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QUALICORP CONCLUI AQUISIÇÃO TOTAL DA PLURAL E DA OXCORP

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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

QUAL3

· 27 de fev.

$AXIA3 $B3SA3 $RENT3 $AURA33 $QUAL3 $CXSE3 $MDIA3 $SAPR11 **SNAPSHOT DOS RESULTADOS 26.02 - 4T25** 🟢 Axia Energia (+) BEAT pelo EBITDA acima do consenso (5,9 bi vs 5,4 bi BTG) e lucro regulatório surpreendendo muito. **Normalizando o EBITDA, temos um número em linha com as premissas do BTG.** Mesmo com a ação esticada, o momentum segue muito positivo, uma vez que a Axia pode se aproveitar da reprecificação dos preços de energia para gerar um incremento bilionário nas receitas. 🟢 B3 (+) BEAT pelo trimestre muito positivo no core business, com lucro recorrente de 1,4bi (3% acima do consenso BTG, +22% a/a). Detalhe para os novos seguimentos crescendo dois dígitos e abarcando um % cada vez maior dentro do consolidado B3. Temos um valuation relativamente justo, **mas que carrega momentum e um dividend yield convidativo para o gringo no relativo over peers.** 🟢 Localiza (=) IN LINE. Receita de 11bn (+1% acima do consenso) e EBITDA de 3,7bn (+3% vs. consenso). O ROIC de 14,6% com spread de 5,5% segue dentro do target estimado pela empresa. Gostava muito do nome no ano passado, uma vez que você tinha contratado esse incremento de ROIC que não estava precificado. A tese, assim como outros nomes grandes do IBOV, está com momentum. **Porém, o apetite do gringo no nome não é explícito como em 2025.** 🟡 Aura33 (=) IN LINE com algumas nuances: EBITDA US$208mn (-3% vs est.) + guidance 2026 de 365koz (midpoint), 6% abaixo do projetado pela média das casas. **Pode sofrer um pouco de pressão no curtíssimo prazo, apesar do rali estelar (+70% UDM).** Acho que a tese permanece intacta, mas é um cavalo que (dada a precificação atual) depende mais do ouro continuar subindo do que qualquer outro ponto micro que possa aparecer. 🔴 Qualicorp (-) MISS pela receita 7% abaixo do consenso. Apesar do aumento das margens (+620 bps YoY), **a empresa segue apresentando o mesmo problema dos últimos 5 anos: pressão de churn estrutural.** [ - ] Perda líquida de 37k vidas pode ser um catalisador negativo para o dia. Continuo não gostando do nome. 🟡 Caixa Seguridade (-) IN LINE pela sinistralidade melhor que o esperado, sustentando as margens no trimestre. Fez o dever de casa enquanto começam a aparecer alguns sinais de uma deterioração dos resultados (prestamista INSS e previdência via IOF). [ - ] Obs: Lucro da operação cresceu apenas 2%. **Além disso, o comissionamento recuou 7% e os custos subiram bem acima da receita.** Apesar do DY atrativo, não gosto do carrego nesses preços. 🟡 M. Dias Branco (-) IN LINE pela melhora do crescimento/volumes e volta do ganho de share no mix dos produtos. Porém, como estão crescendo de modo agressivo, a rentabilidade não está acompanhando. A margem, em tese, deve cair para 1 dígito nos próximos trimestres, **abrindo espaço para revisões negativas** ou deixar a tese sem catalisadores positivos. 🟡 Sanepar (=) IN LINE. Receita ficou acima do consenso (+2% vs est.), mas o EBITDA de R$756mn (-9% vs est.) ficou pressionado pelo forte aumento no PMSO e PDD. A alavancagem segue baixa (0,6x), jogando a favor, **mas não vejo nenhum catalisador (salvo privatização) de curto prazo no nome.**

Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

QUAL3

· 27 de fev.

