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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados

Otavio Filho

Otavio Filho

@otavioscafe

NIKE34

· 17 de nov.

$NKE | Nike tenta recuperar terreno no mercado de tênis de corrida Com o avanço de concorrentes como Adidas, On e Hoka a empresa enfrenta desafios com queda no lucro e aumento de custos, impactando suas ações negativamente. Recentemente, as ações da Nike caíram 5,06% após divulgação de resultados financeiros, refletindo a pressão sobre suas receitas e estoques.

Otavio Filho

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@otavioscafe

NIKE

· 17 de nov.

$NKE | Nike tenta recuperar terreno no mercado de tênis de corrida Com o avanço de concorrentes como Adidas, On e Hoka a empresa enfrenta desafios com queda no lucro e aumento de custos, impactando suas ações negativamente. Recentemente, as ações da Nike caíram 5,06% após divulgação de resultados financeiros, refletindo a pressão sobre suas receitas e estoques.

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

NIKE34

· 24 de set.

$NKE $NIKE34 Morgan Stanley continua cético com a Nike. O setup atual gira em torno de um EPS em linha (vs. consenso), com possível leve upside de receita compensado por pressão na margem bruta. Enxerga downside, com vendas e lucro menores. **Operação e regiões de atuação:** => North America segue melhorando over China (em linha) => Europa, Oriente Médio e África (EMEA) mais fracos => Margem bruta possui risco de novo miss de 30/40 bps, com promoções mais altas, recompra de inventário (estoque) com varejistas e tarifas maiores vs guidance dado em jun/25 **O que a tese precisa para o re-rating?** => Sinais de normalização de promoções => Limpeza de estoque nos parceiros => Trajetória crível da margem operacional (indo para dois dígitos)

Júlio Vieira

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@juliovieiraa

NIKE

· 24 de set.

$NKE $NIKE34 Morgan Stanley continua cético com a Nike. O setup atual gira em torno de um EPS em linha (vs. consenso), com possível leve upside de receita compensado por pressão na margem bruta. Enxerga downside, com vendas e lucro menores. **Operação e regiões de atuação:** => North America segue melhorando over China (em linha) => Europa, Oriente Médio e África (EMEA) mais fracos => Margem bruta possui risco de novo miss de 30/40 bps, com promoções mais altas, recompra de inventário (estoque) com varejistas e tarifas maiores vs guidance dado em jun/25 **O que a tese precisa para o re-rating?** => Sinais de normalização de promoções => Limpeza de estoque nos parceiros => Trajetória crível da margem operacional (indo para dois dígitos)

Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

NIKE34

· 27 de jun.

$NIKE34 reportou resultados do 4T em linha com o esperado, mas com quedas expressivas em diversas frentes. A receita líquida atingiu US$ 11,1 bilhões (vs. US$ 10,72 bi esperados), mas caiu 12% na comparação anual. O lucro por ação ajustado foi de US$ 0,14 (vs. US$ 0,12 estimados), uma queda de 86% YoY, enquanto o lucro líquido somou US$ 211 milhões. A divisão Nike Brand registrou receita de US$ 10,8 bilhões (-11% YoY), com queda acentuada nas vendas digitais (-26%), embora lojas próprias tenham crescido 2%. No canal atacadista, a receita caiu 9%, e a Converse recuou 26%. A margem bruta foi pressionada, caindo 440bps no ano, para 40,3%, refletindo efeitos do mix de produto, promoções e câmbio. Do lado de despesas, os gastos com marketing (“demand creation”) subiram 15%, enquanto o overhead operacional recuou 3%. O caixa encerrou o trimestre em US$ 9,2 bi (queda de US$ 2,4 bi YoY), com retorno total ao acionista de US$ 5,3 bi no FY25, sendo US$ 2,3 bi em dividendos e US$ 3,0 bi em recompras. A empresa também alertou para novos impactos vindos de tarifas, que devem adicionar cerca de US$ 1 bilhão em custos até FY26. A margem bruta deve sofrer um impacto de 75bps, concentrado no 1T26 (até 100bps). Para mitigar, a Nike pretende realocar parte da produção para fora da China, repassar preços nos EUA a partir do outono de 2025 e dividir os custos com fornecedores e varejistas. Apesar da pressão, a companhia reforça seu foco estratégico no “Sport Offense” — priorizando categorias-chave, narrativa de marca e engajamento com o consumidor — enquanto espera moderação nos ventos contrários ao longo do FY26.

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