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Proibida pelo TSE, ranqueamento de candidatos por IAs persiste nas plataformas no Brasil, aponta levantamento

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Dois meses após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fixar regra para pleito deste ano contrária à prática, o ranqueamento de candidaturas por ferramentas de Inteligência Artificial (IA) generativa aumentou no país. Isso ocorre mesmo diante da proibição pela Corte desta aplicação no período oficial de campanhas, que terá início em agosto, em um cenário que indica lentidão na adaptação das plataformas às normas brasileiras. Os dados estão presentes na segunda rodada da pesquisa “Boca de IA: como as IAs recomendam voto nas eleições de 2026”, conduzido pelo Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITS Rio) e divulgado com exclusividade pelo GLOBO.