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Lucas Uhlig

Lucas Uhlig

@lucasuhlig

DASA3

· 15 de mar.

$DASA3 https://oglobo.globo.com/blogs/lauro-jardim/post/2026/03/a-tentativa-frustrada-de-compra-da-amil.ghtml

Patrick Pasek

Patrick Pasek

@patrick

DASA3

· 11 de mar.

$DASA3 bem legal, vamos acompanhar fechamento no semanal.

Lucas Uhlig

Lucas Uhlig

@lucasuhlig

VVEO3

· 09 de mar.

$VVEO3 Opinião do Itaú BBA sobre Viveo no 4T25 A Viveo apresentou crescimento moderado de receitas no 4T25, com avanço de 7% na comparação anual e faturamento de R$ 3,13 bilhões, superando levemente as estimativas. O desempenho foi sustentado por expansão em todos os segmentos, com destaque para Hospitais & Clínicas, que cresceu 7% com a recuperação de volumes após o ciclo de renegociações comerciais ao longo de 2025. Laboratórios & Vacinas avançou 9%, impulsionado pela demanda no mercado privado de vacinas, enquanto o varejo cresceu 8% com a expansão de produtos de marca própria. O segmento de Serviços apresentou crescimento mais moderado, de 2%, refletindo a integração da DF Log e a expansão dos programas de suporte a pacientes. No campo da rentabilidade, a companhia segue em trajetória gradual de recuperação. A margem bruta atingiu 14,3%, avanço de 1,1 ponto percentual na comparação anual, ainda que levemente abaixo das expectativas e pressionada sequencialmente pela maior participação do segmento hospitalar, que possui margens menores. O EBITDA ajustado somou R$ 196 milhões, alta de 20% em relação ao ano anterior, com margem de 6,3%, acima das projeções e também superior ao registrado no 4T24. As despesas operacionais cresceram 12% no período, influenciadas principalmente por maiores provisões para inadimplência e bônus, enquanto despesas comerciais recuaram 5% com ganhos de eficiência logística. As despesas financeiras seguiram pressionando o lucro líquido. Do ponto de vista de geração de caixa, houve melhora relevante no capital de giro, com redução de 11 dias no ciclo de caixa no trimestre, puxada principalmente por queda de sete dias no nível de estoques. Esse movimento contribuiu para redução sequencial de R$ 25 milhões na dívida líquida, levando a alavancagem para 3,97x EBITDA, ante 4,17x no trimestre anterior. Apesar dos sinais de recuperação operacional e melhora gradual de rentabilidade e geração de caixa, a avaliação permanece neutra, com recomendação de market perform para o papel.

Lucas Uhlig

Lucas Uhlig

@lucasuhlig

DASA3

· 08 de mar.

$DASA3: Conversa com RI Na sexta-feira conversei com o time de RI da Dasa para colher impressões sobre o início de 2026 e tirar algumas dúvidas sobre a operação de venda do hospital São Domingos Em relação a receita: esperam um crescimento de 2 dígitos anos contra ano dado crescimento das marcas Premium e dos exames móveis. Também esperam retomada de market share especial no B2B (que sofreu nos últimos anos de “falta de foco” durante a criação do ecossistema) Em relação a SG&A, devem continuar com o processo de diluição a medida que os funcionários foram “saídos” para a Rede Américas e estão reduzindo headcounts, especialmente aqueles que faziam o elo entre a Rede Américas e a Dasa - o que vai se traduzir em crescimento forte de EBITDA ao longo do ano Do ponto de vsta de alavancagem, entrou R$1.1 bi no caixa no 4T25 e eles pagaram antecipadamente ~R$800M agora em fevereiro em debêntures - o que resolveu todo o cronograma de amortizações do ano e vai reduzir a alavancagem também para algo como 2.6x no 4T25 e esperam algo próximo de 2x no final de 2026. Ponto interessante aqui é que ainda tem ~R$700M em ativos a venda com a Rede AMO e o Hospital de Salvador Esperam nível de CAPEX em 2026 igual 2025 (ou muito próximo) - o que somado a redução de despesas financeiras deve gerar algo como R$150M a R$300M de caixa livre no ano (~4.5% FCFY) Voltando ao 4T25: devemos ver algum ajuste de equivalência patrimonial na Rede Américas fruto de um PDD e mais o ajuste negativo da venda do HSD - o que deve gerar um prejuízo de ~R$250M não caixa. Na minha opinião, se o mercado bater por isso, vai ser uma oportunidade de voltar para o papel Falando sobre a Rede Américas: esperam crescimento de top line, geração de caixa operacional e melhora de margem de forma gradual até atingir níveis próximos a Rede Dor. Estão muito animados com o ramp-up da JV. Deixaram claro que a Amil é uma parceiro, mas que eles não sacrificam margem relevante para atendê-los, tanto em Dasa quanto em Rede Américas Por fim, pegando os insights dessa conversa e atualizando o modelo com despesas financeiras menores, cheguei a um lucro líquido de ~R$530M em 2026, o que daria uma relação de 10x P/L para o ano - o que considero justo para o momento de mercado, porém abaixo de ~R$3.50/ação vejo como oportunidade de compra na companhia *Abaixo também coloco uma sensibilidade para cenários de CDI e o impacto no LL da Dasa

