ORIZON PROPÕE DESDOBRAMENTO DE AÇÕES ON DE UM PARA QUATRO A PARTIR DE 11/AGO
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Ativos mencionados
O que a comunidade está dizendo
Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados
Augusto Krappa
@augustokrappa
· 04 de mar.
**Carteira Atualizada - 04/03/2026** Recentemente fiz ajustes relevantes na carteira. Reduzi a exposição às incorporadoras, após um 2025 excepcional para o setor, e também em Prio, que já apresentou desempenho muito forte em 2026. No caso de Prio, ao normalizar o Brent, me parece que parte do re-rating já ocorreu, ainda que o papel siga negociando a múltiplos atrativos. Ao mesmo tempo, aumentei a posição em caixa e incluí ativos dolarizados, como a Micron. Também ampliei a exposição a utilities, com aumento em Eneva e abertura de posição em Orizon. O objetivo foi otimizar o perfil risco-retorno da carteira diante da minha preocupação com o cenário eleitoral. Ainda assim, mantenho alguma exposição a um eventual fechamento da curva, que tende a beneficiar essas companhias. Importante destacar que não estou alocando em utilities apenas como proxy “bond-like”, mas sim em empresas que enxergam catalisadores relevantes no curto e médio prazo. Suzano - $SUZB3 - 11,9% Orizon - $ORVR3 - 10,0% Eneva - $ENEV3 - 9,3% Micron - $MUTC34 - 9,2% Moura - $MDNE3 - 3,8% Tenda - $TEND3 - 2,7% $LFTS11 - 36,3% $IMAB11 - 12,0% SIMH16 (CDI+5,4%) - 4,8%
Iuri Franceschini
@iurii_fr
· 26 de fev.
$ORVR3 teve seu preço-alvo elevado pela XP. De R$ 67 para R$ 97.
Augusto Krappa
@augustokrappa
· 23 de fev.
**Santander - LatAm Utilities Top Picks 2026 Update** **[TOP PICK]** - Orizon $ORVR3 - Passa a ser a Top Pick do Santander em LatAm Utilities, sustentada pela consolidação do setor de resíduos sob o novo marco regulatório e pela aquisição da Vital, que a transforma na maior empresa de gestão de resíduos da América Latina. A tese combina forte crescimento orgânico (EBITDA CAGR 2025–28 estimado em 56%), expansão do biometano e captura de sinergias, com potencial de upside não totalmente precificado. Principais riscos envolvem execução dos projetos de biometano, integração da Vital e volatilidade em créditos de carbono e receitas de gate fee. **Copasa** $CSMG3 – Mantida como segunda preferência, a tese gira em torno da privatização esperada até abril de 2026, que pode replicar (ou até superar) o modelo regulatório da Sabesp, justificando prêmio de valuation. A companhia opera com WACC regulatório elevado (13,7% pré-impostos), apresenta grande necessidade de investimentos para universalização — o que implica forte crescimento de RAB e EBITDA (CAGR 2025–29 de 20,8%) — e possui flexibilidade para otimização de dividendos e alavancagem. Riscos incluem adiamento da privatização e frustração com o modelo regulatório final. **Eneva** $ENEV3 – Permanece entre as preferências, mas deixa de ser Top Pick após definição do teto de preços do leilão de capacidade, reduzindo parte do upside de curto prazo. A tese continua ancorada na vantagem competitiva para o leilão de reserva de capacidade de março de 2026, no modelo integrado reservatório-à-usina e na exposição estrutural à maior necessidade de despacho térmico. O novo modelo implica IRR real de 10,9%, com 3GW de novas térmicas contratadas no cenário base. Riscos principais: menor demanda ou maior competição no leilão e redução estrutural de preços de energia. **Axia Energia** $AXIA3 – A tese está apoiada na visão construtiva para preços de energia e elevada exposição ao mercado spot (53% em 2027), o que pode impulsionar revisões positivas de lucro. Mesmo após forte performance desde 2024, o Santander vê espaço para continuidade do movimento, com geração robusta de caixa e dividend yield estimado em 10,4% entre 2026–28. Riscos incluem melhora inesperada da hidrologia (pressionando preços), aumento de provisões e eventuais decisões de capital allocation menos favoráveis. **Copel** $CPLE3 – Combina perfil de risco mais baixo com crescimento consistente (EBITDA CAGR 2025–29 de 13,5%) e dividendos elevados (yield médio de 11,9% entre 2026–29), negociando a valuation atrativo e potencial de re-rating frente a pares focados em dividendos. A tese é defensiva, com geração previsível de caixa e disciplina financeira, enquanto os principais riscos envolvem alocação de capital em M&A e frustração na distribuição de dividendos.
