Realize, da Lojas Renner, tem novo diretor-presidente
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Daniel Martins dos Santos, vice-presidente de fina...
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Ativos mencionados
O que a comunidade está dizendo
Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados
Júlio Vieira
@juliovieiraa
· 12 de mai.
$LREN3 $CEAB3 $RIAA3 Isso já vinha pesando nos ativos e agora confirmou. Mais um vento contrário junto com terminal cada vez maior.
Bruno Mazzoni
@brunomazzoni
· 31 de mar.
$lren3 limitando-se a análise de preços, lojas Renner tem upside acima dos R$20 ainda em 2026
Júlio Vieira
@juliovieiraa
· 06 de mar.
$PETR4 $ENEV3 $CPFE3 $LREN3 $FLRY3 $TTEN3 $TRIS3 $TEND3 $VVEO3 **SNAPSHOT DOS RESULTADOS 4T25 - 06.03.2026** 🟡 Petrobras [ = ] Em linha pelo EBITDA de US$ 10,9 bi. O capex de US$ 6,6 bi veio 20% acima da projeção, confirmando o ciclo pesado de investimentos e limitando potencial aumento dos dividendos. Hoje, a PETR4 tem um Yield de fluxo de caixa abaixo de 9% e um DY anualizado que, no melhor nos casos, **ficará em linha com o IDIV.** 🟡 Eneva [ = ] Em linha pela queda na alavancagem (2,6x ND/EBITDA) e EBITDA afetado por itens não recorrente à operação da empresa. O mercado ainda segue mais atento ao próximo leilão de capacidade (mar/26). As estimativas projetam que a Eneva vença contratos que somam R$10,4/ação no base case, **incluindo recontratação de P1/P3, carvão**, expansão em Sergipe e ativos adquiridos do BTG. 🟢 CPFL Energia [ = ] BEAT pelo EBITDA que veio levemente acima do esperado apesar da piora no lucro bruto, ainda pressionado pelo curtailment. Grande destaque foi a surpresa positiva dos dividendos de R$ 4,3 bi (Dividend Yield de 9,2%), bem acima das projeções. 🟡 Lojas Renner [ = ] Apesar do lucro 5% abaixo do consenso (pelos write-offs), o FCF de R$ 562 milhões e a posição de caixa líquido de R$ 1,5 bi dão conforto para retorno ao acionista. O que joga contra é o crescimento de apenas 3,3%, mesmo considerando a margem do varejo positiva. E como a empresa negocia a 10,5x p/e, seria interessante algum move de crescimento mais expressivo para justificar esse valuation. Acho justo no preço que está. 🟢 Fleury [ + ] O grande BEAT dos resultados, entregando receita acima do consenso (+12% YoY) e margem de 22,1%. A alavancagem caiu para 1,0x ND/EBITDA, o que é confortável, e o DY de 6% reforça o perfil defensivo da companhia num ambiente de juros ainda elevados. Gosto bastante do nome. 🔴 3Tentos [ - ] EBITDA de R$237mn ficou -18% vs. estimativas (R$285mn), penalizado pela combinação de **fretes mais caros** (participação do MT no volume subiu de 37% para 49%), margem comprimida na Indústria por paradas programadas em Ijuí e Vera, e spread farelo sob pressão. O segmento de Insumos foi o destaque positivo, com margem de 23,2% (+3,5 p.p.), o melhor nível em dois anos, e o management sinalizou que jan-fev/26 já crescem +36% a/a. Trimestre de piso. [ ? ] O grande foco para 2026 é o ramp-up da usina de etanol POAN/MT e a normalização do ciclo industrial. Frete (logística chegou a 9,8% da ROL vs 4,6% no 4T24, puxada pelo peso do MT no mix). O hedge foi o que evitou um tombo maior. 🟡 Trisul [ = ] Receita de R$440mn (+5% a/a) e lucro de R$63mn (-13% a/a), em linha com estimativas. ROE saudável de 17%. A exposição crescente ao segmento de baixa renda via Elev é o principal vetor de crescimento da tese. Valuation de 6,5x P/E 2026 é atrativo para o perfil da empresa, com alavancagem controlada (ND/Equity 37%). Porém, é necessário monitorar VSO tria tri para justificar potenciais re-ratings. 🟡 Tenda [ + ] Apesar do BEAT na receita e lucro, a Alea manchou um pouco a foto por causa da pressão nas margens (prejuízo de 50mn, acima do esperado). Porém, a operação Tenda segue firme nas vendas (+27% YoY), então o mercado deve continuar dando o benefício da dúvida. No valuation atual (6x p/e 2026e), pode ser uma oportunidade tática se o mercado penalizar o balanço. 🟡 Viveo [ + ] Supresa positiva da noite, com receita e EBITDA acima das estimativas do mercado. A margem também veio acima (+70 bps YoY), confirmando o 5º trimestre de expansão. O fluxo de caixa também melhorou, mas ainda é insuficiente para pagar os vencimentos. Cia deve começar a entregar lucro no 2S26. O ponto de atenção segue em torno da alavancagem (4x ND/EBITDA).
Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos
@santafeinv
· 06 de mar.
