeiro (-R$128mn vs. +R$28mn em 4T24) Com isso: • Prejuízo reportado: -R$321mn • Lucro ajustado: R$186mn (acima das estimativas) 📉 Endividamento • Dívida líquida: R$3,5bn • ND/EBITDA: 1,5x (vs. 2,5x no 3T25) A desalavancagem reflete: • venda de ativos (Aesop, TBS, Avon International) • melhora de geração operacional. 🎯 Conclusão 🟨 Receita ainda pressionada 🟩 Forte expansão de margens 🟩 Disciplina de custos relevante 🟩 Desalavancagem em curso Apesar da melhora operacional, a tese ainda depende de: • recuperação consistente de vendas no Brasil e Hispana • execução do turnaround da Avon LatAm • sustentabilidade das margens.
Rodrigo Costa
@rodrigoadcosta
· 17 de mar.
📊 CORPORATIVO 2 $LEVE3 - Mahle Metal Leve registra lucro ajustado de R$ 126,8 mi no 4T25, leve alta de 0,5% ante 4T24; lucro líquido sem ajustes cresce 22,6% para R$ 135,9 mi; Ebitda ajustado sobe 0,9% para R$ 221,8 mi; receita líquida avança 0,6% para R$ 1,32 bi no trimestre $MTRE3 - Mitre formaliza parceria com grupo Barrière para desenvolver o Hotel Daslu Barrière nos Jardins, em São Paulo, com investimento de R$ 300 mi e inauguração prevista para 2029; Mitre deterá participação minoritária de 25% a 30% no empreendimento de alto padrão $NATU3 - Natura reverte prejuízo e registra lucro de R$ 186 mi nas operações continuadas no 4T25, mas provisão de R$ 434 mi da venda da The Body Shop pressiona resultado; Ebitda recorrente cresce 57,2% para R$ 978 mi; receita líquida recua 12,1% para R$ 6,19 bi $PETR3 $PETR4 - Petrobras exerce direito de preferência para adquirir 50% da Petronas nos campos de Tartaruga Verde e Espadarte por US$ 450 mi, voltando a deter 100% dos ativos; produção atual de 55 mil bopd; conclusão sujeita a aprovação da ANP $PRIO3 - Ibama retifica licença de perfuração do campo de Frade, permitindo que a Prio perfure até 14 novos poços; companhia também havia obtido no início de março a licença de operação do campo de Wahoo, concluindo a última etapa regulatória para início da produção $SBSP3 - Sabesp registra lucro de R$ 2,68 bi no 4T25, alta de 87,1% ante 4T24, com Ebitda de R$ 4,42 bi, +92,8%; receita líquida de R$ 5,68 bi, +2,1%; conselho aprova JCP de R$ 0,829190381 por ação, data com 19/3, ex-proventos a partir de 20/3 e pagamento em 30/4
Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos
@santafeinv
· 23 de fev.
💄⚖️ $NATU3 | Acordo final sobre talco gera saída inesperada de caixa Hoje (23/fev), a Natura anunciou acordo definitivo para encerrar o litígio relacionado à API (Avon Products Inc.) envolvendo processos ligados a talco, no valor total de US$67 milhões (~R$350 milhões), com pagamento previsto para 6 de março de 2026. Importante destacar que o montante já estava provisionado no 4T25 (ainda não divulgado, resultado sai em 16/mar), contabilizado dentro de operações descontinuadas. Com o acordo, a companhia encerra completamente sua exposição remanescente ao tema, concluindo sua participação nesses processos. Apesar de o valor já estar provisionado contabilmente, tanto o mercado quanto nossa visão anterior partiam do princípio de que o risco relacionado a talco já estava integralmente resolvido. Assim, a saída efetiva de ~R$350 milhões em caixa surge como um elemento inesperado no fluxo financeiro projetado. 📊 Impacto financeiro: - Representa cerca de 2,5% do market cap - Reduz o FCF yield de 2026E em magnitude semelhante (~2,5 p.p.) - Evento one-off, mas relevante no contexto de tese baseada em geração de caixa 🔄 Contexto da tese A narrativa recente em torno da Natura vinha sendo construída sobre: 🧹 Estrutura mais enxuta após saída do perímetro problemático da Avon International 🌎 Foco no core Natura LatAm 💰 Potencial de geração de caixa recorrente 📈 Expectativa de maior retorno ao acionista via dividendos ou redução de dívida Nesse cenário, o FCF yield era um dos principais pilares da atratividade relativa. Ainda que o acordo elimine definitivamente a incerteza jurídica, o efeito caixa reduz temporariamente essa folga. 🎯 Conclusão O acordo encerra de forma definitiva o overhang jurídico relacionado ao talco, ponto estruturalmente positivo. Contudo, a materialização da saída de caixa em 2026 altera marginalmente a dinâmica de geração de valor no curto prazo, especialmente considerando que a tese vinha sendo defendida com base na robustez do fluxo de caixa livre. Seguiremos atentos aos detalhes no 4T25 e às sinalizações da administração quanto à política de alocação de capital para 2026.
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