Queda da indústria reflete acomodação após forte alta de segmentos ligados ao petróleo, diz economista que vê ainda efeitos de redução de conflito no Irã
O Globo ·
Uma compensação após a forte alta registrada nos quatro primeiros meses do ano, somada aos primeiros efeitos do avanço das negociações entre Estados Unidos e Irã para encerrar o conflito, com o recuo do preço do barril a partir de meados de maio. Essa é a avaliação do economista Stéfano Pacini, pesquisador do Ibre/FGV, para explicar o recuo de 6,1% na produção de coque, derivados de petróleo e biocombustíveis e a queda de 2,6% das indústrias extrativas em maio, segundo a Pesquisa Industrial Mensal, do IBGE. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.