📊 Qualicorp | $QUAL3 | 4T25 | 🟨 Margem reage, mas receita e churn ainda pressionam A Qualicorp apresentou um 4T25 misto, com recuperação relevante de margens compensando parcialmente a continuidade da pressão na receita. A receita líquida totalizou R$358mn (-7% YoY), refletindo queda na base média de vidas e efeitos sazonais. Excluindo impactos não recorrentes relacionados a desinvestimentos e efeitos extraordinários com operadoras, o EBITDA ajustado pós-comissões teria atingido R$120mn, alta de 14% YoY e 10% acima da nossa estimativa. A margem EBITDA ajustada alcançou 33,5% (+620bps YoY), sustentada por disciplina de custos e renegociação de comissões, reforçando a execução do turnaround 🔄. 💰 Lucro, caixa e alavancagem A companhia reportou prejuízo líquido ajustado de R$11mn (vs. estimativa de lucro de R$11mn), impactado por maior despesa tributária. O fluxo de caixa operacional após capex foi de R$52mn (-39% YoY), pressionado por dinâmica de capital de giro e aquisição de direito de exclusividade de R$15mn. A dívida líquida caiu 3% QoQ para R$854mn, com alavancagem melhorando levemente para 1,45x ND/EBITDA (vs. 1,53x no 3T). 📉 Dinâmica operacional Nos planos por afinidade, a companhia registrou perda líquida de 37 mil vidas no trimestre. O churn subiu para 12,8%, impactado por eventos pontuais ligados à saída abrupta de duas operadoras menores. Excluindo esses efeitos, a tendência de cancelamento vinha melhorando ao longo de 2025. A empresa lançou 551 novos produtos no ano, ampliando a diversificação do portfólio. 🎯 Conclusão 🟨 Receita ainda em queda 🟩 EBITDA acima do esperado e margens em recuperação 🟨 Prejuízo ajustado no trimestre 🟨 Churn ainda elevado, apesar de efeitos pontuais O trimestre reforça avanço na disciplina de custos e reconstrução de margem, mas a estabilização da base de vidas segue como principal variável para reprecificação estrutural do case.

Rodrigo de Assis Dutra Costa

Rodrigo de Assis Dutra Costa

@rodrigoadcosta

QUAL3

· 12 de fev.

🏥 BOFA - O QUE ESPERAR DO SETOR DE SAÚDE? O setor de saúde no Brasil apresenta cenários distintos para o quarto trimestre de 2025 (4Q25), com tendências operacionais sólidas em hospitais e diagnósticos, contrastando com resultados fracos em operadoras e farmacêuticas específicas. Segundo relatório do Bank of America, os destaques positivos ficam para Rede D’Or [$RDOR3] e Dasa [$DASA3], enquanto Hapvida [$HAPV3], Blau [$BLAU3] e Qualicorp [$QUAL3] devem reportar números pressionados. 📍 Destaques e Turnarounds O BofA aponta que o volume de procedimentos e as margens continuam em trajetória de melhora para nomes como Rede D’Or, Fleury e Mater Dei. No campo das reestruturações, Dasa e Viveo mostram maior consistência na geração de caixa. A Dasa, inclusive, deve estender o ímpeto positivo do trimestre anterior, com projeção de margem EBITDA de 19,8% (+880bps YoY) e geração de caixa próxima a R$ 100 milhões. 📍 Desafios em Qualicorp, Blau e Fleury No lado negativo, a Qualicorp sofre com uma queda acelerada na base de beneficiários, e a Blau enfrenta pressão por menores volumes de eritropoetina alfa. Já o Fleury, embora apresente resultados operacionais robustos (crescimento de 10,5% na receita), recebe uma visão cautelosa do banco devido ao seu valuation considerado "exigente", negociando acima da média histórica.

Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

QUAL3

· 12 de jan.