Rodrigo de Assis Dutra Costa
@rodrigoadcosta
· 19 de jan.
SANTANDER VÊ ESPAÇO PARA EMPRESAS FORA DO CONSENSO E DESTACA OPORTUNIDADES O Santander avalia que o cenário atual favorece empresas que contrariam o consenso ou que são subestimadas pelo mercado. O banco dividiu as recomendações em grupos. Em “empresas subvalorizadas com potencial de crescimento”, aparecem Orizon [$ORVR3], Suzano [$SUZB3] e Totvs [$TOTS3]. A Orizon ampliou escala após comprar a Vital e avança em biometano, biogás e créditos de carbono. A Suzano, na visão dos analistas, segue subestimada, com preços da celulose abaixo dos custos marginais e ajustes pouco refletidos nas ações. A Totvs mantém crescimento de receita de dois dígitos, expansão de margens e retorno incremental sobre capital acima de 30%, com possível destravamento adicional com a aprovação da compra da Linx.
Augusto Krappa
@augustokrappa
· 08 de jan.
**BTG - 2026 Utilities Outlook** $ENEV3 - Eneva tem o leilão como trigger e será MUITO relevante (falam de 15~20 gigas -> 100% da diferença vai para energia nova -> onde a Eneva pode ter aumento expressivo de Target)... Eneva é um case de 3~4 anos (sistema precisa de energia, bacia do paraná, etc) mas será trade de evento (último foi trigger negativo = alta expectativa e realidade morna)... Eneva com TIR 9,6% = R$ 18~29 (hoje está 19,90 e parece assimétrico); $CSMG3 - Copasa teve ano incrível em 2025 e a tese não é mais sobre "privatização", mas melhoria da regulação, novo investidor, economia de OPEX, gross-up de 34% imposto no WACC regulatório, EBITDA regulatório com impacto de revisão anual... Cada município que renegociam operação devem agregar compartilhamento de eficiência (negociação vai ser de cidade a cidade)... Fazem blend de 3 cenários, 1 sem privatização (muito baixo), NPV de corte de custos baixo e NPV de corte alto se vier a SABESP (corte de 40%) $SAPR11 - Sanepar Modelo considera que a empresa será ineficiente para sempre e lembra a Sabesp de 2022 (ao longo do processo eleitoral vai melhorar)... Projeções de empresa ineficiente para sempre = TIR 8,4% (daria para ir para 10%? Sim, esse seria o downside)... Moro lembra o Zema (terá dificuldade para formar maioria, mas não deve deixar a única estatal ineficiente e mal tocada)... Pode ser que o Moro n consiga entregar a privatização, mas, no caso de vitória, pode virar Estatal bem gerida... CMIG, COPEL, COPASA -> Dinheiro na mesa... Se a Sanepar entregar o EBITDA regulatório deve valer R$ 60... Governo do Paraná é de direita, mas não melhorou a performance (Política do Estado levou o Ratinho a escolher 1 das 2 empresas e ficou com a Copel... Foi uma decisão política)... Zero perspectiva em relação ao quanto dos R$ 4bi vão ficar... Tema do precatório será pouco importante (precatório adiciona 0,05% de base pós imposto) $AXIA3 $EQTL3 - Copel com TIR 9,1% não tem LRCAP e representa bom NPV para a tese, além de não levar em consideração que a COPEL, por ser grande pagadora de dividendo, deve ter TIR < média... SABESP deu uma recuada e voltou a ficar mais interessante (universaliza SP + Copasa pode ser trigger relevante... Adicionar bastante base de ativo sem competição)... Compounders costumam negociar com TIR 10% e normalmente quem comprou Equatorial com TIR 10% ganhou dinheiro, pois aparecem boas opcionalidade... Equatorial deve fazer bid com a Sabesp pela Copasa, mas acha que a Aegea ganha... Amazonas Energia+Enel+Sanepar... Existe espaço para M&A... Ajustaram preço de energia para R$ 200... Axia é o mais interessante... Engie é cara, Auren barata (lucro muito ruim)... Todas as empresas estão muito bem contratadas para 2026, menos a Axia... A partir de 2028 muitos estão descontratados e aumento de preço de longo prazo a Auren deve performar MUITO bem; $ORVR3 - Market. cap pequeno em setor muito pulverizado com características de utilities (gate-fee tem reajuste IPCA)... É uma indústria nova, fonte de informação pouco pulverizada e difundida (elétrico tem MUITA informação) e existe MUITA assimetria de informação (depende da empresa para fazer modelo e fica na mão deles), estão fazendo e construindo MUITA coisa... Primeiras usinas de biometano estão entrando agora... Projetos são bons, mas TIR é 20% ou 14%? Não da para ter certeza e isso bate muito no modelo...
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