Lucas Uhlig

Lucas Uhlig

@lucasuhlig

VVEO3

· 06 de mar.

$VVEO3 Resultado melhor conforme antecipado no último post No final do ano passado conversamos com o time de RI da Viveo e trouxemos uma visão sobre as expectativas para o 4T25 e especialmente o 1S26: se vcs pesquisarem ali na busca podem ver Mas vamos aos resultados do 4T25 A receita líquida subiu 6,6% com destaque para laboratórios e varejo que subiram 8% e 9%, respectivamente, levando a R$3.1 bi no período Um dos pontos interessantes desse movimento é que o canal de hospitais cresceu 17% t/t, fruto de um ciclo de renegociações comerciais que foram feitas ao longo de 2025 e que devem se estender ao longo do 1S26 (esse feedback já tínhamos dado a vocês) Quando olhamos para margem bruta, ela atingiu 14,3% - uma queda de 0.4pp t/t, mas uma alta de 1.1pp a/a. O destaque aqui vem justamente das renegociações de contratos com hospitais (que gerou perda de receita ao longo de 2025), mas que agora volta a se recuperar com reajuste de preços. O lucro bruto cresceu 15,7% a/a para R$447M Quando olhamos para SG&A, houve crescimento expressivo quase 10% a/a, acima da inflação, e que representa bônus para os times - essa linha achei ruim, especialmente pq veio de remuneração num momento em que a cia está crescendo pouco mais que a inflação... Vamos monitorar nos próximos tri Com isso, o EBITDA atingiu R$195M (6,3% de margem) uma melhora de 19% a/a e 0.7pp a/a - fruto dessa melhor margem bruta e o crescimento de top line O grande problema vem agora: resultado financeiro... A despesa financeira atingiu R$190M no trimestre +17% a/a, mesmo com um custo médio de dívida de CDI+1.5%, o que consumiu praticamente todo o resultado operacional da cia e ocasionou um prejuízo líquido de R$55M no tri Quando olhamos para dívida líquida, a cia está com relação de 3,9x pro EBITDA - o que mostra desalavancagem sequencial, mas muito perto dos covenants de 4x e com esse juros altos impossibilita que a empresa tenha lucro esse ano O FCL de R$ 519,1 milhões em 2025 representa mais que o dobro de 2024 (R$ 206,2 milhões) e um recorde histórico para a companhia. Os três pilares da melhora foram: (i) expansão do FCO para R$ 670,4 milhões (+71,2% a/a), impulsionado pela disciplina de capital de giro; (ii) redução do ciclo de caixa de 52 para 44 dias; e (iii) CAPEX em queda de R$ 185,3 milhões em 2024 para R$ 151,3 milhões em 2025 (-18,3%). A companhia manteve antecipação de recebíveis em patamar estável de R$ 250 milhões no trimestre, que deve ser monitorado como variável de gestão de liquidez. Por fim, a cia deve aprofundar agora na rolagem da dívida de cerca de R$1 bi esse ano, o que é um ponto de atenção e risco para a tese Por fim, acredito que a cia está fazendo seu dever de casa, está conseguindo reduzir alavancagem e melhorando margem, porém o ambiente macro é de muita dúvida e tira bastante o interesse do mercado nesse tipo de tese por enquanto!

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