📊 Lojas Renner | $LREN3 | 4T25 | 🟩 Operação forte no varejo, lucro impactado por itens não recorrentes A Lojas Renner reportou um 4T25 ligeiramente melhor que o esperado no operacional, apesar de o lucro líquido ter ficado um pouco abaixo das estimativas devido a efeitos não recorrentes. Em um trimestre desafiador para o varejo de vestuário, a companhia entregou crescimento moderado de vendas e expansão relevante de margens no varejo 👗. As vendas mesmas lojas (SSS) cresceram 3,3% YoY, com receita total +4% YoY, em linha com as expectativas. A companhia destacou melhora gradual nas vendas ao longo do trimestre, apoiada por ajustes mais rápidos de coleção durante a temporada. O e-commerce continuou ganhando relevância, crescendo cerca de 10% YoY e alcançando 14,4% das vendas totais. 💰 Margens operacionais fortes O EBITDA consolidado ficou acima das expectativas, com a divisão de varejo compensando o desempenho mais fraco da Realize (financeira). A margem bruta do varejo expandiu 73bps YoY, refletindo boa execução comercial mesmo em um ambiente competitivo mais forte. Além disso, houve diluição de despesas SG&A, o que levou o EBITDA do varejo a superar as estimativas do mercado, reforçando a viabilidade da meta de margem EBITDA para 2030. Por outro lado, a divisão Realize apresentou EBITDA abaixo do esperado devido a yield menor da carteira de crédito, embora a inadimplência tenha permanecido estável YoY. 📉 Lucro e geração de caixa O lucro líquido foi de R$553mn, cerca de 5% abaixo do consenso, impactado por R$99mn em baixas contábeis não recorrentes. A geração de caixa livre permaneceu robusta em R$562mn, mesmo com capex mais elevado, relacionado a investimentos em tecnologia e abertura de lojas. O balanço segue muito sólido, com posição de caixa líquido de ~R$1,5bn, oferecendo espaço para continuidade de retornos ao acionista. 🎯 Conclusão 🟩 EBITDA do varejo acima das expectativas 🟩 Margem bruta e SG&A com boa execução 🟨 Realize abaixo do esperado 🟨 Lucro pressionado por itens não recorrentes O trimestre reforça a resiliência operacional da Renner. A forte posição de caixa e a evolução das margens reforçam a capacidade da companhia de sustentar crescimento e retornos ao acionista.
Júlio Vieira
@juliovieiraa
· 24 de fev.
$SMFT3 $VIVA3 $LREN3 $CEAB3 $ASAI3 $GMAT3 **BTG Pactual Sector Note - The tax reform is getting closer** A reforma tributária do consumo no Brasil saiu do debate estrutural e entrou em modo de implementação. O modelo de IVA dual, composto pela CBS (federal) e pelo IBS (estadual/municipal), substituirá progressivamente PIS, Cofins, ICMS e ISS entre 2027 e 2033. A fase de testes começa em 2026, a CBS entra em vigor em 2027 e o IBS substitui gradualmente ICMS/ISS a partir de 2029. A alíquota padrão combinada estimada pelo mercado fica próxima de 27 - 28%. O mecanismo mais poderoso da reforma é a **não-cumulatividade plena.** Varejistas poderão creditar o IVA pago sobre praticamente todos os insumos operacionais (logística, frete, aluguel, sistemas de tecnologia, marketing, centros de distribuição, utilities e capex). No regime antigo, a creditabilidade de PIS/Cofins era parcial e os créditos de ICMS eram fragmentados entre estados. Com o novo modelo, a carga tributária efetiva converge para o IVA sobre o valor adicionado apenas. Na prática, um varejista com R$40 bi de receita e 30% de margem bruta gera R$12 bi de valor adicionado. Logo, aplicando 27,9% de IVA, resulta em cerca de R$3,3 bi de imposto líquido, assumindo crédito total sobre a base de custos. **Olhando para as exceções:** Setores específicos se beneficiam de isenções ou reduções. A cesta básica (arroz, feijão, leite) terá isenção ou alíquota reduzida. Medicamentos e produtos de saúde também terão tratamento tributário diferenciado. Pequenos negócios seguem amparados pelo Simples Nacional (receita até R$4,8 mi). Empresas da Zona Franca de Manaus mantêm isenções substanciais sobre ICMS e IPI. **Implicações para varejistas listados:** **Assaí e Grupo Mateus:** operam com alto volume de essenciais e grandes estruturas logísticas. Devem se beneficiar de amplos créditos sobre estoque, frete e distribuição, compensando 80% dos custos de insumos como créditos. **Renner e C&A:** cadeias omnichannel complexas de vestuário. Ganham com tratamento uniforme nacional do IVA e creditabilidade sobre aluguel, marketing e tecnologia. Se recuperarem 40% dos custos de insumos como créditos, compensam totalmente a carga maior do IVA. **Vivara:** margens brutas altas e forte poder de precificação. Bem posicionada para absorver ou repassar o impacto do IVA. Se recuperar 70% dos custos de insumos como créditos, compensará integralmente a carga tributária aumentada. **SmartFit:** caso mais complexo. Negócio intensivo em serviços, com custos concentrados em mão de obra e salários (que não geram créditos de IVA). Receita de assinaturas enfrentará tributação integral do IVA. 📲 Compartilhe este conteúdo com quem investe! Se gostou, deixa o like e ativa as notificações para receber mais conteúdos como este.
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