Notícia

Preço do café cai em Nova York com indicação de tempo firme no Brasil

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Antes preocupação, o clima para os cafezais do Brasil agora traz alento para os investidores do grão na bolsa de Nova York. Sob esse cenário, os contratos com entrega para dezembro fecharam em queda de 2,02% nesta sexta-feira (21/8), para US$ 3,2265 a libra-peso.

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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados

Rodrigo Costa

Rodrigo Costa

@rodrigoadcosta

ICFFUT

· 01 de jul.

STOPEIRA NO CAFÉ - $ICFFUT

Rodrigo Costa

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ICFFUT

· 01 de jul.

STOPEIRA NO CAFÉ - $ICFFUT

Rodrigo de Assis Dutra Costa

Rodrigo de Assis Dutra Costa

@rodrigoadcosta

ICFFUT

· 09 de mar.

Guerra = Incerteza = Preço $BGIFUT $CCMFUT $SJCFUT $ICFFUT

Rodrigo de Assis Dutra Costa

Rodrigo de Assis Dutra Costa

@rodrigoadcosta

ICFFUT

· 09 de mar.

$ICFFUT 🍒 CFTC - POSIÇÃO NO CAFÉ ATÉ 03-03-26 Os Fundos de Investimento continuam reduzindo a exposição no mercado do Café Arábica, nessa semana foram vendidos 513 lotes. O saldo líquido passou de 12.876 contratos para 12.363 contratos na posição comprada, uma queda de -3,98% na semana.

Rodrigo de Assis Dutra Costa

Rodrigo de Assis Dutra Costa

@rodrigoadcosta

ICFFUT

· 02 de mar.

$SJCFUT $CCMFUT $ICFFUT 📈 ABERTURA DE MERCADO 🌱 A soja inicia a semana sob influência direta do cenário geopolítico. A escalada de tensão no Oriente Médio estimulou cobertura de vendidos no fim do mês e deu sustentação ao complexo de grãos em Chicago, com o trigo liderando o movimento e arrastando soja e milho. Apesar do suporte externo, o vetor estrutural segue sendo a demanda chinesa, que permanece sem novos registros formais de compra após o feriado. As vendas semanais norte-americanas vieram próximas da base das estimativas e o acumulado da temporada segue abaixo do ano anterior. Na América do Sul, o clima volta ao centro das atenções. No Mato Grosso, o excesso de chuvas compromete a reta final da colheita, gera perdas de qualidade e pressiona a logística. A colheita já ultrapassa três quartos da área, mas perdeu ritmo nas últimas semanas, com previsão de continuidade das precipitações no Centro-Sul. No mercado físico brasileiro, o fluxo aumenta com a necessidade de caixa e liberação de armazéns. Em Sorriso (MT), negócios de exportação foram registrados na faixa de R$ 106 por saca FOB, enquanto a indústria trabalha levemente abaixo. No Paraná, há registros em Ponta Grossa ao redor de R$ 124 por saca CIF para entrega imediata, com prêmios maiores para prazos mais longos. No Porto de Paranaguá, as indicações variam entre R$ 130 e R$ 134 por saca CIF, refletindo firmeza na exportação e expectativa de fretes mais elevados. 🌽 Para o milho, o mercado doméstico segue travado. O avanço da colheita da soja desloca o foco do produtor e restringe a oferta de curto prazo, enquanto o atraso no plantio da safrinha adiciona incerteza sobre o cumprimento de contratos. Em Mato Grosso, compradores estão praticamente ausentes; as pedidas giram em torno de R$ 50 por saca FOB, mas as indicações efetivas não passam da faixa de R$ 43 a R$ 45. No disponível, apenas negócios pontuais com usinas de etanol foram observados. No Paraná, o milho verão enfrenta impasse semelhante. Em Ponta Grossa, compradores ofertam cerca de R$ 59 por saca CIF, enquanto vendedores resistem abaixo de R$ 60 a R$ 62. A prioridade dada à soja tende a manter o milho em segundo plano no curto prazo, comprimindo a liquidez. O indicador Cepea/Esalq encerrou a semana em R$ 69,53 por saca. Em Chicago, o milho acompanhou o movimento do trigo e também foi beneficiado pelo fortalecimento do petróleo, que melhora a competitividade do etanol. 🍒 O café inicia março pressionado pela expectativa de recomposição da oferta global, após um fevereiro marcado por correção relevante nas bolsas internacionais. Em Nova York, o arábica acumulou desvalorização expressiva no mês, encerrando o período próximo de 280 centavos de dólar por libra-peso, em movimento associado à leitura de que Brasil e Vietnã podem entregar safra mais confortável no próximo ciclo. Em Londres, o robusta acompanhou a direção negativa, também registrando perdas mensais consistentes. O mercado passa a precificar cenário de maior disponibilidade física, ainda que as estimativas variem. Projeções indicam produção mundial entre 185 e 191 milhões de sacas, enquanto o consumo é estimado entre 176 e 187 milhões. Mesmo nos cenários mais otimistas de oferta, a relação estoque/consumo permanece abaixo de 10%, o que mantém o equilíbrio estrutural ainda relativamente ajustado. A escalada de tensão no Oriente Médio, com impactos potenciais sobre o Estreito de Ormuz e o Canal de Suez, eleva o risco logístico e pode pressionar custos de frete marítimo. Movimentos mais fortes no petróleo tendem a influenciar o ambiente macro e o dólar no curto prazo, com reflexos indiretos sobre as commodities agrícolas. No mercado físico brasileiro, o ambiente permanece relativamente estável, com os preços domésticos refletindo a acomodação externa e a perspectiva de safra maior. A formação de preços segue condicionada à confirmação do potencial produtivo no Brasil e ao comportamento da logística global nas próximas semanas. 💵 DÓLAR: O câmbio abre a semana sob forte influência do cenário externo, com a escalada do conflito no Oriente Médio elevando a aversão ao risco e impulsionando o petróleo. A alta expressiva da commodity, diante do temor de bloqueio prolongado do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o fluxo global de energia, reforça o movimento de proteção nos mercados. O dólar ganha força no exterior, com o índice DXY atingindo o maior nível em semanas, enquanto os rendimentos dos Treasuries avançam, refletindo busca por ativos considerados mais seguros. A tensão geopolítica também impacta o ambiente financeiro global, pressionando bolsas e ativos de maior risco. O fechamento do espaço aéreo em parte da região e a suspensão de negociações diplomáticas adicionam incerteza sobre a duração do conflito. O encarecimento do petróleo amplia preocupações com inflação global e pode alterar expectativas para a política monetária nos Estados Unidos. No Brasil, o real tende a reagir a essa combinação de dólar mais forte e juros americanos em alta. Internamente, o IPCA-15 acima do esperado reforça a leitura de que o ciclo de cortes da Selic pode ocorrer de forma mais cautelosa, especialmente diante da persistência da inflação de serviços. O diferencial de juros continua relevante, mas o vetor externo domina a formação de preço no curto prazo. A agenda doméstica traz dados de atividade e indicadores fiscais, enquanto no exterior o foco permanece nos desdobramentos geopolíticos e nos próximos indicadores de emprego e atividade nos Estados Unidos. O comportamento do câmbio ao longo do dia deve refletir principalmente a intensidade do movimento do petróleo, a trajetória dos Treasuries e a manutenção — ou não — da aversão global ao risco.

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