Para BofA, queda do petróleo amplia questionamentos sobre cortes da Selic, mas expectativa é de 'fim de ciclo'
Valor ·
O efeito direto da queda rápida dos preços de petróleo sobre as projeções de juros tem levado agentes financeiros a questionar as estimativas para a Selic. Ainda que o risco de um novo corte tenha ficado maior, o chefe de economia para Brasil e de estratégia para a América Latina do Bank of America (BofA), David Beker, afirma que o “descolamento das expectativas de inflação da meta” reforça a visão mais cautelosa da casa sobre a política monetária doméstica, que projeta que a Selic termine este ano em 14,25%.










