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No BMA, fundadores abrem espaço aos sócios – mas sem aposentadoria

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O BMA está concluindo uma das etapas do processo de sucessão que começou a ser desenhado há cerca de cinco anos: os três sócios-fundadores — Plínio Simões Barbosa, Francisco Müssnich e Paulo Cezar Aragão — estão deixando o quadro societário da banca que construíram há três décadas. A mudança, no entanto, está longe de significar uma aposentadoria. Os três continuam trabalhando, participando de casos complexos e de discussões estratégicas do escritório, ainda que já tenham deixado de compor formalmente o comitê executivo.