🏥🎓 Geração de Caixa em Saúde e Educação – Leitura Estrutural de FCF pelo BTG Pactual Desde a pandemia, tanto saúde quanto educação apresentaram recuperação relevante de resultados contábeis. No entanto, em um ambiente de juros reais estruturalmente elevados, a geração de caixa se torna o principal limitante para criação de valor: é o caixa que viabiliza dividendos, recompras e desalavancagem 💸. Nesse contexto, a análise dos últimos três anos mostra que o foco deve ir além do lucro reportado, avaliando a qualidade, persistência e origem do FCFE, ajustado por efeitos de M&A, dividendos e movimentos de dívida. 🏥 Saúde: ciclo longo de normalização O setor de saúde viveu, entre 2020 e 2025, um ciclo clássico de normalização pós-Covid. Após a queda abrupta de utilização em 2020 e o pico de severidade e sinistralidade em 2021–22, o ajuste veio a partir de 2023, com aumentos de preços, maior disciplina de underwriting e ganhos de eficiência. Em 2024–25, a utilização começou a normalizar, mas com termos de pagamento estruturalmente piores do que no pré-pandemia, além do impacto da digestão de grandes M&As realizados no ciclo de juros baixos 🔄. Como resultado, a geração de FCFE no setor foi volátil e bastante dispersa, influenciada não apenas pela recuperação de EBITDA, mas também por capital de giro, despesas financeiras, custos de integração e intensidade de reinvestimento. Modelos asset-light, como $ODPV3 e $QUAL3, exibiram perfis de caixa mais estáveis, enquanto empresas mais intensivas em capex ou integração, como $DASA3, $ONCO3 e $VVEO3 , apresentaram FCFE estruturalmente mais fraco. No agregado, o setor entregou FCF yield bastante baixo, próximo de zero em base LTM ⚠️. 🎓 Educação: fase de colheita de caixa A educação entra nessa análise em um ponto distinto do ciclo. Após anos digerindo os excessos do período do FIES, expansão desordenada de capacidade e M&As pouco integrados, o setor passou, entre 2023 e 2025, a priorizar desalavancagem, eficiência e preservação de caixa. Com capex mais disciplinado e menor apetite para aquisições relevantes, o momento atual se assemelha a uma fase de recuperação e colheita 🌾. Nesse contexto, a geração de caixa foi expressiva: o setor apresentou cerca de 16% de FCF yield em base LTM, com praticamente todos os players gerando FCFE positivo de forma recorrente. Destaques incluem $COGN3, $YDUQ3, $ANIM3, $VTRU3, $CSED3 e $SEER3, todas com yields de dois dígitos em algum momento recente 📊. ⚠️ Caveats importantes na leitura de FCF Apesar do forte desempenho da educação em termos de caixa, a análise exige cautela. FCFE elevado pode refletir postergação de capex, efeitos pontuais de capital de giro ou simplesmente preços deprimidos das ações, inflando yields sem melhora estrutural do negócio. Além disso, educação é mais cíclica e sensível ao macro, enquanto saúde demanda maior reinvestimento, mas oferece mais optionalidade de crescimento e consolidação no longo prazo 🔍. 🔎 Leitura relativa atual O cenário prospectivo sugere que, em 2026, a educação deve manter geração de caixa robusta, apoiada por mercado de trabalho resiliente, baixa inadimplência e ausência de mudanças regulatórias relevantes no curto prazo. Já a saúde tende a continuar com dinâmica de FCF mais heterogênea. Ainda assim, dentro do setor, $RDOR3 segue sendo vista como um compounder de alta qualidade, em que o crescimento de resultados e as optionalidades estratégicas são mais relevantes do que o FCF de curto prazo 🏥✨.

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

QUAL3

· 09 de jan.

$ONCO3 $HAPV3 $QUAL3 $DASA3 $RDOR3 $MATD3 $FLRY3 **Santander - About HealthCare:** => Santander corta o preço-alvo de Oncoclinicas de R$ 6 para R$ 3,20 e reitera recomendação neutra => Santander corta o preço-alvo de Hapvida de R$ 23 para R$ 20,70 e reitera recomendação de compra => Santander eleva o preço-alvo de Qualicorp de R$ 1,80 para R$ 2,70 e reitera recomendação neutra => Santander eleva o preço-alvo de Dasa de R$ 2,20 para R$ 4,70 e reitera recomendação de compra => Santander eleva o preço-alvo de Rede D’or de R$ 51,50 para R$ 55,50 e reitera recomendação de compra => Santander corta a recomendação de Mater Dei de compra para neutra e eleva o preço-alvo de R$ 4,50 => Santander eleva a recomendação de Fleury de neutra para compra e o preço-alvo de R$ 17 para R$ 18

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